domingo, 16 de janeiro de 2011

absorção de nutrientes

A absorção é o processo pelo qual os nutrientes, resultantes da simplificação molecular dos alimentos durante a digestão, passam para o meio interno, através das paredes do sistema digestivo.

Durante a digestão, os alimentos, através de processos mecânicos e químicos, são decompostos em moléculas mais simples, de menor tamanho, susceptíveis de poderem atravessar as paredes do tubo digestivo (meio externo) para o meio interno (sangue e linfa), sendo conduzidos até às células, onde são utilizados no decurso do metabolismo celular.

O processo de absorção ocorre ao nível do intestino delgado, principalmente na zona do jejuno, excepção feita a algumas pequenas moléculas, como o álcool e a cafeína, cuja absorção ocorre logo na boca e estômago. No intestino grosso, ao nível do cólon, ocorre também absorção de determinadas substâncias, como alguns aminoácidos e vitaminas resultantes da acção das bactérias da flora intestinal. No entanto, nesta zona do intestino, os nutrientes absorvidos em maior quantidade são a água e os sais minerais.
A superfície interna do intestino delgado está altamente especializada nos processos absortivos, apresentando uma grande superfície de contacto, em virtude do seu aspecto ondulado, resultante de inúmeras pregas que a recobrem interiormente: as válvulas coniventes. Além disto, está também recoberta por inúmeras projecções em forma de luva, as vilosidades intestinais, as quais possuem no seu interior uma pequena rede de capilares sanguíneos e um vaso linfático-vaso quilífero.
A simplificação molecular da digestão permite a formação de moléculas capazes de atravessar o epitélio intestinal, atingindo os vasos sanguíneos e o quilífero, que os transportam depois para diversos pontos no organismo.

Para os vasos sanguíneos vão ser absorvidos os aminoácidos, glicose, sais minerais, alguns ácidos gordos e vitaminas hidrossolúveis, que vão ser conduzidos até ao fígado pela veia porta hepática. A maior parte dos ácidos gordos e vitaminas lipossolúveis são absorvidos pelos vasos linfáticos e transportados pelo canal torácico linfático até à veia cava superior, onde entram na corrente sanguínea, através da qual são distribuídos às células.

Os nutrientes podem ser absorvidos de forma directa ou indirecta. Um nutriente é absorvido de modo indirecto quando precisa de ajuda de outras substâncias para ser absorvido, como por exemplo, o cálcio, que necessita da presença de vitamina D, ou o ferro, cuja passagem para o meio interno está dependente da presença de vitamina B12.
Alteração da flora bacteriana intestinal aumenta a absorção de calorias

A obesidade é uma doença crônica e de difícil tratamento, cuja prevalência vem aumentando e se tornando uma pandemia. Estima-se que 1,6 bilhões de adultos estão acima do peso, 400 milhões estão obesos.

No Brasil 40 % da população esta acima do peso e destes, 10 % são obesos, se tornando um grave problema de saúde devido ao aumento do risco de mortalidade e morbidade, geralmente associado à hipertensão arterial sistêmica, diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de cânceres.

Estudos recentes têm mostrado que a microbiota intestinal, comumente conhecida como flora bacteriana, tem um importante papel na obesidade, afetando o acúmulo de gordura e extração de calorias. A microbiota é responsável por varias funções: processos metabólicos (fermentação, síntese de vitaminas e produção energética), estimulação tróficas (diferenciação epitelial celular e imunomodulação) e proteção contra patógenos (produção de bacteriocidinas).

A Alteração da microbiota intestinal está relacionada a várias patologias, como síndrome do intestino irritável, fibromialgia, doenças autoimunes e recentemente, relaciona-se o desequilíbrio da microbiota intestinal com a obesidade.

A microbiota intestinal desempenha um importante papel para funcionamento normal do intestino e manutenção da saúde do indivíduo. As atividades da microbiota intestinal sadia são: ajudar a digestão da celulose e estocar energia, formar uma barreira de defesa natural, que é essencial para desenvolvimento e maturação do sistema imunológico sistêmico e de mucosa. A microbiota é composta por bactérias potencialmente patogênicas ao lado de microrganismos não patogênicos e benéficos para saúde.

A flora intestinal muda drasticamente após o nascimento e a dieta é o fator principal da natureza e da sequência desta colonização. As bifidobacterias e enterobacterias são as primeiras colonizadoras, mas a composição da microbiota intestinal muda conforme a alimentação, se feita de leite materno ou refeições prontas.

As bifidobacterias são organismos primários que produzem grandes concentrações de lactato e acetato restringindo o crescimento de bactérias potencialmente patogênicas como a E. coli e clostridum perfringens. A transformação para microbiota adulta é influenciado por múltiplos fatores como a alimentação desequilibrada, álcool, fumo, fadiga, estresse, idade, antibióticos e infecção bacteriana.

FLORA INTESTINAL NA OBESIDADE

Evidências recentes mostram que trilhões de bactérias que normalmente residem na flora intestinal humana afetam a aquisição de nutrientes e a regulação energética. Além disso, os lipossacarídeos bacterianos da microbiota intestinal seriam um fator de gatilho relacionando a inflamação e dieta rica em gordura induzindo a obesidade.

Uma pesquisa realizada na Universidade de Washington (Saint Louis, EUA) pelo professor de biologia molecular e farmacologia Jeffrey Gordon, indica que um simples desequilíbrio entre os organismos que vivem no intestino pode causar aumento de peso. Estima-se que haja um número entre 500 e 1000 tipos de micróbios compondo a flora intestinal.

De acordo com Gordon, que teve seu trabalho publicado na revista britânica “Nature”, a absorção de nutrientes é diferente para cada pessoa, dependendo da sua microbiota. Este mecanismo determina a quantidade de calorias armazenadas pelas pessoas, sendo que algumas absorvem mais e outras, menos.

Backhed e colaboradores demonstraram que ratos germ free (sem nenhum tipo de microrganismo que habite neles) tem menos percentual de gordura, apesar de serem submetidos a mesma dieta.

E seguindo o mesmo raciocínio, mais tarde foi demonstrado que a colonização de microbiota intestinal de ratos obesos em ratos germ free ocasionou um aumento significativo da porcentagem de gordura em comparação à colonização com a microbiota de ratos magros.

Este estudo também mostrou que a flora microbiota de ratos obesos com deficiência de leptina (ob/ob) em comparação aos ratos magros, tinha maior proporção de espécies firmicutes e menor de bacteriodes.

Estes cientistas evidenciaram que a microbiota intestinal dos ratos obesos era rica em genes que produzem enzimas capazes de quebrar polissacarídeos indigeríveis.

Além disso, foram encontrados maiores produtos de fermentação e menos calorias nas fezes de ratos obesos, sugerindo que a microbiota intestinal destes ratos facilita a extração de calorias de alimentos não digeridos normalmente.

Ley e colaboradores também demonstraram que a obesidade pode estar relacionada à alteração da microbiota intestinal em roedores.

Ratos obesos com deficiência de leptina têm 50 % menos de bacteriodes e 50 % mais de firmicutes em comparação aos ratos magros. O mesmo grupo de investigadores mostrou uma diminuição de bacteriodes na microbiota intestinal de humanos obesos em comparação aos indivíduos magros. Além disso, os obesos que perdiam peso e se mantinham por mais de um ano, quase se igualavam a proporção de firmiculites dos indivíduos magros.

Esta técnica consiste na drenagem completa do intestino grosso, tratando todo o ambiente colônico para que fique parecido com o momento do nosso nascimento, só que agora, com uma mínima microbiota nociva remanescente tornando extremamente eficiente a recolonização de Flora Bacteriana em um ambiente intestinal sem a competição entre as bactéria saudáveis e nocivas.

Ou seja, o intestino grosso ficará com o mínimo possível de flora nociva favorecendo a proliferação dos lactobacilos saudáveis.

Após o tratamento, o paciente passará por um período de 30 a 90 dias repondo a microbiota intestinal via oral para que passe existir no cólon uma Flora Bacteriana saudável e funcional.
Introdução: uma abordagem para o professor

Intestino delgado, suco pancreático e bile

O intestino delgado é dividido em três regiões: duodeno, jejuno e íleo. A digestão do quimo ocorre predominantemente no duodeno e nas primeiras porções do jejuno. No duodeno atua também o suco pancreático, produzido pelo pâncreas, que contêm diversas enzimas digestivas. Outra secreção que atua no duodeno é a bile, produzida no fígado, que apesar de não conter enzimas, tem a importante função, entre outras, de transformar gorduras em gotículas microscópicas.

Absorção de nutrientes no intestino delgado

O álcool etílico, alguns sais e a água, podem ser absorvidos diretamente no estômago. A maioria dos nutrientes são absorvidos pela mucosa do intestino delgado, de onde passa para a corrente sanguínea.

Aminoácidos e açúcares atravessam as células do revestimento intestinal e passam para o sangue, que se encarrega de distribuí-los a todas as células do corpo. O glicerol e os ácidos graxos resultantes da digestão de lipídios são absorvidos pelas células intestinais, onde são convertidos em lipídios e agrupados, formando pequenos grãos, que são secretados nos vasos linfáticos das vilosidades intestinais, atingindo a corrente sanguínea.

Depois de uma refeição rica em gorduras, o sangue fica com aparência leitosa, devido ao grande número de gotículas de lipídios. Após uma refeição rica em açúcares, a glicose em excesso presente no sangue é absorvida pelas células hepáticas e transformada em glicogênio, sendo convertida em glicose novamente assim que a taxa de glicose no sangue cai.

Absorção de água e de sais

Os restos de uma refeição levam cerca de nove horas para chegar ao intestino grosso, onde permanece por três dias aproximadamente. Durante este período, parte da água e sais é absorvida. Na região final do cólon, a massa fecal (ou de resíduos), se solidifica, transformando-se em fezes. Cerca de 30% da parte sólida das fezes é constituída por bactérias vivas e mortas e os 70% são constituídos por sais, muco, fibras, celulose e outros não digeridos. A cor e estrutura das fezes é devido à presença de pigmentos provenientes da bile.

Flora intestinal

No intestino grosso proliferam diversos tipos de bactérias, muitas mantendo relações amistosas, produzindo as vitaminas K e B12, riboflavina, tiamina, em troca do abrigo e alimento de nosso intestino. Essas bactérias úteis constituem nossa flora intestinal e evitam a proliferação de bactérias patogênicas que poderiam causar doenças

Defecação

O reto, parte final do intestino grosso, fica geralmente vazio, enchendo-se de fezes pouco antes da defecação. A distensão provocada pela presença de fezes estimula terminações nervosas do reto, permitindo a expulsão de fezes, processo denominado defecação.

Adaptado de: http://www.webciencia.com/11_22digestao.htm (consultado em 14/10/10, às 20h23min).

Estratégia

Como os alunos poderão atingir os objetivos propostos:

Os alunos poderão atingir os objetivos propostos através de discussões entre eles, realização de atividades práticas de simulação de funcionamento do intestino, além de leitura de textos e visualização de vídeos sobre o assunto.

Como o professor irá ativar esse processo:

O professor ativará este processo por meio do incentivo às discussões entre os alunos, proposta de atividades práticas para observação do funcionamento do intestino, além de leitura e interpretação de textos e apresentação de vídeos.

Atividade Inicial: Discutindo o assunto, sondando conhecimentos prévios

Professor, num primeiro momento da aula, converse com a turma sobre a digestão dos alimentos e o caminho percorrido por eles, sonde o que os alunos sabem sobre este assunto, deixe que eles se manifestem e contem suas vivências. Anote no quadro as principais ideias dos alunos sobre o assunto.

Pergunte qual a função do intestino. O que eles pensam sobre isso? Onde fica este órgão? Ele é grande ou pequeno? Deixe os alunos opinarem, instigue-os a falarem suas ideias.

Atividade prática 1: Observando um modelo de intestino

Professor, depois das discussões iniciais, proponha para a turma a confecção de um modelo de intestino para que observem sua estrutura. Você poderá propor que cada aluno ou dupla de alunos confeccione um modelo. Para tanto, você precisará providenciar os seguintes materiais:

Materiais necessários para cada modelo:

- 30 cm mangueira sanfonada



Retirado de: http://www.aerotetic.com/config/imagens_conteudo/produtos/imagensGRD/GRD_471_sanfonada%2086.025%20az%201.JPG (consultado em 14/10/10, às 20h46min).

- 30 cm mangueira comum da mesma espessura da sanfonada

- 3 folhas de papel celofane

Entregue os materiais para cada aluno ou dupla e peça que os alunos passem o papel celofane por dentro das duas mangueiras, uma folha em cada mangueira. Pergunte em qual das duas mangueiras é mais fácil e rápido passar o papel, certamente os alunos responderão que será na mangueira lisa.

Peça aos alunos para esticarem a mangueira sanfonada, verificando se ela aumenta de tamanho. O mesmo acontece com a mangueira lisa? O que será que estas mangueiras representam em nosso sistema digestório?

Deixe os alunos discutirem entre si, e anotarem as ideias no caderno.

Atividade prática 2: Microvilosidades do intestino

Professor, após a realização da atividade prática 1, proponha para a turma mais uma atividade prática, para representação das microvilosidades do intestino delgado. Para isso, leve para a sala de aula, várias caixas de massa de modelar, e peça que cada aluno ou dupla de alunos façam com a massa uma superfície com ondulações (semelhante a dedinhos).

Agora pergunte: depois de o alimento ser processado pelo estômago, ele passará por um caminho como este, cheio de vilosidades. Será que este caminho será rápido ou lento? Qual a importância dessa passagem lenta?

Discutindo o assunto

Professor, depois da realização das atividades práticas, disponha os alunos em semicírculo e inicie uma discussão entre eles. Incentive-os a falar sobre o que aprenderam nas atividades, o que pensam representar os modelos construídos.

Discuta com a turma que o intestino é responsável por absorver água e nutrientes, e para que isso seja efetivo, a passagem do alimento por ali deve ser lenta.

Outro fator importante é o tamanho do intestino, só o delgado tem cerca de 6m. Peça aos alunos que imagine todo esse tamanho dentro do nosso corpo (para facilitar a visualização pegue um barbante de 6m e mostre à turma), ele está todo enrolado, já o intestino grosso tem cerca de 1,5m de comprimento.

Para que as células do intestino absorvam os nutrientes e água, o alimento deve ficar o maior tempo possível nele, e quanto maior ele for, melhor será o desempenho desta função. Além disso, as microvilosidades aumentam ainda mais o tamanho do intestino. Retome com a turma o modelo construído com a mangueira sanfonada. Quando esticada teve seu tamanho aumentado.

No nosso intestino também vivem bactérias que ajudam na transformação do alimento e são importantes para a saúde intestinal. Elas não nos causam doenças, pelo contrário. É a chamada flora intestinal, e quando esta flora está desregulada, costumamos ter diarréias.

Para um bom funcionamento do intestino, nossa alimentação deve ser rica em líquidos e fibras, pois as fibras facilitam o trânsito do bolo fecal pelo intestino, e a água evita que ele fique muito lento e cause a famosa prisão de ventre.

Curiosidade:

Apêndice

Má localização. Esse é o problema do apêndice. Ele fica no ceco - o início do cólon, onde os intestino delgado e o grosso se unem - o que o torna suscetível a infecções. O apêndice se assemelha a um tubo com uma extremidade fechada e uma abertura central que pode permitir a entrada de matéria fecal. Assim, é fácil entender como uma infecção no apêndice pode se desenvolver rapidamente e se tornar uma emergência médica. O apêndice tem apenas de oito a dez centímetros de comprimento, mas é um órgão que pode criar certos problemas.

Há outro fato intrigante: o apêndice não parece ter qualquer função no corpo humano. Alguns cientistas acreditam que ele é um vestígio do antigo trato digestivo e que poderia ter sido usado pelos primeiros seres humanos com a finalidade de digerir folhas e cascas resistentes de árvores.

Adaptado de: http://saude.hsw.uol.com.br/apendice.htm (consultado em 14/10/10, às 21h20min).

Mostre para os alunos algumas imagens de sistema digestório, para que localizem os intestinos. Mostre também imagens de intestino delgado, destacando as microvilosidades. Retome a importância destas microvilosidades para a absorção de nutrientes e qual o destino destes nutrientes após serem absorvidos pelos microvilos.



Retirado de: http://sistemacompleto.zip.net/images/intestino-delgado-5.jpg (consultado em 14/10/10, às 21h23min).



Retirado de: http://incostress1.files.wordpress.com/2007/10/villi.jpg (consultado em 14/10/10, às 21h24min).



Retirado de: http://www.mundovestibular.com.br/content_images/1/Biologia/intestino/intestino-delgado-3.jpg (consultado em 14/10/10, às 21h25min).

Texto para os alunos:

Professor, após as discussões acerca das atividades práticas, entregue para os alunos um texto informativo sobre o sistema digestório, para que retomem as funções deste sistema, associando à função específica dos intestinos. Disponha-os em duplas e peça que cada dupla leia atentamente o texto, escrevendo posteriormente no caderno as ideias principais.

Sistema digestório

Todo mundo já ficou imaginando uma vez ou outra como seria poder ficar invisível. Entrar nos lugares sem ser visto, xeretar tudo e todos por aí.

E como seria xeretar o próprio corpo? Já pensou se por uns instantes nossa pele ficasse transparente e a gente pudesse ver os órgãos internos e acompanhar seu funcionamento? Seria a maior viagem.

Bastaria comer um sanduíche e se olhar no espelho para ter uma aula ali mesmo, ao vivo, do processo digestivo. Seria uma experiência curiosa, não? Que tal imaginá-la?

Primeiro você tem que fazer a parte que lhe cabe na digestão: mastigar, mastigar e mastigar. Você vê então o sanduíche sendo amassado e triturado, até virar uma pasta. Tudo isso feito pelos dentes, junto com a saliva e a ajuda da língua.

Depois você acompanha a comida descendo pela garganta, onde fica a epiglote, que está ali para não deixar a comida passar para o sistema respiratório. Da garganta, a comida segue para o esôfago, um tubo com paredes musculosas que a empurra para baixo até ela chegar ao estômago.

Olha só como o estômago fica se mexendo! É que as paredes do estômago, compostas por músculos, se espremem para transformar a comida em líquido. Que diferença daquele pedação de sanduíche que entrou pela boca, hen?

Opa, mas o que é isso? Um líquido que vai agindo sobre a comida? Pois é, no estômago começam a entrar em cena elementos fundamentais para a digestão: os sucos digestivos. Sem eles, a comida levaria uma eternidade para ser transformada.

O estômago produz o ácido clorídrico, que tem a missão de acordar a dorminhoca da pepsina. Ela só acorda para trabalhar, acelerando a digestão das proteínas que estão nos alimentos e são muito importantes para nossa saúde.

Sempre descendo, a comida segue para o intestino delgado. Ali, vai terminar de ser digerida. Dá para perceber que não aproveitamos tudo da comida: nessa etapa, a parte que nos interessa passa pelas paredes do intestino delgado e vai para o sangue. A outra parte é mandada para o intestino grosso.

No intestino delgado e também pelas redondezas, os sucos digestivos continuam em ação. O fígado lança no seu vizinho intestino delgado um líquido chamado bile. Mas não é agressão, não, é para ajudar a quebrar as moléculas grandes de gordura em moléculas menores. Vocês sabem que a gordura é uma parte muito orgulhosa das comidas, não se mistura com nada, então sua digestão é difícil.

O pâncreas também é um vizinho bacana do intestino delgado e manda para ele o suco pancreático, para ajudar nesta transformação de comida em energia. O próprio intestino delgado produz uma substância que ajuda a digestão: o suco entérico.

E o que acontece com a parte da comida que o nosso corpo não aproveita? Prepare-se, porque lá vem caca!

Depois do intestino delgado, vem o intestino grosso. Ele transforma em fezes — ou cocô, para falar o português bem claro — boa parte não aproveitada da comida. Depois, empurra para o reto, no finalzinho do sistema digestório, e as fezes são jogadas para fora pelo ânus.

Adaptado de: http://www.canalkids.com.br/saude/corpo/digestivo.htm (consultado em 14/10/10, às 21h26min) & http://www.canalkids.com.br/saude/corpo/esofago.htm (consultado em 14/10/10, às 21h27min) & http://www.canalkids.com.br/saude/corpo/intestino_f.htm (consultado em 14/10/10, às 21h28min) & http://www.canalkids.com.br/saude/corpo/intestino_g.htm (consultado em 14/10/10, às 21h29min).

Ferramentas tecnológicas – Atividades Visuais:

Professor, agora apresente para a turma alguns vídeos informativos sobre o assunto. Depois que os alunos assistirem com atenção, peça que cada um faça no caderno um pequeno resumo do que aprenderam na aula de hoje, desenhando o caminho do alimento pelo sistema digestório e como acontece a absorção de nutrientes pelo intestino.

O corpo humano - 08 - Sistema digestório - Parte 1 - http://www.youtube.com/watch?v=7k_99M5jRXY&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h30min).

O corpo hunano - 08 - Sistema digestório - Parte 2 - http://www.youtube.com/watch?v=gcWmDduJBZg&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h31min).

O corpo hunano - 08 - Sistema digestório - Parte 3 - http://www.youtube.com/watch?v=zvlThLEnnOQ&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h32min).

Corpo Humano - 03 A Digestão (1 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=yVPsGNxa6z4&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h33min).

Corpo Humano - 03 A Digestão (2 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=o_zGcL7VCpQ&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h34min).

Corpo Humano - 03 A Digestão (3 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=zX06oq7kCNk&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h35min).

Corpo Humano - 18 A Boca e os Dentes (1 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=3J24v6QXmOM&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h36min).

Corpo Humano - 18 A Boca e os Dentes (2 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=vZQX7X_osgQ&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h37min).

Corpo Humano - 18 A Boca e os Dentes (3 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=IlvsnoA48Gw&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h38min).

Recursos Complementares
Professor, abaixo seguem alguns recursos complementares, que poderão ser usados na aula de hoje, caso seja necessário:

http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/fisica-e-quimica/a-quimica-da-digestao/?searchterm=células (consultado em 14/10/10, às 21h39min).

http://www.afh.bio.br/digest/digest1.asp (consultado em 14/10/10, às 21h40min).

http://educacao.uol.com.br/biologia/apendice-humano.jhtm (consultado em 14/10/10, às 21h41min).

Avaliação
Avaliar numa perspectiva formativa implica estar atento à construção de conhecimentos conceituais, comportamentais e atitudinais de nossos alunos. Por isso é importante estar atento a todo o percurso do aluno enquanto aprende: suas ideias iniciais, aquelas apresentadas durante a investigação, à maneira que relaciona com os colegas, sua atitude investigativa e crítica, no decorrer da aula. Feitas estas considerações, propomos mais um momento para que os alunos sejam avaliados.

Divida a turma em pequenos grupos e peça que cada grupo faça uma pesquisa bibliográfica sobre os iogurtes. Esta pesquisa deverá conter as seguintes informações: qual a contribuição dos iogurtes para o nosso intestino? Quais os benefícios digestivos do iogurte? O que possuem os iogurtes?

Esta pesquisa poderá ser realizada em casa ou na escola, num laboratório de informática ou mesmo biblioteca. Depois de os grupos pesquisarem, peça que cada um apresente para a turma o que conseguiram aprender sobre o assunto pesquisado.

Com esta pesquisa, você conseguirá perceber se os alunos conseguiram atingir os objetivos da aula de hoje.
Quefir ou Kefir
O KEFIR é um complemento e enriquecedor alimentar probiótico, com valores e empregos terapêuticos de relevante abrangência que vão além do mero uso na alimentação básica. Consiste em um conjunto de microorganismos vivos que condicionam uma cadeia de simbiose ente si e as células do organismo humano. São amigos da vida humana e grande aliados no combate de um número amplo de enfermidades e disfunções. E um iogurte poderoso e muito benefico a nossa saude.


Possuem a aparência de “grãos” que variam de tamanho, aproximadamente 3 a 7 milímetros e de textura plástica, opaca, ligeiramente transparente que pode ser de coloração branca ou amarelada. Não se trata de algo desenvolvido por pesquisas de laboratório, foi por séculos um segredo étnico. Estudado por pesquisadores ocidentais no decorrer do século XX, vem se popularizando mundialmente desde 1999 com maior intensidade. E há uma forte tendência para que ocupe papel de destaque no século XXI. Atribui-se ao uso diário do kefir a famosa longevidade e saúde dos habitantes das montanhas russas do Cáucaso que são os únicos a alcançarem a idade de até 120 anos gozando de total saúde.

Trata-se de uma cultura de fácil utilização caseira, sua exploração industrial, não tem sido possível até o presente momento e as tentativas comerciais que se encontram no mercado e presentes em apenas alguns poucos países, colocam em circulação um similar com propriedades reduzidas e incompletas. É possível a sua exploração artesanal. Na Rússia 70% dos laticínios são a base de culturas de kefir.

É conhecido também como um elemento da ecologia corpórea por promover um eco sistema orgânico dentro do corpo com total equilíbrio. Seu emprego diário alimentar e terapêutico varia em quantidade de acordo com a finalidade e especificação. Não possui efeitos colaterais nem desenvolve intolerância, pode ser consumido em veículo líquido, água, sucos, leite de vaca, cabra, búfala, ovelha, leite de coco, de soja, queijos e receitas culinárias. Há vinagres balsâmicos e comuns desenvolvidos a partir da cultura do kefir. Crianças com intolerância ao leite comum podem assimilar o kefir lácteo e por ser algo caseiro é inúmeras vezes mais barato do que as alternativas à venda.

É chamado de matriz os grãos que formam o produto a ser consumido, o resultado da inoculação por grãos de kefir pode ser chamado de cultura mãe, também serve para obter a inoculação de leite e sucos, há uma diferença grande entre os grãos de kefir e a fermentação derivada de seu produto. Esta última não é capaz de produzir a chamada isca para um novo kefir ou produto.

Kefir é uma realidade comunitária biologia em defesa da vida e da saúde, uma união agregativa e não desagregativa de forças do bem em nossas vidas, uma atitude yogui por excelência é a sua disseminação, a palavra yoga significa união, com tal conotação.

MODO DE PREPARO DO KEFIR
Kefir pode ser preparado com água ou leite. Para o uso de apoio em terapias emprega-se uma quantidade maior do que como complemento na alimentação básica e para tal a água é mais indicado.

EM ÁGUA
Adicione de 2 a 4 colheres de sopa com grãos de kefir em um litro de água mineral. Coloque 3 colheres de sopa de açúcar mascavo, rapadura moída ou melado de cana de boa qualidade. Mantenha uma boa higiene no preparo. O recipiente pode ser de vidro, inox, ou plástico de boa qualidade. Tampe o recipiente para evitar a presença de impurezas, ciscos, poeira e insetos, mas deixe uma saída de ar, pois na fermentação haverá a expansão de gás carbônico e se for hermeticamente fechado poderá explodir, cubra com pano ou tuia e prenda-o com um elástico. Deixe em temperatura ambiente durante 10 a 40 horas, lembre que os dias mais quentes aceleram a cultura e os dias frios retardam. O kefir se desenvolve bem na temperatura ambiente de 20 a 30 graus centígrados. Dependendo da finalidade ou gosto o tempo de fermentação da cultura varia.
Coe e armazene em recipiente igual ao anterior. Nunca utilize alumínio ou ferro em nenhuma das etapas. Os grãos se multiplicam com rapidez e devem ser reaproveitados para uma nova cultura e utilizados para a importante disseminação comunitária, lembre-se de sua preciosidade. Os grãos possuem valor individual, familiar e coletivo, são bons para nos ajudar individualmente e coletivamente.

NO LEITE
O procedimento é igual ao da água, com a diferença de que o leite deve ser morno ao iniciar a cultura. Leite pasteurizado pode ser empregado. É aconselhável que se tenha sempre em mãos uma cultura na água também, pois o leite é um produto que vem sendo adulterado com substâncias químicas desde a alimentação da vaca até o seu acondicionamento e com o tempo a cultura de kefir pode sofrer alterações. Não há necessidade de se adicionar açúcar mascavo ou equivalente ao leite, ele já tem o seu açúcar próprio que conhecido pelo nome de lactose. A lactose é consumida e transformada pela cultura e torna o leite enriquecido e assimilável por aqueles que possuem intolerância à lactose, adultos e crianças até da mais tenra idade, como bebes, por exemplo. O sabor é muito palatável.
MODO DE USO DO KEFIR
Tem uso interno e externo. O uso externo é indicado para problemas cutâneos como acne com incrível eficácia e para a manutenção e regeneração da pele. No uso contínuo e diário, com 300ml a 500ml (meio litro) já se consegue bons resultados e benefícios. Para a maioria dos empregos terapêuticos aconselha-se a ingestão de kefir feito com água na quantidade aproximada de um litro por dia e dois litros em casos graves de anemia e para uma intensa desintoxicação orgânica. É recomendada a ingestão diurna do kefir, após o por do Sol a interação química com o corpo não é das melhores e deve ser evitada. Não comemos os grãos de kefir, mas sim ingerimos a parte líquida de fermentação da cultura. Pode ser refrigerado, misturado na base de 50% nos sucos de frutas. Kefir com mel e guaraná em pó é um tônico geral maravilhoso. Os produtos lácteos do kefir podem ser adicionados a frutas, utilizados em receitas variadas, mas sempre consumido cru. O uso de chás medicinais para a fermentação desta cultura traz bons resultados. O conhecimento do uso e modo de consumo do kefir é ainda uma página nova na aventura da vida humana e espero que a sua pessoa venha dar suas contribuições em editá-la.
O kefir de 12 horas de fermentação produz efeito laxativo no intestino, o de 24 horas é um pouco laxativo (ideal para quem tem o intestino normal) e o de 40 horas de fermentação prende o intestino.

ARMAZENAMENTO
Após coado, o líquido resultante da fermentação da cultura deve ser conservado em refrigeração, mesmo quando consumido na forma de queijos. A duração de seus produtos vai até no máximo três dias, mesmo sob refrigeração. Os grãos, após lavados e secados devidamente à sombra em temperatura ambiente, podem ser mantidos refrigerados a 4°C ou liofilizados por congelamento. As formas comerciais de kefir contém apenas uma parcela de seus componentes e o mais conhecido é o kefiran. O armazenamento do kefir tem sido a maior barreira para a sua ampla comercialização. Até mesmo as matrizes vendidas por correio no exterior não são o verdadeiro kefir por serem apenas elementos parciais do kefir, assim como em yoga, a fonte de aquisição é um fator fundamental em sua eficiência e garantia. Os grãos verdadeiros são adquiridos de pessoa a pessoa, pessoalmente e com uma corrente de bons fluídos, da qual o kefir é apenas mais um componente.
BENEFÍCIOS DIETÉTICOS E TERAPÊUTICOS
O kefir é tido como um ótimo regulador do peso. A associação simultânea de kefir com jejum é um desastre, o kefir atua como um enzimático poderoso e acentua amplamente o anabolismo, ou seja, a assimilação de nutrientes, isto faz com que seja necessária a utilização de comida normalmente. Para os que gostam de jejuar o uso nos dias de jejum pode ser suspenso. Se alimentar só de kefir é uma atitude errada e contra indicada. Um grande restaurador da vitalidade e da disposição física, mental e emocional é o nosso amigo kefir.

Se diz que o kefir é uma bênção para o nosso século porque é um auxiliar vital e importante contra diversos tipos de disfunções e moléstias que são típicas de nossos dias, por exemplo: Ajuda a combater os males contraídos por irradiações, exposições a monitores de vídeo, na desintoxicação de poluentes tóxicos, etc. Combate distúrbios nervosos, a ansiedade e a insônia, reduz o colesterol e regulariza a digestão, restaura rapidamente a micro flora intestinal, ótimo para quem se submeteu a longos tratamentos com antibióticos. Na Rússia e na Alemanha o uso em hospitais psiquiátricos tem obtido nobre respeito. Promove uma absorção orgânica muito maior de sais minerais e vitaminas, principalmente a vitamina B12, ajudando nos problemas de desnutrição. Auxilia a absorção de proteínas.

Tem sido usado no tratamento de pacientes que sofrem de AIDS. Aumenta a imunidade em grande escala. Tem colaborado no tratamento de herpes, câncer e síndrome de fadiga crônica. O uso regular de kefir pode ajudar a remover todo tipo de desordem do aparelho digestivo. A purificação orgânica que promove auxilia a obtenção de um eco sistema interno perfeito para a saúde e para a longevidade.

Kefir pode ser usado nos seguintes casos: Desequilíbrios emocionais e de origem nervosa. Erupções cutâneas. Problemas renais e da bexiga. Anemias. Problemas respiratórios. Alergias. Disfunções hepáticas. Diarréia. Prisão de ventre. Problemas cardio-vasculares (infarto e arteriosclerose). Reumatismos. L.E.R. Tumores. Doenças do estômago, úlceras pépticas e duodenais, gastrite. Digestivo, não produz intolerância ou efeitos colaterais. Em doenças graves e prolongadas deve ser tomado abundantemente três vezes ao dia meio litro por vez.

Para bebes a sua colaboração no desenvolvimento de um aparelho digestivo saudável é vital. Kefir é rico em vitamina B12, B1 e vitamina K. É uma fonte excelente de biotina, a vitamina B que aumenta a assimilação das outras vitaminas do complexo B.

AONDE ENCONTRAR DE GRAÇA O QUEFIR?
Há uma lista de discussão na Yahoogrupos onde os seus participantes distribuem gratuitamente o quefir. Fica neste endereço: http://br.groups.yahoo.com/group/fazendo_kefir/.
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Manual do Kefir
Perguntas e Respostas sobre o Kefir
Kefirkraut
Quefir ou Kefir
O KEFIR é um complemento e enriquecedor alimentar probiótico, com valores e empregos terapêuticos de relevante abrangência que vão além do mero uso na alimentação básica. Consiste em um conjunto de microorganismos vivos que condicionam uma cadeia de simbiose ente si e as células do organismo humano. São amigos da vida humana e grande aliados no combate de um número amplo de enfermidades e disfunções. E um iogurte poderoso e muito benefico a nossa saude.


Possuem a aparência de “grãos” que variam de tamanho, aproximadamente 3 a 7 milímetros e de textura plástica, opaca, ligeiramente transparente que pode ser de coloração branca ou amarelada. Não se trata de algo desenvolvido por pesquisas de laboratório, foi por séculos um segredo étnico. Estudado por pesquisadores ocidentais no decorrer do século XX, vem se popularizando mundialmente desde 1999 com maior intensidade. E há uma forte tendência para que ocupe papel de destaque no século XXI. Atribui-se ao uso diário do kefir a famosa longevidade e saúde dos habitantes das montanhas russas do Cáucaso que são os únicos a alcançarem a idade de até 120 anos gozando de total saúde.

Trata-se de uma cultura de fácil utilização caseira, sua exploração industrial, não tem sido possível até o presente momento e as tentativas comerciais que se encontram no mercado e presentes em apenas alguns poucos países, colocam em circulação um similar com propriedades reduzidas e incompletas. É possível a sua exploração artesanal. Na Rússia 70% dos laticínios são a base de culturas de kefir.

É conhecido também como um elemento da ecologia corpórea por promover um eco sistema orgânico dentro do corpo com total equilíbrio. Seu emprego diário alimentar e terapêutico varia em quantidade de acordo com a finalidade e especificação. Não possui efeitos colaterais nem desenvolve intolerância, pode ser consumido em veículo líquido, água, sucos, leite de vaca, cabra, búfala, ovelha, leite de coco, de soja, queijos e receitas culinárias. Há vinagres balsâmicos e comuns desenvolvidos a partir da cultura do kefir. Crianças com intolerância ao leite comum podem assimilar o kefir lácteo e por ser algo caseiro é inúmeras vezes mais barato do que as alternativas à venda.

É chamado de matriz os grãos que formam o produto a ser consumido, o resultado da inoculação por grãos de kefir pode ser chamado de cultura mãe, também serve para obter a inoculação de leite e sucos, há uma diferença grande entre os grãos de kefir e a fermentação derivada de seu produto. Esta última não é capaz de produzir a chamada isca para um novo kefir ou produto.

Kefir é uma realidade comunitária biologia em defesa da vida e da saúde, uma união agregativa e não desagregativa de forças do bem em nossas vidas, uma atitude yogui por excelência é a sua disseminação, a palavra yoga significa união, com tal conotação.

MODO DE PREPARO DO KEFIR
Kefir pode ser preparado com água ou leite. Para o uso de apoio em terapias emprega-se uma quantidade maior do que como complemento na alimentação básica e para tal a água é mais indicado.

EM ÁGUA
Adicione de 2 a 4 colheres de sopa com grãos de kefir em um litro de água mineral. Coloque 3 colheres de sopa de açúcar mascavo, rapadura moída ou melado de cana de boa qualidade. Mantenha uma boa higiene no preparo. O recipiente pode ser de vidro, inox, ou plástico de boa qualidade. Tampe o recipiente para evitar a presença de impurezas, ciscos, poeira e insetos, mas deixe uma saída de ar, pois na fermentação haverá a expansão de gás carbônico e se for hermeticamente fechado poderá explodir, cubra com pano ou tuia e prenda-o com um elástico. Deixe em temperatura ambiente durante 10 a 40 horas, lembre que os dias mais quentes aceleram a cultura e os dias frios retardam. O kefir se desenvolve bem na temperatura ambiente de 20 a 30 graus centígrados. Dependendo da finalidade ou gosto o tempo de fermentação da cultura varia.
Coe e armazene em recipiente igual ao anterior. Nunca utilize alumínio ou ferro em nenhuma das etapas. Os grãos se multiplicam com rapidez e devem ser reaproveitados para uma nova cultura e utilizados para a importante disseminação comunitária, lembre-se de sua preciosidade. Os grãos possuem valor individual, familiar e coletivo, são bons para nos ajudar individualmente e coletivamente.

NO LEITE
O procedimento é igual ao da água, com a diferença de que o leite deve ser morno ao iniciar a cultura. Leite pasteurizado pode ser empregado. É aconselhável que se tenha sempre em mãos uma cultura na água também, pois o leite é um produto que vem sendo adulterado com substâncias químicas desde a alimentação da vaca até o seu acondicionamento e com o tempo a cultura de kefir pode sofrer alterações. Não há necessidade de se adicionar açúcar mascavo ou equivalente ao leite, ele já tem o seu açúcar próprio que conhecido pelo nome de lactose. A lactose é consumida e transformada pela cultura e torna o leite enriquecido e assimilável por aqueles que possuem intolerância à lactose, adultos e crianças até da mais tenra idade, como bebes, por exemplo. O sabor é muito palatável.
MODO DE USO DO KEFIR
Tem uso interno e externo. O uso externo é indicado para problemas cutâneos como acne com incrível eficácia e para a manutenção e regeneração da pele. No uso contínuo e diário, com 300ml a 500ml (meio litro) já se consegue bons resultados e benefícios. Para a maioria dos empregos terapêuticos aconselha-se a ingestão de kefir feito com água na quantidade aproximada de um litro por dia e dois litros em casos graves de anemia e para uma intensa desintoxicação orgânica. É recomendada a ingestão diurna do kefir, após o por do Sol a interação química com o corpo não é das melhores e deve ser evitada. Não comemos os grãos de kefir, mas sim ingerimos a parte líquida de fermentação da cultura. Pode ser refrigerado, misturado na base de 50% nos sucos de frutas. Kefir com mel e guaraná em pó é um tônico geral maravilhoso. Os produtos lácteos do kefir podem ser adicionados a frutas, utilizados em receitas variadas, mas sempre consumido cru. O uso de chás medicinais para a fermentação desta cultura traz bons resultados. O conhecimento do uso e modo de consumo do kefir é ainda uma página nova na aventura da vida humana e espero que a sua pessoa venha dar suas contribuições em editá-la.
O kefir de 12 horas de fermentação produz efeito laxativo no intestino, o de 24 horas é um pouco laxativo (ideal para quem tem o intestino normal) e o de 40 horas de fermentação prende o intestino.

ARMAZENAMENTO
Após coado, o líquido resultante da fermentação da cultura deve ser conservado em refrigeração, mesmo quando consumido na forma de queijos. A duração de seus produtos vai até no máximo três dias, mesmo sob refrigeração. Os grãos, após lavados e secados devidamente à sombra em temperatura ambiente, podem ser mantidos refrigerados a 4°C ou liofilizados por congelamento. As formas comerciais de kefir contém apenas uma parcela de seus componentes e o mais conhecido é o kefiran. O armazenamento do kefir tem sido a maior barreira para a sua ampla comercialização. Até mesmo as matrizes vendidas por correio no exterior não são o verdadeiro kefir por serem apenas elementos parciais do kefir, assim como em yoga, a fonte de aquisição é um fator fundamental em sua eficiência e garantia. Os grãos verdadeiros são adquiridos de pessoa a pessoa, pessoalmente e com uma corrente de bons fluídos, da qual o kefir é apenas mais um componente.
BENEFÍCIOS DIETÉTICOS E TERAPÊUTICOS
O kefir é tido como um ótimo regulador do peso. A associação simultânea de kefir com jejum é um desastre, o kefir atua como um enzimático poderoso e acentua amplamente o anabolismo, ou seja, a assimilação de nutrientes, isto faz com que seja necessária a utilização de comida normalmente. Para os que gostam de jejuar o uso nos dias de jejum pode ser suspenso. Se alimentar só de kefir é uma atitude errada e contra indicada. Um grande restaurador da vitalidade e da disposição física, mental e emocional é o nosso amigo kefir.

Se diz que o kefir é uma bênção para o nosso século porque é um auxiliar vital e importante contra diversos tipos de disfunções e moléstias que são típicas de nossos dias, por exemplo: Ajuda a combater os males contraídos por irradiações, exposições a monitores de vídeo, na desintoxicação de poluentes tóxicos, etc. Combate distúrbios nervosos, a ansiedade e a insônia, reduz o colesterol e regulariza a digestão, restaura rapidamente a micro flora intestinal, ótimo para quem se submeteu a longos tratamentos com antibióticos. Na Rússia e na Alemanha o uso em hospitais psiquiátricos tem obtido nobre respeito. Promove uma absorção orgânica muito maior de sais minerais e vitaminas, principalmente a vitamina B12, ajudando nos problemas de desnutrição. Auxilia a absorção de proteínas.

Tem sido usado no tratamento de pacientes que sofrem de AIDS. Aumenta a imunidade em grande escala. Tem colaborado no tratamento de herpes, câncer e síndrome de fadiga crônica. O uso regular de kefir pode ajudar a remover todo tipo de desordem do aparelho digestivo. A purificação orgânica que promove auxilia a obtenção de um eco sistema interno perfeito para a saúde e para a longevidade.

Kefir pode ser usado nos seguintes casos: Desequilíbrios emocionais e de origem nervosa. Erupções cutâneas. Problemas renais e da bexiga. Anemias. Problemas respiratórios. Alergias. Disfunções hepáticas. Diarréia. Prisão de ventre. Problemas cardio-vasculares (infarto e arteriosclerose). Reumatismos. L.E.R. Tumores. Doenças do estômago, úlceras pépticas e duodenais, gastrite. Digestivo, não produz intolerância ou efeitos colaterais. Em doenças graves e prolongadas deve ser tomado abundantemente três vezes ao dia meio litro por vez.

Para bebes a sua colaboração no desenvolvimento de um aparelho digestivo saudável é vital. Kefir é rico em vitamina B12, B1 e vitamina K. É uma fonte excelente de biotina, a vitamina B que aumenta a assimilação das outras vitaminas do complexo B.

AONDE ENCONTRAR DE GRAÇA O QUEFIR?
Há uma lista de discussão na Yahoogrupos onde os seus participantes distribuem gratuitamente o quefir. Fica neste endereço: http://br.groups.yahoo.com/group/fazendo_kefir/.
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Manual do Kefir
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Both kefir and yogurt are cultured milk products...
...but they contain different types of beneficial bacteria. Yogurt contains transient beneficial bacteria that keep the digestive system clean and provide food for the friendly bacteria that reside there. But kefir can actually colonize the intestinal tract, a feat that yogurt cannot match.
Kefir contains several major strains of friendly bacteria not commonly found in yogurt, Lactobacillus Caucasus, Leuconostoc, Acetobacter species, and Streptococcus species.

It also contains beneficial yeasts, such as Saccharomyces kefir and Torula kefir, which dominate, control and eliminate destructive pathogenic yeasts in the body. They do so by penetrating the mucosal lining where unhealthy yeast and bacteria reside, forming a virtual SWAT team that housecleans and strengthens the intestines. Hence, the body becomes more efficient in resisting such pathogens as E. coli and intestinal parasites.

Kefir's active yeast and bacteria provide more nutritive value than yogurt by helping digest the foods that you eat and by keeping the colon environment clean and healthy.

Because the curd size of kefir is smaller than yogurt, it is also easier to digest, which makes it a particularly excellent, nutritious food for babies, the elderly and people experiencing chronic fatigue and digestive disorders.


Unit Price: $26.95



Quantity






Body Ecology Kefir Starter contains the following beneficial bacteria:

Lactococcus lactis subsp. lactis
Lactococcus lactis subsp. cremoris
Lactococcus lactis subsp. diacetylactis,
Leuconostoc mesenteroides subsp. cremoris
Lactobacillus kefyr (thermophilic)
Klyveromyces marxianus var. marxianus
Saccaromyces unisporus
dextrose as a carrier (consumed during fermentation)
Kefiran
Atualmente, o mecanismo envolvido na construção da estrutura bio-matriz (grãos), não é completamente entendida. Um gel solúvel polisacarídeo descoberto nos grãos de kefir foi o único elemente que recebeu seu próprio nome - kefiran (KFG-C). Os grãos de kefir secos, consistem numa matriz de aproximadamente 45% de kefiran. O polisacarídeo é composto de dois mono-sacarídeos, Glucose e Galactose em proporções quase iguais. Kefiran é produzido no centro dos grãos, sintetizado pelas espécies de lactobacilos homofermentativos, incluindo Lb.Kefiranofaciens e Lb. Kefiri. Este lactobacilo em particular é encapsulado no centro dos grãos, onde as condições anaeróbicas são favoráveis à síntese do kefiran na presença do ácool etanol. Existem outros lactobacilos que producem um polisacarídeo similar, Lb.sp.KPB-167B e Lb. brevis.

Estes, incluindo outras espécies de Lactobacilos, que poduzem kefiran ou uma forma similar de polisacarídeos (com pequenas variações entre as proporções de glucose e galactose) podem ser os mecanismos responsáveis pela tendência natural dos grãos de se propagarem em estruturas fechadas. Possivelmente, por causa das diferentes pressões dos micróbios encapsulados, organizados em camadas específicas que se extendem através do centro da matriz.

Experimentos com camundongos (contra camundongos, na verdade) revelaram que o kefiran possui propriedades anti-tumor. Nestes experimentos, a administração oral do kefiran reduziu o tamanho de tumores, pela indução específica da resposta imunológica nos camundongos. Muita desta pesquisa foi inicialmente realizada no Japão [25, 4, 5, 6]. Pesquisas mais recentes avaliaram as propriedades anti-infalamatórias dos grãos de kefir administrados a ratos [7].

Fonte: [1]