absorção de nutrientes
A absorção é o processo pelo qual os nutrientes, resultantes da simplificação molecular dos alimentos durante a digestão, passam para o meio interno, através das paredes do sistema digestivo.
Durante a digestão, os alimentos, através de processos mecânicos e químicos, são decompostos em moléculas mais simples, de menor tamanho, susceptíveis de poderem atravessar as paredes do tubo digestivo (meio externo) para o meio interno (sangue e linfa), sendo conduzidos até às células, onde são utilizados no decurso do metabolismo celular.
O processo de absorção ocorre ao nível do intestino delgado, principalmente na zona do jejuno, excepção feita a algumas pequenas moléculas, como o álcool e a cafeína, cuja absorção ocorre logo na boca e estômago. No intestino grosso, ao nível do cólon, ocorre também absorção de determinadas substâncias, como alguns aminoácidos e vitaminas resultantes da acção das bactérias da flora intestinal. No entanto, nesta zona do intestino, os nutrientes absorvidos em maior quantidade são a água e os sais minerais.
A superfície interna do intestino delgado está altamente especializada nos processos absortivos, apresentando uma grande superfície de contacto, em virtude do seu aspecto ondulado, resultante de inúmeras pregas que a recobrem interiormente: as válvulas coniventes. Além disto, está também recoberta por inúmeras projecções em forma de luva, as vilosidades intestinais, as quais possuem no seu interior uma pequena rede de capilares sanguíneos e um vaso linfático-vaso quilífero.
A simplificação molecular da digestão permite a formação de moléculas capazes de atravessar o epitélio intestinal, atingindo os vasos sanguíneos e o quilífero, que os transportam depois para diversos pontos no organismo.
Para os vasos sanguíneos vão ser absorvidos os aminoácidos, glicose, sais minerais, alguns ácidos gordos e vitaminas hidrossolúveis, que vão ser conduzidos até ao fígado pela veia porta hepática. A maior parte dos ácidos gordos e vitaminas lipossolúveis são absorvidos pelos vasos linfáticos e transportados pelo canal torácico linfático até à veia cava superior, onde entram na corrente sanguínea, através da qual são distribuídos às células.
Os nutrientes podem ser absorvidos de forma directa ou indirecta. Um nutriente é absorvido de modo indirecto quando precisa de ajuda de outras substâncias para ser absorvido, como por exemplo, o cálcio, que necessita da presença de vitamina D, ou o ferro, cuja passagem para o meio interno está dependente da presença de vitamina B12.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Alteração da flora bacteriana intestinal aumenta a absorção de calorias
A obesidade é uma doença crônica e de difícil tratamento, cuja prevalência vem aumentando e se tornando uma pandemia. Estima-se que 1,6 bilhões de adultos estão acima do peso, 400 milhões estão obesos.
No Brasil 40 % da população esta acima do peso e destes, 10 % são obesos, se tornando um grave problema de saúde devido ao aumento do risco de mortalidade e morbidade, geralmente associado à hipertensão arterial sistêmica, diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de cânceres.
Estudos recentes têm mostrado que a microbiota intestinal, comumente conhecida como flora bacteriana, tem um importante papel na obesidade, afetando o acúmulo de gordura e extração de calorias. A microbiota é responsável por varias funções: processos metabólicos (fermentação, síntese de vitaminas e produção energética), estimulação tróficas (diferenciação epitelial celular e imunomodulação) e proteção contra patógenos (produção de bacteriocidinas).
A Alteração da microbiota intestinal está relacionada a várias patologias, como síndrome do intestino irritável, fibromialgia, doenças autoimunes e recentemente, relaciona-se o desequilíbrio da microbiota intestinal com a obesidade.
A microbiota intestinal desempenha um importante papel para funcionamento normal do intestino e manutenção da saúde do indivíduo. As atividades da microbiota intestinal sadia são: ajudar a digestão da celulose e estocar energia, formar uma barreira de defesa natural, que é essencial para desenvolvimento e maturação do sistema imunológico sistêmico e de mucosa. A microbiota é composta por bactérias potencialmente patogênicas ao lado de microrganismos não patogênicos e benéficos para saúde.
A flora intestinal muda drasticamente após o nascimento e a dieta é o fator principal da natureza e da sequência desta colonização. As bifidobacterias e enterobacterias são as primeiras colonizadoras, mas a composição da microbiota intestinal muda conforme a alimentação, se feita de leite materno ou refeições prontas.
As bifidobacterias são organismos primários que produzem grandes concentrações de lactato e acetato restringindo o crescimento de bactérias potencialmente patogênicas como a E. coli e clostridum perfringens. A transformação para microbiota adulta é influenciado por múltiplos fatores como a alimentação desequilibrada, álcool, fumo, fadiga, estresse, idade, antibióticos e infecção bacteriana.
FLORA INTESTINAL NA OBESIDADE
Evidências recentes mostram que trilhões de bactérias que normalmente residem na flora intestinal humana afetam a aquisição de nutrientes e a regulação energética. Além disso, os lipossacarídeos bacterianos da microbiota intestinal seriam um fator de gatilho relacionando a inflamação e dieta rica em gordura induzindo a obesidade.
Uma pesquisa realizada na Universidade de Washington (Saint Louis, EUA) pelo professor de biologia molecular e farmacologia Jeffrey Gordon, indica que um simples desequilíbrio entre os organismos que vivem no intestino pode causar aumento de peso. Estima-se que haja um número entre 500 e 1000 tipos de micróbios compondo a flora intestinal.
De acordo com Gordon, que teve seu trabalho publicado na revista britânica “Nature”, a absorção de nutrientes é diferente para cada pessoa, dependendo da sua microbiota. Este mecanismo determina a quantidade de calorias armazenadas pelas pessoas, sendo que algumas absorvem mais e outras, menos.
Backhed e colaboradores demonstraram que ratos germ free (sem nenhum tipo de microrganismo que habite neles) tem menos percentual de gordura, apesar de serem submetidos a mesma dieta.
E seguindo o mesmo raciocínio, mais tarde foi demonstrado que a colonização de microbiota intestinal de ratos obesos em ratos germ free ocasionou um aumento significativo da porcentagem de gordura em comparação à colonização com a microbiota de ratos magros.
Este estudo também mostrou que a flora microbiota de ratos obesos com deficiência de leptina (ob/ob) em comparação aos ratos magros, tinha maior proporção de espécies firmicutes e menor de bacteriodes.
Estes cientistas evidenciaram que a microbiota intestinal dos ratos obesos era rica em genes que produzem enzimas capazes de quebrar polissacarídeos indigeríveis.
Além disso, foram encontrados maiores produtos de fermentação e menos calorias nas fezes de ratos obesos, sugerindo que a microbiota intestinal destes ratos facilita a extração de calorias de alimentos não digeridos normalmente.
Ley e colaboradores também demonstraram que a obesidade pode estar relacionada à alteração da microbiota intestinal em roedores.
Ratos obesos com deficiência de leptina têm 50 % menos de bacteriodes e 50 % mais de firmicutes em comparação aos ratos magros. O mesmo grupo de investigadores mostrou uma diminuição de bacteriodes na microbiota intestinal de humanos obesos em comparação aos indivíduos magros. Além disso, os obesos que perdiam peso e se mantinham por mais de um ano, quase se igualavam a proporção de firmiculites dos indivíduos magros.
Esta técnica consiste na drenagem completa do intestino grosso, tratando todo o ambiente colônico para que fique parecido com o momento do nosso nascimento, só que agora, com uma mínima microbiota nociva remanescente tornando extremamente eficiente a recolonização de Flora Bacteriana em um ambiente intestinal sem a competição entre as bactéria saudáveis e nocivas.
Ou seja, o intestino grosso ficará com o mínimo possível de flora nociva favorecendo a proliferação dos lactobacilos saudáveis.
Após o tratamento, o paciente passará por um período de 30 a 90 dias repondo a microbiota intestinal via oral para que passe existir no cólon uma Flora Bacteriana saudável e funcional.
A obesidade é uma doença crônica e de difícil tratamento, cuja prevalência vem aumentando e se tornando uma pandemia. Estima-se que 1,6 bilhões de adultos estão acima do peso, 400 milhões estão obesos.
No Brasil 40 % da população esta acima do peso e destes, 10 % são obesos, se tornando um grave problema de saúde devido ao aumento do risco de mortalidade e morbidade, geralmente associado à hipertensão arterial sistêmica, diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de cânceres.
Estudos recentes têm mostrado que a microbiota intestinal, comumente conhecida como flora bacteriana, tem um importante papel na obesidade, afetando o acúmulo de gordura e extração de calorias. A microbiota é responsável por varias funções: processos metabólicos (fermentação, síntese de vitaminas e produção energética), estimulação tróficas (diferenciação epitelial celular e imunomodulação) e proteção contra patógenos (produção de bacteriocidinas).
A Alteração da microbiota intestinal está relacionada a várias patologias, como síndrome do intestino irritável, fibromialgia, doenças autoimunes e recentemente, relaciona-se o desequilíbrio da microbiota intestinal com a obesidade.
A microbiota intestinal desempenha um importante papel para funcionamento normal do intestino e manutenção da saúde do indivíduo. As atividades da microbiota intestinal sadia são: ajudar a digestão da celulose e estocar energia, formar uma barreira de defesa natural, que é essencial para desenvolvimento e maturação do sistema imunológico sistêmico e de mucosa. A microbiota é composta por bactérias potencialmente patogênicas ao lado de microrganismos não patogênicos e benéficos para saúde.
A flora intestinal muda drasticamente após o nascimento e a dieta é o fator principal da natureza e da sequência desta colonização. As bifidobacterias e enterobacterias são as primeiras colonizadoras, mas a composição da microbiota intestinal muda conforme a alimentação, se feita de leite materno ou refeições prontas.
As bifidobacterias são organismos primários que produzem grandes concentrações de lactato e acetato restringindo o crescimento de bactérias potencialmente patogênicas como a E. coli e clostridum perfringens. A transformação para microbiota adulta é influenciado por múltiplos fatores como a alimentação desequilibrada, álcool, fumo, fadiga, estresse, idade, antibióticos e infecção bacteriana.
FLORA INTESTINAL NA OBESIDADE
Evidências recentes mostram que trilhões de bactérias que normalmente residem na flora intestinal humana afetam a aquisição de nutrientes e a regulação energética. Além disso, os lipossacarídeos bacterianos da microbiota intestinal seriam um fator de gatilho relacionando a inflamação e dieta rica em gordura induzindo a obesidade.
Uma pesquisa realizada na Universidade de Washington (Saint Louis, EUA) pelo professor de biologia molecular e farmacologia Jeffrey Gordon, indica que um simples desequilíbrio entre os organismos que vivem no intestino pode causar aumento de peso. Estima-se que haja um número entre 500 e 1000 tipos de micróbios compondo a flora intestinal.
De acordo com Gordon, que teve seu trabalho publicado na revista britânica “Nature”, a absorção de nutrientes é diferente para cada pessoa, dependendo da sua microbiota. Este mecanismo determina a quantidade de calorias armazenadas pelas pessoas, sendo que algumas absorvem mais e outras, menos.
Backhed e colaboradores demonstraram que ratos germ free (sem nenhum tipo de microrganismo que habite neles) tem menos percentual de gordura, apesar de serem submetidos a mesma dieta.
E seguindo o mesmo raciocínio, mais tarde foi demonstrado que a colonização de microbiota intestinal de ratos obesos em ratos germ free ocasionou um aumento significativo da porcentagem de gordura em comparação à colonização com a microbiota de ratos magros.
Este estudo também mostrou que a flora microbiota de ratos obesos com deficiência de leptina (ob/ob) em comparação aos ratos magros, tinha maior proporção de espécies firmicutes e menor de bacteriodes.
Estes cientistas evidenciaram que a microbiota intestinal dos ratos obesos era rica em genes que produzem enzimas capazes de quebrar polissacarídeos indigeríveis.
Além disso, foram encontrados maiores produtos de fermentação e menos calorias nas fezes de ratos obesos, sugerindo que a microbiota intestinal destes ratos facilita a extração de calorias de alimentos não digeridos normalmente.
Ley e colaboradores também demonstraram que a obesidade pode estar relacionada à alteração da microbiota intestinal em roedores.
Ratos obesos com deficiência de leptina têm 50 % menos de bacteriodes e 50 % mais de firmicutes em comparação aos ratos magros. O mesmo grupo de investigadores mostrou uma diminuição de bacteriodes na microbiota intestinal de humanos obesos em comparação aos indivíduos magros. Além disso, os obesos que perdiam peso e se mantinham por mais de um ano, quase se igualavam a proporção de firmiculites dos indivíduos magros.
Esta técnica consiste na drenagem completa do intestino grosso, tratando todo o ambiente colônico para que fique parecido com o momento do nosso nascimento, só que agora, com uma mínima microbiota nociva remanescente tornando extremamente eficiente a recolonização de Flora Bacteriana em um ambiente intestinal sem a competição entre as bactéria saudáveis e nocivas.
Ou seja, o intestino grosso ficará com o mínimo possível de flora nociva favorecendo a proliferação dos lactobacilos saudáveis.
Após o tratamento, o paciente passará por um período de 30 a 90 dias repondo a microbiota intestinal via oral para que passe existir no cólon uma Flora Bacteriana saudável e funcional.
Introdução: uma abordagem para o professor
Intestino delgado, suco pancreático e bile
O intestino delgado é dividido em três regiões: duodeno, jejuno e íleo. A digestão do quimo ocorre predominantemente no duodeno e nas primeiras porções do jejuno. No duodeno atua também o suco pancreático, produzido pelo pâncreas, que contêm diversas enzimas digestivas. Outra secreção que atua no duodeno é a bile, produzida no fígado, que apesar de não conter enzimas, tem a importante função, entre outras, de transformar gorduras em gotículas microscópicas.
Absorção de nutrientes no intestino delgado
O álcool etílico, alguns sais e a água, podem ser absorvidos diretamente no estômago. A maioria dos nutrientes são absorvidos pela mucosa do intestino delgado, de onde passa para a corrente sanguínea.
Aminoácidos e açúcares atravessam as células do revestimento intestinal e passam para o sangue, que se encarrega de distribuí-los a todas as células do corpo. O glicerol e os ácidos graxos resultantes da digestão de lipídios são absorvidos pelas células intestinais, onde são convertidos em lipídios e agrupados, formando pequenos grãos, que são secretados nos vasos linfáticos das vilosidades intestinais, atingindo a corrente sanguínea.
Depois de uma refeição rica em gorduras, o sangue fica com aparência leitosa, devido ao grande número de gotículas de lipídios. Após uma refeição rica em açúcares, a glicose em excesso presente no sangue é absorvida pelas células hepáticas e transformada em glicogênio, sendo convertida em glicose novamente assim que a taxa de glicose no sangue cai.
Absorção de água e de sais
Os restos de uma refeição levam cerca de nove horas para chegar ao intestino grosso, onde permanece por três dias aproximadamente. Durante este período, parte da água e sais é absorvida. Na região final do cólon, a massa fecal (ou de resíduos), se solidifica, transformando-se em fezes. Cerca de 30% da parte sólida das fezes é constituída por bactérias vivas e mortas e os 70% são constituídos por sais, muco, fibras, celulose e outros não digeridos. A cor e estrutura das fezes é devido à presença de pigmentos provenientes da bile.
Flora intestinal
No intestino grosso proliferam diversos tipos de bactérias, muitas mantendo relações amistosas, produzindo as vitaminas K e B12, riboflavina, tiamina, em troca do abrigo e alimento de nosso intestino. Essas bactérias úteis constituem nossa flora intestinal e evitam a proliferação de bactérias patogênicas que poderiam causar doenças
Defecação
O reto, parte final do intestino grosso, fica geralmente vazio, enchendo-se de fezes pouco antes da defecação. A distensão provocada pela presença de fezes estimula terminações nervosas do reto, permitindo a expulsão de fezes, processo denominado defecação.
Adaptado de: http://www.webciencia.com/11_22digestao.htm (consultado em 14/10/10, às 20h23min).
Estratégia
Como os alunos poderão atingir os objetivos propostos:
Os alunos poderão atingir os objetivos propostos através de discussões entre eles, realização de atividades práticas de simulação de funcionamento do intestino, além de leitura de textos e visualização de vídeos sobre o assunto.
Como o professor irá ativar esse processo:
O professor ativará este processo por meio do incentivo às discussões entre os alunos, proposta de atividades práticas para observação do funcionamento do intestino, além de leitura e interpretação de textos e apresentação de vídeos.
Atividade Inicial: Discutindo o assunto, sondando conhecimentos prévios
Professor, num primeiro momento da aula, converse com a turma sobre a digestão dos alimentos e o caminho percorrido por eles, sonde o que os alunos sabem sobre este assunto, deixe que eles se manifestem e contem suas vivências. Anote no quadro as principais ideias dos alunos sobre o assunto.
Pergunte qual a função do intestino. O que eles pensam sobre isso? Onde fica este órgão? Ele é grande ou pequeno? Deixe os alunos opinarem, instigue-os a falarem suas ideias.
Atividade prática 1: Observando um modelo de intestino
Professor, depois das discussões iniciais, proponha para a turma a confecção de um modelo de intestino para que observem sua estrutura. Você poderá propor que cada aluno ou dupla de alunos confeccione um modelo. Para tanto, você precisará providenciar os seguintes materiais:
Materiais necessários para cada modelo:
- 30 cm mangueira sanfonada
Retirado de: http://www.aerotetic.com/config/imagens_conteudo/produtos/imagensGRD/GRD_471_sanfonada%2086.025%20az%201.JPG (consultado em 14/10/10, às 20h46min).
- 30 cm mangueira comum da mesma espessura da sanfonada
- 3 folhas de papel celofane
Entregue os materiais para cada aluno ou dupla e peça que os alunos passem o papel celofane por dentro das duas mangueiras, uma folha em cada mangueira. Pergunte em qual das duas mangueiras é mais fácil e rápido passar o papel, certamente os alunos responderão que será na mangueira lisa.
Peça aos alunos para esticarem a mangueira sanfonada, verificando se ela aumenta de tamanho. O mesmo acontece com a mangueira lisa? O que será que estas mangueiras representam em nosso sistema digestório?
Deixe os alunos discutirem entre si, e anotarem as ideias no caderno.
Atividade prática 2: Microvilosidades do intestino
Professor, após a realização da atividade prática 1, proponha para a turma mais uma atividade prática, para representação das microvilosidades do intestino delgado. Para isso, leve para a sala de aula, várias caixas de massa de modelar, e peça que cada aluno ou dupla de alunos façam com a massa uma superfície com ondulações (semelhante a dedinhos).
Agora pergunte: depois de o alimento ser processado pelo estômago, ele passará por um caminho como este, cheio de vilosidades. Será que este caminho será rápido ou lento? Qual a importância dessa passagem lenta?
Discutindo o assunto
Professor, depois da realização das atividades práticas, disponha os alunos em semicírculo e inicie uma discussão entre eles. Incentive-os a falar sobre o que aprenderam nas atividades, o que pensam representar os modelos construídos.
Discuta com a turma que o intestino é responsável por absorver água e nutrientes, e para que isso seja efetivo, a passagem do alimento por ali deve ser lenta.
Outro fator importante é o tamanho do intestino, só o delgado tem cerca de 6m. Peça aos alunos que imagine todo esse tamanho dentro do nosso corpo (para facilitar a visualização pegue um barbante de 6m e mostre à turma), ele está todo enrolado, já o intestino grosso tem cerca de 1,5m de comprimento.
Para que as células do intestino absorvam os nutrientes e água, o alimento deve ficar o maior tempo possível nele, e quanto maior ele for, melhor será o desempenho desta função. Além disso, as microvilosidades aumentam ainda mais o tamanho do intestino. Retome com a turma o modelo construído com a mangueira sanfonada. Quando esticada teve seu tamanho aumentado.
No nosso intestino também vivem bactérias que ajudam na transformação do alimento e são importantes para a saúde intestinal. Elas não nos causam doenças, pelo contrário. É a chamada flora intestinal, e quando esta flora está desregulada, costumamos ter diarréias.
Para um bom funcionamento do intestino, nossa alimentação deve ser rica em líquidos e fibras, pois as fibras facilitam o trânsito do bolo fecal pelo intestino, e a água evita que ele fique muito lento e cause a famosa prisão de ventre.
Curiosidade:
Apêndice
Má localização. Esse é o problema do apêndice. Ele fica no ceco - o início do cólon, onde os intestino delgado e o grosso se unem - o que o torna suscetível a infecções. O apêndice se assemelha a um tubo com uma extremidade fechada e uma abertura central que pode permitir a entrada de matéria fecal. Assim, é fácil entender como uma infecção no apêndice pode se desenvolver rapidamente e se tornar uma emergência médica. O apêndice tem apenas de oito a dez centímetros de comprimento, mas é um órgão que pode criar certos problemas.
Há outro fato intrigante: o apêndice não parece ter qualquer função no corpo humano. Alguns cientistas acreditam que ele é um vestígio do antigo trato digestivo e que poderia ter sido usado pelos primeiros seres humanos com a finalidade de digerir folhas e cascas resistentes de árvores.
Adaptado de: http://saude.hsw.uol.com.br/apendice.htm (consultado em 14/10/10, às 21h20min).
Mostre para os alunos algumas imagens de sistema digestório, para que localizem os intestinos. Mostre também imagens de intestino delgado, destacando as microvilosidades. Retome a importância destas microvilosidades para a absorção de nutrientes e qual o destino destes nutrientes após serem absorvidos pelos microvilos.
Retirado de: http://sistemacompleto.zip.net/images/intestino-delgado-5.jpg (consultado em 14/10/10, às 21h23min).
Retirado de: http://incostress1.files.wordpress.com/2007/10/villi.jpg (consultado em 14/10/10, às 21h24min).
Retirado de: http://www.mundovestibular.com.br/content_images/1/Biologia/intestino/intestino-delgado-3.jpg (consultado em 14/10/10, às 21h25min).
Texto para os alunos:
Professor, após as discussões acerca das atividades práticas, entregue para os alunos um texto informativo sobre o sistema digestório, para que retomem as funções deste sistema, associando à função específica dos intestinos. Disponha-os em duplas e peça que cada dupla leia atentamente o texto, escrevendo posteriormente no caderno as ideias principais.
Sistema digestório
Todo mundo já ficou imaginando uma vez ou outra como seria poder ficar invisível. Entrar nos lugares sem ser visto, xeretar tudo e todos por aí.
E como seria xeretar o próprio corpo? Já pensou se por uns instantes nossa pele ficasse transparente e a gente pudesse ver os órgãos internos e acompanhar seu funcionamento? Seria a maior viagem.
Bastaria comer um sanduíche e se olhar no espelho para ter uma aula ali mesmo, ao vivo, do processo digestivo. Seria uma experiência curiosa, não? Que tal imaginá-la?
Primeiro você tem que fazer a parte que lhe cabe na digestão: mastigar, mastigar e mastigar. Você vê então o sanduíche sendo amassado e triturado, até virar uma pasta. Tudo isso feito pelos dentes, junto com a saliva e a ajuda da língua.
Depois você acompanha a comida descendo pela garganta, onde fica a epiglote, que está ali para não deixar a comida passar para o sistema respiratório. Da garganta, a comida segue para o esôfago, um tubo com paredes musculosas que a empurra para baixo até ela chegar ao estômago.
Olha só como o estômago fica se mexendo! É que as paredes do estômago, compostas por músculos, se espremem para transformar a comida em líquido. Que diferença daquele pedação de sanduíche que entrou pela boca, hen?
Opa, mas o que é isso? Um líquido que vai agindo sobre a comida? Pois é, no estômago começam a entrar em cena elementos fundamentais para a digestão: os sucos digestivos. Sem eles, a comida levaria uma eternidade para ser transformada.
O estômago produz o ácido clorídrico, que tem a missão de acordar a dorminhoca da pepsina. Ela só acorda para trabalhar, acelerando a digestão das proteínas que estão nos alimentos e são muito importantes para nossa saúde.
Sempre descendo, a comida segue para o intestino delgado. Ali, vai terminar de ser digerida. Dá para perceber que não aproveitamos tudo da comida: nessa etapa, a parte que nos interessa passa pelas paredes do intestino delgado e vai para o sangue. A outra parte é mandada para o intestino grosso.
No intestino delgado e também pelas redondezas, os sucos digestivos continuam em ação. O fígado lança no seu vizinho intestino delgado um líquido chamado bile. Mas não é agressão, não, é para ajudar a quebrar as moléculas grandes de gordura em moléculas menores. Vocês sabem que a gordura é uma parte muito orgulhosa das comidas, não se mistura com nada, então sua digestão é difícil.
O pâncreas também é um vizinho bacana do intestino delgado e manda para ele o suco pancreático, para ajudar nesta transformação de comida em energia. O próprio intestino delgado produz uma substância que ajuda a digestão: o suco entérico.
E o que acontece com a parte da comida que o nosso corpo não aproveita? Prepare-se, porque lá vem caca!
Depois do intestino delgado, vem o intestino grosso. Ele transforma em fezes — ou cocô, para falar o português bem claro — boa parte não aproveitada da comida. Depois, empurra para o reto, no finalzinho do sistema digestório, e as fezes são jogadas para fora pelo ânus.
Adaptado de: http://www.canalkids.com.br/saude/corpo/digestivo.htm (consultado em 14/10/10, às 21h26min) & http://www.canalkids.com.br/saude/corpo/esofago.htm (consultado em 14/10/10, às 21h27min) & http://www.canalkids.com.br/saude/corpo/intestino_f.htm (consultado em 14/10/10, às 21h28min) & http://www.canalkids.com.br/saude/corpo/intestino_g.htm (consultado em 14/10/10, às 21h29min).
Ferramentas tecnológicas – Atividades Visuais:
Professor, agora apresente para a turma alguns vídeos informativos sobre o assunto. Depois que os alunos assistirem com atenção, peça que cada um faça no caderno um pequeno resumo do que aprenderam na aula de hoje, desenhando o caminho do alimento pelo sistema digestório e como acontece a absorção de nutrientes pelo intestino.
O corpo humano - 08 - Sistema digestório - Parte 1 - http://www.youtube.com/watch?v=7k_99M5jRXY&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h30min).
O corpo hunano - 08 - Sistema digestório - Parte 2 - http://www.youtube.com/watch?v=gcWmDduJBZg&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h31min).
O corpo hunano - 08 - Sistema digestório - Parte 3 - http://www.youtube.com/watch?v=zvlThLEnnOQ&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h32min).
Corpo Humano - 03 A Digestão (1 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=yVPsGNxa6z4&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h33min).
Corpo Humano - 03 A Digestão (2 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=o_zGcL7VCpQ&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h34min).
Corpo Humano - 03 A Digestão (3 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=zX06oq7kCNk&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h35min).
Corpo Humano - 18 A Boca e os Dentes (1 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=3J24v6QXmOM&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h36min).
Corpo Humano - 18 A Boca e os Dentes (2 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=vZQX7X_osgQ&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h37min).
Corpo Humano - 18 A Boca e os Dentes (3 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=IlvsnoA48Gw&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h38min).
Recursos Complementares
Professor, abaixo seguem alguns recursos complementares, que poderão ser usados na aula de hoje, caso seja necessário:
http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/fisica-e-quimica/a-quimica-da-digestao/?searchterm=células (consultado em 14/10/10, às 21h39min).
http://www.afh.bio.br/digest/digest1.asp (consultado em 14/10/10, às 21h40min).
http://educacao.uol.com.br/biologia/apendice-humano.jhtm (consultado em 14/10/10, às 21h41min).
Avaliação
Avaliar numa perspectiva formativa implica estar atento à construção de conhecimentos conceituais, comportamentais e atitudinais de nossos alunos. Por isso é importante estar atento a todo o percurso do aluno enquanto aprende: suas ideias iniciais, aquelas apresentadas durante a investigação, à maneira que relaciona com os colegas, sua atitude investigativa e crítica, no decorrer da aula. Feitas estas considerações, propomos mais um momento para que os alunos sejam avaliados.
Divida a turma em pequenos grupos e peça que cada grupo faça uma pesquisa bibliográfica sobre os iogurtes. Esta pesquisa deverá conter as seguintes informações: qual a contribuição dos iogurtes para o nosso intestino? Quais os benefícios digestivos do iogurte? O que possuem os iogurtes?
Esta pesquisa poderá ser realizada em casa ou na escola, num laboratório de informática ou mesmo biblioteca. Depois de os grupos pesquisarem, peça que cada um apresente para a turma o que conseguiram aprender sobre o assunto pesquisado.
Com esta pesquisa, você conseguirá perceber se os alunos conseguiram atingir os objetivos da aula de hoje.
Intestino delgado, suco pancreático e bile
O intestino delgado é dividido em três regiões: duodeno, jejuno e íleo. A digestão do quimo ocorre predominantemente no duodeno e nas primeiras porções do jejuno. No duodeno atua também o suco pancreático, produzido pelo pâncreas, que contêm diversas enzimas digestivas. Outra secreção que atua no duodeno é a bile, produzida no fígado, que apesar de não conter enzimas, tem a importante função, entre outras, de transformar gorduras em gotículas microscópicas.
Absorção de nutrientes no intestino delgado
O álcool etílico, alguns sais e a água, podem ser absorvidos diretamente no estômago. A maioria dos nutrientes são absorvidos pela mucosa do intestino delgado, de onde passa para a corrente sanguínea.
Aminoácidos e açúcares atravessam as células do revestimento intestinal e passam para o sangue, que se encarrega de distribuí-los a todas as células do corpo. O glicerol e os ácidos graxos resultantes da digestão de lipídios são absorvidos pelas células intestinais, onde são convertidos em lipídios e agrupados, formando pequenos grãos, que são secretados nos vasos linfáticos das vilosidades intestinais, atingindo a corrente sanguínea.
Depois de uma refeição rica em gorduras, o sangue fica com aparência leitosa, devido ao grande número de gotículas de lipídios. Após uma refeição rica em açúcares, a glicose em excesso presente no sangue é absorvida pelas células hepáticas e transformada em glicogênio, sendo convertida em glicose novamente assim que a taxa de glicose no sangue cai.
Absorção de água e de sais
Os restos de uma refeição levam cerca de nove horas para chegar ao intestino grosso, onde permanece por três dias aproximadamente. Durante este período, parte da água e sais é absorvida. Na região final do cólon, a massa fecal (ou de resíduos), se solidifica, transformando-se em fezes. Cerca de 30% da parte sólida das fezes é constituída por bactérias vivas e mortas e os 70% são constituídos por sais, muco, fibras, celulose e outros não digeridos. A cor e estrutura das fezes é devido à presença de pigmentos provenientes da bile.
Flora intestinal
No intestino grosso proliferam diversos tipos de bactérias, muitas mantendo relações amistosas, produzindo as vitaminas K e B12, riboflavina, tiamina, em troca do abrigo e alimento de nosso intestino. Essas bactérias úteis constituem nossa flora intestinal e evitam a proliferação de bactérias patogênicas que poderiam causar doenças
Defecação
O reto, parte final do intestino grosso, fica geralmente vazio, enchendo-se de fezes pouco antes da defecação. A distensão provocada pela presença de fezes estimula terminações nervosas do reto, permitindo a expulsão de fezes, processo denominado defecação.
Adaptado de: http://www.webciencia.com/11_22digestao.htm (consultado em 14/10/10, às 20h23min).
Estratégia
Como os alunos poderão atingir os objetivos propostos:
Os alunos poderão atingir os objetivos propostos através de discussões entre eles, realização de atividades práticas de simulação de funcionamento do intestino, além de leitura de textos e visualização de vídeos sobre o assunto.
Como o professor irá ativar esse processo:
O professor ativará este processo por meio do incentivo às discussões entre os alunos, proposta de atividades práticas para observação do funcionamento do intestino, além de leitura e interpretação de textos e apresentação de vídeos.
Atividade Inicial: Discutindo o assunto, sondando conhecimentos prévios
Professor, num primeiro momento da aula, converse com a turma sobre a digestão dos alimentos e o caminho percorrido por eles, sonde o que os alunos sabem sobre este assunto, deixe que eles se manifestem e contem suas vivências. Anote no quadro as principais ideias dos alunos sobre o assunto.
Pergunte qual a função do intestino. O que eles pensam sobre isso? Onde fica este órgão? Ele é grande ou pequeno? Deixe os alunos opinarem, instigue-os a falarem suas ideias.
Atividade prática 1: Observando um modelo de intestino
Professor, depois das discussões iniciais, proponha para a turma a confecção de um modelo de intestino para que observem sua estrutura. Você poderá propor que cada aluno ou dupla de alunos confeccione um modelo. Para tanto, você precisará providenciar os seguintes materiais:
Materiais necessários para cada modelo:
- 30 cm mangueira sanfonada
Retirado de: http://www.aerotetic.com/config/imagens_conteudo/produtos/imagensGRD/GRD_471_sanfonada%2086.025%20az%201.JPG (consultado em 14/10/10, às 20h46min).
- 30 cm mangueira comum da mesma espessura da sanfonada
- 3 folhas de papel celofane
Entregue os materiais para cada aluno ou dupla e peça que os alunos passem o papel celofane por dentro das duas mangueiras, uma folha em cada mangueira. Pergunte em qual das duas mangueiras é mais fácil e rápido passar o papel, certamente os alunos responderão que será na mangueira lisa.
Peça aos alunos para esticarem a mangueira sanfonada, verificando se ela aumenta de tamanho. O mesmo acontece com a mangueira lisa? O que será que estas mangueiras representam em nosso sistema digestório?
Deixe os alunos discutirem entre si, e anotarem as ideias no caderno.
Atividade prática 2: Microvilosidades do intestino
Professor, após a realização da atividade prática 1, proponha para a turma mais uma atividade prática, para representação das microvilosidades do intestino delgado. Para isso, leve para a sala de aula, várias caixas de massa de modelar, e peça que cada aluno ou dupla de alunos façam com a massa uma superfície com ondulações (semelhante a dedinhos).
Agora pergunte: depois de o alimento ser processado pelo estômago, ele passará por um caminho como este, cheio de vilosidades. Será que este caminho será rápido ou lento? Qual a importância dessa passagem lenta?
Discutindo o assunto
Professor, depois da realização das atividades práticas, disponha os alunos em semicírculo e inicie uma discussão entre eles. Incentive-os a falar sobre o que aprenderam nas atividades, o que pensam representar os modelos construídos.
Discuta com a turma que o intestino é responsável por absorver água e nutrientes, e para que isso seja efetivo, a passagem do alimento por ali deve ser lenta.
Outro fator importante é o tamanho do intestino, só o delgado tem cerca de 6m. Peça aos alunos que imagine todo esse tamanho dentro do nosso corpo (para facilitar a visualização pegue um barbante de 6m e mostre à turma), ele está todo enrolado, já o intestino grosso tem cerca de 1,5m de comprimento.
Para que as células do intestino absorvam os nutrientes e água, o alimento deve ficar o maior tempo possível nele, e quanto maior ele for, melhor será o desempenho desta função. Além disso, as microvilosidades aumentam ainda mais o tamanho do intestino. Retome com a turma o modelo construído com a mangueira sanfonada. Quando esticada teve seu tamanho aumentado.
No nosso intestino também vivem bactérias que ajudam na transformação do alimento e são importantes para a saúde intestinal. Elas não nos causam doenças, pelo contrário. É a chamada flora intestinal, e quando esta flora está desregulada, costumamos ter diarréias.
Para um bom funcionamento do intestino, nossa alimentação deve ser rica em líquidos e fibras, pois as fibras facilitam o trânsito do bolo fecal pelo intestino, e a água evita que ele fique muito lento e cause a famosa prisão de ventre.
Curiosidade:
Apêndice
Má localização. Esse é o problema do apêndice. Ele fica no ceco - o início do cólon, onde os intestino delgado e o grosso se unem - o que o torna suscetível a infecções. O apêndice se assemelha a um tubo com uma extremidade fechada e uma abertura central que pode permitir a entrada de matéria fecal. Assim, é fácil entender como uma infecção no apêndice pode se desenvolver rapidamente e se tornar uma emergência médica. O apêndice tem apenas de oito a dez centímetros de comprimento, mas é um órgão que pode criar certos problemas.
Há outro fato intrigante: o apêndice não parece ter qualquer função no corpo humano. Alguns cientistas acreditam que ele é um vestígio do antigo trato digestivo e que poderia ter sido usado pelos primeiros seres humanos com a finalidade de digerir folhas e cascas resistentes de árvores.
Adaptado de: http://saude.hsw.uol.com.br/apendice.htm (consultado em 14/10/10, às 21h20min).
Mostre para os alunos algumas imagens de sistema digestório, para que localizem os intestinos. Mostre também imagens de intestino delgado, destacando as microvilosidades. Retome a importância destas microvilosidades para a absorção de nutrientes e qual o destino destes nutrientes após serem absorvidos pelos microvilos.
Retirado de: http://sistemacompleto.zip.net/images/intestino-delgado-5.jpg (consultado em 14/10/10, às 21h23min).
Retirado de: http://incostress1.files.wordpress.com/2007/10/villi.jpg (consultado em 14/10/10, às 21h24min).
Retirado de: http://www.mundovestibular.com.br/content_images/1/Biologia/intestino/intestino-delgado-3.jpg (consultado em 14/10/10, às 21h25min).
Texto para os alunos:
Professor, após as discussões acerca das atividades práticas, entregue para os alunos um texto informativo sobre o sistema digestório, para que retomem as funções deste sistema, associando à função específica dos intestinos. Disponha-os em duplas e peça que cada dupla leia atentamente o texto, escrevendo posteriormente no caderno as ideias principais.
Sistema digestório
Todo mundo já ficou imaginando uma vez ou outra como seria poder ficar invisível. Entrar nos lugares sem ser visto, xeretar tudo e todos por aí.
E como seria xeretar o próprio corpo? Já pensou se por uns instantes nossa pele ficasse transparente e a gente pudesse ver os órgãos internos e acompanhar seu funcionamento? Seria a maior viagem.
Bastaria comer um sanduíche e se olhar no espelho para ter uma aula ali mesmo, ao vivo, do processo digestivo. Seria uma experiência curiosa, não? Que tal imaginá-la?
Primeiro você tem que fazer a parte que lhe cabe na digestão: mastigar, mastigar e mastigar. Você vê então o sanduíche sendo amassado e triturado, até virar uma pasta. Tudo isso feito pelos dentes, junto com a saliva e a ajuda da língua.
Depois você acompanha a comida descendo pela garganta, onde fica a epiglote, que está ali para não deixar a comida passar para o sistema respiratório. Da garganta, a comida segue para o esôfago, um tubo com paredes musculosas que a empurra para baixo até ela chegar ao estômago.
Olha só como o estômago fica se mexendo! É que as paredes do estômago, compostas por músculos, se espremem para transformar a comida em líquido. Que diferença daquele pedação de sanduíche que entrou pela boca, hen?
Opa, mas o que é isso? Um líquido que vai agindo sobre a comida? Pois é, no estômago começam a entrar em cena elementos fundamentais para a digestão: os sucos digestivos. Sem eles, a comida levaria uma eternidade para ser transformada.
O estômago produz o ácido clorídrico, que tem a missão de acordar a dorminhoca da pepsina. Ela só acorda para trabalhar, acelerando a digestão das proteínas que estão nos alimentos e são muito importantes para nossa saúde.
Sempre descendo, a comida segue para o intestino delgado. Ali, vai terminar de ser digerida. Dá para perceber que não aproveitamos tudo da comida: nessa etapa, a parte que nos interessa passa pelas paredes do intestino delgado e vai para o sangue. A outra parte é mandada para o intestino grosso.
No intestino delgado e também pelas redondezas, os sucos digestivos continuam em ação. O fígado lança no seu vizinho intestino delgado um líquido chamado bile. Mas não é agressão, não, é para ajudar a quebrar as moléculas grandes de gordura em moléculas menores. Vocês sabem que a gordura é uma parte muito orgulhosa das comidas, não se mistura com nada, então sua digestão é difícil.
O pâncreas também é um vizinho bacana do intestino delgado e manda para ele o suco pancreático, para ajudar nesta transformação de comida em energia. O próprio intestino delgado produz uma substância que ajuda a digestão: o suco entérico.
E o que acontece com a parte da comida que o nosso corpo não aproveita? Prepare-se, porque lá vem caca!
Depois do intestino delgado, vem o intestino grosso. Ele transforma em fezes — ou cocô, para falar o português bem claro — boa parte não aproveitada da comida. Depois, empurra para o reto, no finalzinho do sistema digestório, e as fezes são jogadas para fora pelo ânus.
Adaptado de: http://www.canalkids.com.br/saude/corpo/digestivo.htm (consultado em 14/10/10, às 21h26min) & http://www.canalkids.com.br/saude/corpo/esofago.htm (consultado em 14/10/10, às 21h27min) & http://www.canalkids.com.br/saude/corpo/intestino_f.htm (consultado em 14/10/10, às 21h28min) & http://www.canalkids.com.br/saude/corpo/intestino_g.htm (consultado em 14/10/10, às 21h29min).
Ferramentas tecnológicas – Atividades Visuais:
Professor, agora apresente para a turma alguns vídeos informativos sobre o assunto. Depois que os alunos assistirem com atenção, peça que cada um faça no caderno um pequeno resumo do que aprenderam na aula de hoje, desenhando o caminho do alimento pelo sistema digestório e como acontece a absorção de nutrientes pelo intestino.
O corpo humano - 08 - Sistema digestório - Parte 1 - http://www.youtube.com/watch?v=7k_99M5jRXY&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h30min).
O corpo hunano - 08 - Sistema digestório - Parte 2 - http://www.youtube.com/watch?v=gcWmDduJBZg&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h31min).
O corpo hunano - 08 - Sistema digestório - Parte 3 - http://www.youtube.com/watch?v=zvlThLEnnOQ&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h32min).
Corpo Humano - 03 A Digestão (1 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=yVPsGNxa6z4&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h33min).
Corpo Humano - 03 A Digestão (2 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=o_zGcL7VCpQ&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h34min).
Corpo Humano - 03 A Digestão (3 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=zX06oq7kCNk&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h35min).
Corpo Humano - 18 A Boca e os Dentes (1 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=3J24v6QXmOM&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h36min).
Corpo Humano - 18 A Boca e os Dentes (2 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=vZQX7X_osgQ&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h37min).
Corpo Humano - 18 A Boca e os Dentes (3 de 3) - http://www.youtube.com/watch?v=IlvsnoA48Gw&feature=related (consultado em 14/10/10, às 21h38min).
Recursos Complementares
Professor, abaixo seguem alguns recursos complementares, que poderão ser usados na aula de hoje, caso seja necessário:
http://chc.cienciahoje.uol.com.br/noticias/fisica-e-quimica/a-quimica-da-digestao/?searchterm=células (consultado em 14/10/10, às 21h39min).
http://www.afh.bio.br/digest/digest1.asp (consultado em 14/10/10, às 21h40min).
http://educacao.uol.com.br/biologia/apendice-humano.jhtm (consultado em 14/10/10, às 21h41min).
Avaliação
Avaliar numa perspectiva formativa implica estar atento à construção de conhecimentos conceituais, comportamentais e atitudinais de nossos alunos. Por isso é importante estar atento a todo o percurso do aluno enquanto aprende: suas ideias iniciais, aquelas apresentadas durante a investigação, à maneira que relaciona com os colegas, sua atitude investigativa e crítica, no decorrer da aula. Feitas estas considerações, propomos mais um momento para que os alunos sejam avaliados.
Divida a turma em pequenos grupos e peça que cada grupo faça uma pesquisa bibliográfica sobre os iogurtes. Esta pesquisa deverá conter as seguintes informações: qual a contribuição dos iogurtes para o nosso intestino? Quais os benefícios digestivos do iogurte? O que possuem os iogurtes?
Esta pesquisa poderá ser realizada em casa ou na escola, num laboratório de informática ou mesmo biblioteca. Depois de os grupos pesquisarem, peça que cada um apresente para a turma o que conseguiram aprender sobre o assunto pesquisado.
Com esta pesquisa, você conseguirá perceber se os alunos conseguiram atingir os objetivos da aula de hoje.
Quefir ou Kefir
O KEFIR é um complemento e enriquecedor alimentar probiótico, com valores e empregos terapêuticos de relevante abrangência que vão além do mero uso na alimentação básica. Consiste em um conjunto de microorganismos vivos que condicionam uma cadeia de simbiose ente si e as células do organismo humano. São amigos da vida humana e grande aliados no combate de um número amplo de enfermidades e disfunções. E um iogurte poderoso e muito benefico a nossa saude.
Possuem a aparência de “grãos” que variam de tamanho, aproximadamente 3 a 7 milímetros e de textura plástica, opaca, ligeiramente transparente que pode ser de coloração branca ou amarelada. Não se trata de algo desenvolvido por pesquisas de laboratório, foi por séculos um segredo étnico. Estudado por pesquisadores ocidentais no decorrer do século XX, vem se popularizando mundialmente desde 1999 com maior intensidade. E há uma forte tendência para que ocupe papel de destaque no século XXI. Atribui-se ao uso diário do kefir a famosa longevidade e saúde dos habitantes das montanhas russas do Cáucaso que são os únicos a alcançarem a idade de até 120 anos gozando de total saúde.
Trata-se de uma cultura de fácil utilização caseira, sua exploração industrial, não tem sido possível até o presente momento e as tentativas comerciais que se encontram no mercado e presentes em apenas alguns poucos países, colocam em circulação um similar com propriedades reduzidas e incompletas. É possível a sua exploração artesanal. Na Rússia 70% dos laticínios são a base de culturas de kefir.
É conhecido também como um elemento da ecologia corpórea por promover um eco sistema orgânico dentro do corpo com total equilíbrio. Seu emprego diário alimentar e terapêutico varia em quantidade de acordo com a finalidade e especificação. Não possui efeitos colaterais nem desenvolve intolerância, pode ser consumido em veículo líquido, água, sucos, leite de vaca, cabra, búfala, ovelha, leite de coco, de soja, queijos e receitas culinárias. Há vinagres balsâmicos e comuns desenvolvidos a partir da cultura do kefir. Crianças com intolerância ao leite comum podem assimilar o kefir lácteo e por ser algo caseiro é inúmeras vezes mais barato do que as alternativas à venda.
É chamado de matriz os grãos que formam o produto a ser consumido, o resultado da inoculação por grãos de kefir pode ser chamado de cultura mãe, também serve para obter a inoculação de leite e sucos, há uma diferença grande entre os grãos de kefir e a fermentação derivada de seu produto. Esta última não é capaz de produzir a chamada isca para um novo kefir ou produto.
Kefir é uma realidade comunitária biologia em defesa da vida e da saúde, uma união agregativa e não desagregativa de forças do bem em nossas vidas, uma atitude yogui por excelência é a sua disseminação, a palavra yoga significa união, com tal conotação.
MODO DE PREPARO DO KEFIR
Kefir pode ser preparado com água ou leite. Para o uso de apoio em terapias emprega-se uma quantidade maior do que como complemento na alimentação básica e para tal a água é mais indicado.
EM ÁGUA
Adicione de 2 a 4 colheres de sopa com grãos de kefir em um litro de água mineral. Coloque 3 colheres de sopa de açúcar mascavo, rapadura moída ou melado de cana de boa qualidade. Mantenha uma boa higiene no preparo. O recipiente pode ser de vidro, inox, ou plástico de boa qualidade. Tampe o recipiente para evitar a presença de impurezas, ciscos, poeira e insetos, mas deixe uma saída de ar, pois na fermentação haverá a expansão de gás carbônico e se for hermeticamente fechado poderá explodir, cubra com pano ou tuia e prenda-o com um elástico. Deixe em temperatura ambiente durante 10 a 40 horas, lembre que os dias mais quentes aceleram a cultura e os dias frios retardam. O kefir se desenvolve bem na temperatura ambiente de 20 a 30 graus centígrados. Dependendo da finalidade ou gosto o tempo de fermentação da cultura varia.
Coe e armazene em recipiente igual ao anterior. Nunca utilize alumínio ou ferro em nenhuma das etapas. Os grãos se multiplicam com rapidez e devem ser reaproveitados para uma nova cultura e utilizados para a importante disseminação comunitária, lembre-se de sua preciosidade. Os grãos possuem valor individual, familiar e coletivo, são bons para nos ajudar individualmente e coletivamente.
NO LEITE
O procedimento é igual ao da água, com a diferença de que o leite deve ser morno ao iniciar a cultura. Leite pasteurizado pode ser empregado. É aconselhável que se tenha sempre em mãos uma cultura na água também, pois o leite é um produto que vem sendo adulterado com substâncias químicas desde a alimentação da vaca até o seu acondicionamento e com o tempo a cultura de kefir pode sofrer alterações. Não há necessidade de se adicionar açúcar mascavo ou equivalente ao leite, ele já tem o seu açúcar próprio que conhecido pelo nome de lactose. A lactose é consumida e transformada pela cultura e torna o leite enriquecido e assimilável por aqueles que possuem intolerância à lactose, adultos e crianças até da mais tenra idade, como bebes, por exemplo. O sabor é muito palatável.
MODO DE USO DO KEFIR
Tem uso interno e externo. O uso externo é indicado para problemas cutâneos como acne com incrível eficácia e para a manutenção e regeneração da pele. No uso contínuo e diário, com 300ml a 500ml (meio litro) já se consegue bons resultados e benefícios. Para a maioria dos empregos terapêuticos aconselha-se a ingestão de kefir feito com água na quantidade aproximada de um litro por dia e dois litros em casos graves de anemia e para uma intensa desintoxicação orgânica. É recomendada a ingestão diurna do kefir, após o por do Sol a interação química com o corpo não é das melhores e deve ser evitada. Não comemos os grãos de kefir, mas sim ingerimos a parte líquida de fermentação da cultura. Pode ser refrigerado, misturado na base de 50% nos sucos de frutas. Kefir com mel e guaraná em pó é um tônico geral maravilhoso. Os produtos lácteos do kefir podem ser adicionados a frutas, utilizados em receitas variadas, mas sempre consumido cru. O uso de chás medicinais para a fermentação desta cultura traz bons resultados. O conhecimento do uso e modo de consumo do kefir é ainda uma página nova na aventura da vida humana e espero que a sua pessoa venha dar suas contribuições em editá-la.
O kefir de 12 horas de fermentação produz efeito laxativo no intestino, o de 24 horas é um pouco laxativo (ideal para quem tem o intestino normal) e o de 40 horas de fermentação prende o intestino.
ARMAZENAMENTO
Após coado, o líquido resultante da fermentação da cultura deve ser conservado em refrigeração, mesmo quando consumido na forma de queijos. A duração de seus produtos vai até no máximo três dias, mesmo sob refrigeração. Os grãos, após lavados e secados devidamente à sombra em temperatura ambiente, podem ser mantidos refrigerados a 4°C ou liofilizados por congelamento. As formas comerciais de kefir contém apenas uma parcela de seus componentes e o mais conhecido é o kefiran. O armazenamento do kefir tem sido a maior barreira para a sua ampla comercialização. Até mesmo as matrizes vendidas por correio no exterior não são o verdadeiro kefir por serem apenas elementos parciais do kefir, assim como em yoga, a fonte de aquisição é um fator fundamental em sua eficiência e garantia. Os grãos verdadeiros são adquiridos de pessoa a pessoa, pessoalmente e com uma corrente de bons fluídos, da qual o kefir é apenas mais um componente.
BENEFÍCIOS DIETÉTICOS E TERAPÊUTICOS
O kefir é tido como um ótimo regulador do peso. A associação simultânea de kefir com jejum é um desastre, o kefir atua como um enzimático poderoso e acentua amplamente o anabolismo, ou seja, a assimilação de nutrientes, isto faz com que seja necessária a utilização de comida normalmente. Para os que gostam de jejuar o uso nos dias de jejum pode ser suspenso. Se alimentar só de kefir é uma atitude errada e contra indicada. Um grande restaurador da vitalidade e da disposição física, mental e emocional é o nosso amigo kefir.
Se diz que o kefir é uma bênção para o nosso século porque é um auxiliar vital e importante contra diversos tipos de disfunções e moléstias que são típicas de nossos dias, por exemplo: Ajuda a combater os males contraídos por irradiações, exposições a monitores de vídeo, na desintoxicação de poluentes tóxicos, etc. Combate distúrbios nervosos, a ansiedade e a insônia, reduz o colesterol e regulariza a digestão, restaura rapidamente a micro flora intestinal, ótimo para quem se submeteu a longos tratamentos com antibióticos. Na Rússia e na Alemanha o uso em hospitais psiquiátricos tem obtido nobre respeito. Promove uma absorção orgânica muito maior de sais minerais e vitaminas, principalmente a vitamina B12, ajudando nos problemas de desnutrição. Auxilia a absorção de proteínas.
Tem sido usado no tratamento de pacientes que sofrem de AIDS. Aumenta a imunidade em grande escala. Tem colaborado no tratamento de herpes, câncer e síndrome de fadiga crônica. O uso regular de kefir pode ajudar a remover todo tipo de desordem do aparelho digestivo. A purificação orgânica que promove auxilia a obtenção de um eco sistema interno perfeito para a saúde e para a longevidade.
Kefir pode ser usado nos seguintes casos: Desequilíbrios emocionais e de origem nervosa. Erupções cutâneas. Problemas renais e da bexiga. Anemias. Problemas respiratórios. Alergias. Disfunções hepáticas. Diarréia. Prisão de ventre. Problemas cardio-vasculares (infarto e arteriosclerose). Reumatismos. L.E.R. Tumores. Doenças do estômago, úlceras pépticas e duodenais, gastrite. Digestivo, não produz intolerância ou efeitos colaterais. Em doenças graves e prolongadas deve ser tomado abundantemente três vezes ao dia meio litro por vez.
Para bebes a sua colaboração no desenvolvimento de um aparelho digestivo saudável é vital. Kefir é rico em vitamina B12, B1 e vitamina K. É uma fonte excelente de biotina, a vitamina B que aumenta a assimilação das outras vitaminas do complexo B.
AONDE ENCONTRAR DE GRAÇA O QUEFIR?
Há uma lista de discussão na Yahoogrupos onde os seus participantes distribuem gratuitamente o quefir. Fica neste endereço: http://br.groups.yahoo.com/group/fazendo_kefir/.
DOWNLOADS GRATUITOS SOBRE KEFIR
Manual do Kefir
Perguntas e Respostas sobre o Kefir
Kefirkraut
O KEFIR é um complemento e enriquecedor alimentar probiótico, com valores e empregos terapêuticos de relevante abrangência que vão além do mero uso na alimentação básica. Consiste em um conjunto de microorganismos vivos que condicionam uma cadeia de simbiose ente si e as células do organismo humano. São amigos da vida humana e grande aliados no combate de um número amplo de enfermidades e disfunções. E um iogurte poderoso e muito benefico a nossa saude.
Possuem a aparência de “grãos” que variam de tamanho, aproximadamente 3 a 7 milímetros e de textura plástica, opaca, ligeiramente transparente que pode ser de coloração branca ou amarelada. Não se trata de algo desenvolvido por pesquisas de laboratório, foi por séculos um segredo étnico. Estudado por pesquisadores ocidentais no decorrer do século XX, vem se popularizando mundialmente desde 1999 com maior intensidade. E há uma forte tendência para que ocupe papel de destaque no século XXI. Atribui-se ao uso diário do kefir a famosa longevidade e saúde dos habitantes das montanhas russas do Cáucaso que são os únicos a alcançarem a idade de até 120 anos gozando de total saúde.
Trata-se de uma cultura de fácil utilização caseira, sua exploração industrial, não tem sido possível até o presente momento e as tentativas comerciais que se encontram no mercado e presentes em apenas alguns poucos países, colocam em circulação um similar com propriedades reduzidas e incompletas. É possível a sua exploração artesanal. Na Rússia 70% dos laticínios são a base de culturas de kefir.
É conhecido também como um elemento da ecologia corpórea por promover um eco sistema orgânico dentro do corpo com total equilíbrio. Seu emprego diário alimentar e terapêutico varia em quantidade de acordo com a finalidade e especificação. Não possui efeitos colaterais nem desenvolve intolerância, pode ser consumido em veículo líquido, água, sucos, leite de vaca, cabra, búfala, ovelha, leite de coco, de soja, queijos e receitas culinárias. Há vinagres balsâmicos e comuns desenvolvidos a partir da cultura do kefir. Crianças com intolerância ao leite comum podem assimilar o kefir lácteo e por ser algo caseiro é inúmeras vezes mais barato do que as alternativas à venda.
É chamado de matriz os grãos que formam o produto a ser consumido, o resultado da inoculação por grãos de kefir pode ser chamado de cultura mãe, também serve para obter a inoculação de leite e sucos, há uma diferença grande entre os grãos de kefir e a fermentação derivada de seu produto. Esta última não é capaz de produzir a chamada isca para um novo kefir ou produto.
Kefir é uma realidade comunitária biologia em defesa da vida e da saúde, uma união agregativa e não desagregativa de forças do bem em nossas vidas, uma atitude yogui por excelência é a sua disseminação, a palavra yoga significa união, com tal conotação.
MODO DE PREPARO DO KEFIR
Kefir pode ser preparado com água ou leite. Para o uso de apoio em terapias emprega-se uma quantidade maior do que como complemento na alimentação básica e para tal a água é mais indicado.
EM ÁGUA
Adicione de 2 a 4 colheres de sopa com grãos de kefir em um litro de água mineral. Coloque 3 colheres de sopa de açúcar mascavo, rapadura moída ou melado de cana de boa qualidade. Mantenha uma boa higiene no preparo. O recipiente pode ser de vidro, inox, ou plástico de boa qualidade. Tampe o recipiente para evitar a presença de impurezas, ciscos, poeira e insetos, mas deixe uma saída de ar, pois na fermentação haverá a expansão de gás carbônico e se for hermeticamente fechado poderá explodir, cubra com pano ou tuia e prenda-o com um elástico. Deixe em temperatura ambiente durante 10 a 40 horas, lembre que os dias mais quentes aceleram a cultura e os dias frios retardam. O kefir se desenvolve bem na temperatura ambiente de 20 a 30 graus centígrados. Dependendo da finalidade ou gosto o tempo de fermentação da cultura varia.
Coe e armazene em recipiente igual ao anterior. Nunca utilize alumínio ou ferro em nenhuma das etapas. Os grãos se multiplicam com rapidez e devem ser reaproveitados para uma nova cultura e utilizados para a importante disseminação comunitária, lembre-se de sua preciosidade. Os grãos possuem valor individual, familiar e coletivo, são bons para nos ajudar individualmente e coletivamente.
NO LEITE
O procedimento é igual ao da água, com a diferença de que o leite deve ser morno ao iniciar a cultura. Leite pasteurizado pode ser empregado. É aconselhável que se tenha sempre em mãos uma cultura na água também, pois o leite é um produto que vem sendo adulterado com substâncias químicas desde a alimentação da vaca até o seu acondicionamento e com o tempo a cultura de kefir pode sofrer alterações. Não há necessidade de se adicionar açúcar mascavo ou equivalente ao leite, ele já tem o seu açúcar próprio que conhecido pelo nome de lactose. A lactose é consumida e transformada pela cultura e torna o leite enriquecido e assimilável por aqueles que possuem intolerância à lactose, adultos e crianças até da mais tenra idade, como bebes, por exemplo. O sabor é muito palatável.
MODO DE USO DO KEFIR
Tem uso interno e externo. O uso externo é indicado para problemas cutâneos como acne com incrível eficácia e para a manutenção e regeneração da pele. No uso contínuo e diário, com 300ml a 500ml (meio litro) já se consegue bons resultados e benefícios. Para a maioria dos empregos terapêuticos aconselha-se a ingestão de kefir feito com água na quantidade aproximada de um litro por dia e dois litros em casos graves de anemia e para uma intensa desintoxicação orgânica. É recomendada a ingestão diurna do kefir, após o por do Sol a interação química com o corpo não é das melhores e deve ser evitada. Não comemos os grãos de kefir, mas sim ingerimos a parte líquida de fermentação da cultura. Pode ser refrigerado, misturado na base de 50% nos sucos de frutas. Kefir com mel e guaraná em pó é um tônico geral maravilhoso. Os produtos lácteos do kefir podem ser adicionados a frutas, utilizados em receitas variadas, mas sempre consumido cru. O uso de chás medicinais para a fermentação desta cultura traz bons resultados. O conhecimento do uso e modo de consumo do kefir é ainda uma página nova na aventura da vida humana e espero que a sua pessoa venha dar suas contribuições em editá-la.
O kefir de 12 horas de fermentação produz efeito laxativo no intestino, o de 24 horas é um pouco laxativo (ideal para quem tem o intestino normal) e o de 40 horas de fermentação prende o intestino.
ARMAZENAMENTO
Após coado, o líquido resultante da fermentação da cultura deve ser conservado em refrigeração, mesmo quando consumido na forma de queijos. A duração de seus produtos vai até no máximo três dias, mesmo sob refrigeração. Os grãos, após lavados e secados devidamente à sombra em temperatura ambiente, podem ser mantidos refrigerados a 4°C ou liofilizados por congelamento. As formas comerciais de kefir contém apenas uma parcela de seus componentes e o mais conhecido é o kefiran. O armazenamento do kefir tem sido a maior barreira para a sua ampla comercialização. Até mesmo as matrizes vendidas por correio no exterior não são o verdadeiro kefir por serem apenas elementos parciais do kefir, assim como em yoga, a fonte de aquisição é um fator fundamental em sua eficiência e garantia. Os grãos verdadeiros são adquiridos de pessoa a pessoa, pessoalmente e com uma corrente de bons fluídos, da qual o kefir é apenas mais um componente.
BENEFÍCIOS DIETÉTICOS E TERAPÊUTICOS
O kefir é tido como um ótimo regulador do peso. A associação simultânea de kefir com jejum é um desastre, o kefir atua como um enzimático poderoso e acentua amplamente o anabolismo, ou seja, a assimilação de nutrientes, isto faz com que seja necessária a utilização de comida normalmente. Para os que gostam de jejuar o uso nos dias de jejum pode ser suspenso. Se alimentar só de kefir é uma atitude errada e contra indicada. Um grande restaurador da vitalidade e da disposição física, mental e emocional é o nosso amigo kefir.
Se diz que o kefir é uma bênção para o nosso século porque é um auxiliar vital e importante contra diversos tipos de disfunções e moléstias que são típicas de nossos dias, por exemplo: Ajuda a combater os males contraídos por irradiações, exposições a monitores de vídeo, na desintoxicação de poluentes tóxicos, etc. Combate distúrbios nervosos, a ansiedade e a insônia, reduz o colesterol e regulariza a digestão, restaura rapidamente a micro flora intestinal, ótimo para quem se submeteu a longos tratamentos com antibióticos. Na Rússia e na Alemanha o uso em hospitais psiquiátricos tem obtido nobre respeito. Promove uma absorção orgânica muito maior de sais minerais e vitaminas, principalmente a vitamina B12, ajudando nos problemas de desnutrição. Auxilia a absorção de proteínas.
Tem sido usado no tratamento de pacientes que sofrem de AIDS. Aumenta a imunidade em grande escala. Tem colaborado no tratamento de herpes, câncer e síndrome de fadiga crônica. O uso regular de kefir pode ajudar a remover todo tipo de desordem do aparelho digestivo. A purificação orgânica que promove auxilia a obtenção de um eco sistema interno perfeito para a saúde e para a longevidade.
Kefir pode ser usado nos seguintes casos: Desequilíbrios emocionais e de origem nervosa. Erupções cutâneas. Problemas renais e da bexiga. Anemias. Problemas respiratórios. Alergias. Disfunções hepáticas. Diarréia. Prisão de ventre. Problemas cardio-vasculares (infarto e arteriosclerose). Reumatismos. L.E.R. Tumores. Doenças do estômago, úlceras pépticas e duodenais, gastrite. Digestivo, não produz intolerância ou efeitos colaterais. Em doenças graves e prolongadas deve ser tomado abundantemente três vezes ao dia meio litro por vez.
Para bebes a sua colaboração no desenvolvimento de um aparelho digestivo saudável é vital. Kefir é rico em vitamina B12, B1 e vitamina K. É uma fonte excelente de biotina, a vitamina B que aumenta a assimilação das outras vitaminas do complexo B.
AONDE ENCONTRAR DE GRAÇA O QUEFIR?
Há uma lista de discussão na Yahoogrupos onde os seus participantes distribuem gratuitamente o quefir. Fica neste endereço: http://br.groups.yahoo.com/group/fazendo_kefir/.
DOWNLOADS GRATUITOS SOBRE KEFIR
Manual do Kefir
Perguntas e Respostas sobre o Kefir
Kefirkraut
Quefir ou Kefir
O KEFIR é um complemento e enriquecedor alimentar probiótico, com valores e empregos terapêuticos de relevante abrangência que vão além do mero uso na alimentação básica. Consiste em um conjunto de microorganismos vivos que condicionam uma cadeia de simbiose ente si e as células do organismo humano. São amigos da vida humana e grande aliados no combate de um número amplo de enfermidades e disfunções. E um iogurte poderoso e muito benefico a nossa saude.
Possuem a aparência de “grãos” que variam de tamanho, aproximadamente 3 a 7 milímetros e de textura plástica, opaca, ligeiramente transparente que pode ser de coloração branca ou amarelada. Não se trata de algo desenvolvido por pesquisas de laboratório, foi por séculos um segredo étnico. Estudado por pesquisadores ocidentais no decorrer do século XX, vem se popularizando mundialmente desde 1999 com maior intensidade. E há uma forte tendência para que ocupe papel de destaque no século XXI. Atribui-se ao uso diário do kefir a famosa longevidade e saúde dos habitantes das montanhas russas do Cáucaso que são os únicos a alcançarem a idade de até 120 anos gozando de total saúde.
Trata-se de uma cultura de fácil utilização caseira, sua exploração industrial, não tem sido possível até o presente momento e as tentativas comerciais que se encontram no mercado e presentes em apenas alguns poucos países, colocam em circulação um similar com propriedades reduzidas e incompletas. É possível a sua exploração artesanal. Na Rússia 70% dos laticínios são a base de culturas de kefir.
É conhecido também como um elemento da ecologia corpórea por promover um eco sistema orgânico dentro do corpo com total equilíbrio. Seu emprego diário alimentar e terapêutico varia em quantidade de acordo com a finalidade e especificação. Não possui efeitos colaterais nem desenvolve intolerância, pode ser consumido em veículo líquido, água, sucos, leite de vaca, cabra, búfala, ovelha, leite de coco, de soja, queijos e receitas culinárias. Há vinagres balsâmicos e comuns desenvolvidos a partir da cultura do kefir. Crianças com intolerância ao leite comum podem assimilar o kefir lácteo e por ser algo caseiro é inúmeras vezes mais barato do que as alternativas à venda.
É chamado de matriz os grãos que formam o produto a ser consumido, o resultado da inoculação por grãos de kefir pode ser chamado de cultura mãe, também serve para obter a inoculação de leite e sucos, há uma diferença grande entre os grãos de kefir e a fermentação derivada de seu produto. Esta última não é capaz de produzir a chamada isca para um novo kefir ou produto.
Kefir é uma realidade comunitária biologia em defesa da vida e da saúde, uma união agregativa e não desagregativa de forças do bem em nossas vidas, uma atitude yogui por excelência é a sua disseminação, a palavra yoga significa união, com tal conotação.
MODO DE PREPARO DO KEFIR
Kefir pode ser preparado com água ou leite. Para o uso de apoio em terapias emprega-se uma quantidade maior do que como complemento na alimentação básica e para tal a água é mais indicado.
EM ÁGUA
Adicione de 2 a 4 colheres de sopa com grãos de kefir em um litro de água mineral. Coloque 3 colheres de sopa de açúcar mascavo, rapadura moída ou melado de cana de boa qualidade. Mantenha uma boa higiene no preparo. O recipiente pode ser de vidro, inox, ou plástico de boa qualidade. Tampe o recipiente para evitar a presença de impurezas, ciscos, poeira e insetos, mas deixe uma saída de ar, pois na fermentação haverá a expansão de gás carbônico e se for hermeticamente fechado poderá explodir, cubra com pano ou tuia e prenda-o com um elástico. Deixe em temperatura ambiente durante 10 a 40 horas, lembre que os dias mais quentes aceleram a cultura e os dias frios retardam. O kefir se desenvolve bem na temperatura ambiente de 20 a 30 graus centígrados. Dependendo da finalidade ou gosto o tempo de fermentação da cultura varia.
Coe e armazene em recipiente igual ao anterior. Nunca utilize alumínio ou ferro em nenhuma das etapas. Os grãos se multiplicam com rapidez e devem ser reaproveitados para uma nova cultura e utilizados para a importante disseminação comunitária, lembre-se de sua preciosidade. Os grãos possuem valor individual, familiar e coletivo, são bons para nos ajudar individualmente e coletivamente.
NO LEITE
O procedimento é igual ao da água, com a diferença de que o leite deve ser morno ao iniciar a cultura. Leite pasteurizado pode ser empregado. É aconselhável que se tenha sempre em mãos uma cultura na água também, pois o leite é um produto que vem sendo adulterado com substâncias químicas desde a alimentação da vaca até o seu acondicionamento e com o tempo a cultura de kefir pode sofrer alterações. Não há necessidade de se adicionar açúcar mascavo ou equivalente ao leite, ele já tem o seu açúcar próprio que conhecido pelo nome de lactose. A lactose é consumida e transformada pela cultura e torna o leite enriquecido e assimilável por aqueles que possuem intolerância à lactose, adultos e crianças até da mais tenra idade, como bebes, por exemplo. O sabor é muito palatável.
MODO DE USO DO KEFIR
Tem uso interno e externo. O uso externo é indicado para problemas cutâneos como acne com incrível eficácia e para a manutenção e regeneração da pele. No uso contínuo e diário, com 300ml a 500ml (meio litro) já se consegue bons resultados e benefícios. Para a maioria dos empregos terapêuticos aconselha-se a ingestão de kefir feito com água na quantidade aproximada de um litro por dia e dois litros em casos graves de anemia e para uma intensa desintoxicação orgânica. É recomendada a ingestão diurna do kefir, após o por do Sol a interação química com o corpo não é das melhores e deve ser evitada. Não comemos os grãos de kefir, mas sim ingerimos a parte líquida de fermentação da cultura. Pode ser refrigerado, misturado na base de 50% nos sucos de frutas. Kefir com mel e guaraná em pó é um tônico geral maravilhoso. Os produtos lácteos do kefir podem ser adicionados a frutas, utilizados em receitas variadas, mas sempre consumido cru. O uso de chás medicinais para a fermentação desta cultura traz bons resultados. O conhecimento do uso e modo de consumo do kefir é ainda uma página nova na aventura da vida humana e espero que a sua pessoa venha dar suas contribuições em editá-la.
O kefir de 12 horas de fermentação produz efeito laxativo no intestino, o de 24 horas é um pouco laxativo (ideal para quem tem o intestino normal) e o de 40 horas de fermentação prende o intestino.
ARMAZENAMENTO
Após coado, o líquido resultante da fermentação da cultura deve ser conservado em refrigeração, mesmo quando consumido na forma de queijos. A duração de seus produtos vai até no máximo três dias, mesmo sob refrigeração. Os grãos, após lavados e secados devidamente à sombra em temperatura ambiente, podem ser mantidos refrigerados a 4°C ou liofilizados por congelamento. As formas comerciais de kefir contém apenas uma parcela de seus componentes e o mais conhecido é o kefiran. O armazenamento do kefir tem sido a maior barreira para a sua ampla comercialização. Até mesmo as matrizes vendidas por correio no exterior não são o verdadeiro kefir por serem apenas elementos parciais do kefir, assim como em yoga, a fonte de aquisição é um fator fundamental em sua eficiência e garantia. Os grãos verdadeiros são adquiridos de pessoa a pessoa, pessoalmente e com uma corrente de bons fluídos, da qual o kefir é apenas mais um componente.
BENEFÍCIOS DIETÉTICOS E TERAPÊUTICOS
O kefir é tido como um ótimo regulador do peso. A associação simultânea de kefir com jejum é um desastre, o kefir atua como um enzimático poderoso e acentua amplamente o anabolismo, ou seja, a assimilação de nutrientes, isto faz com que seja necessária a utilização de comida normalmente. Para os que gostam de jejuar o uso nos dias de jejum pode ser suspenso. Se alimentar só de kefir é uma atitude errada e contra indicada. Um grande restaurador da vitalidade e da disposição física, mental e emocional é o nosso amigo kefir.
Se diz que o kefir é uma bênção para o nosso século porque é um auxiliar vital e importante contra diversos tipos de disfunções e moléstias que são típicas de nossos dias, por exemplo: Ajuda a combater os males contraídos por irradiações, exposições a monitores de vídeo, na desintoxicação de poluentes tóxicos, etc. Combate distúrbios nervosos, a ansiedade e a insônia, reduz o colesterol e regulariza a digestão, restaura rapidamente a micro flora intestinal, ótimo para quem se submeteu a longos tratamentos com antibióticos. Na Rússia e na Alemanha o uso em hospitais psiquiátricos tem obtido nobre respeito. Promove uma absorção orgânica muito maior de sais minerais e vitaminas, principalmente a vitamina B12, ajudando nos problemas de desnutrição. Auxilia a absorção de proteínas.
Tem sido usado no tratamento de pacientes que sofrem de AIDS. Aumenta a imunidade em grande escala. Tem colaborado no tratamento de herpes, câncer e síndrome de fadiga crônica. O uso regular de kefir pode ajudar a remover todo tipo de desordem do aparelho digestivo. A purificação orgânica que promove auxilia a obtenção de um eco sistema interno perfeito para a saúde e para a longevidade.
Kefir pode ser usado nos seguintes casos: Desequilíbrios emocionais e de origem nervosa. Erupções cutâneas. Problemas renais e da bexiga. Anemias. Problemas respiratórios. Alergias. Disfunções hepáticas. Diarréia. Prisão de ventre. Problemas cardio-vasculares (infarto e arteriosclerose). Reumatismos. L.E.R. Tumores. Doenças do estômago, úlceras pépticas e duodenais, gastrite. Digestivo, não produz intolerância ou efeitos colaterais. Em doenças graves e prolongadas deve ser tomado abundantemente três vezes ao dia meio litro por vez.
Para bebes a sua colaboração no desenvolvimento de um aparelho digestivo saudável é vital. Kefir é rico em vitamina B12, B1 e vitamina K. É uma fonte excelente de biotina, a vitamina B que aumenta a assimilação das outras vitaminas do complexo B.
AONDE ENCONTRAR DE GRAÇA O QUEFIR?
Há uma lista de discussão na Yahoogrupos onde os seus participantes distribuem gratuitamente o quefir. Fica neste endereço: http://br.groups.yahoo.com/group/fazendo_kefir/.
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Kefirkraut
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Leia também no Jornal Florais:
04/01/2011 O Princípio 90/10
06/12/2010 ALZHEIMER
04/12/2010 Por que o Alzheimer se manifesta numa idade mais avançada?
03/11/2010 Um Terço da Comida que Você come contém Agrotóxicos
03/11/2010 Agrotóxicos são Perigo no Prato
O KEFIR é um complemento e enriquecedor alimentar probiótico, com valores e empregos terapêuticos de relevante abrangência que vão além do mero uso na alimentação básica. Consiste em um conjunto de microorganismos vivos que condicionam uma cadeia de simbiose ente si e as células do organismo humano. São amigos da vida humana e grande aliados no combate de um número amplo de enfermidades e disfunções. E um iogurte poderoso e muito benefico a nossa saude.
Possuem a aparência de “grãos” que variam de tamanho, aproximadamente 3 a 7 milímetros e de textura plástica, opaca, ligeiramente transparente que pode ser de coloração branca ou amarelada. Não se trata de algo desenvolvido por pesquisas de laboratório, foi por séculos um segredo étnico. Estudado por pesquisadores ocidentais no decorrer do século XX, vem se popularizando mundialmente desde 1999 com maior intensidade. E há uma forte tendência para que ocupe papel de destaque no século XXI. Atribui-se ao uso diário do kefir a famosa longevidade e saúde dos habitantes das montanhas russas do Cáucaso que são os únicos a alcançarem a idade de até 120 anos gozando de total saúde.
Trata-se de uma cultura de fácil utilização caseira, sua exploração industrial, não tem sido possível até o presente momento e as tentativas comerciais que se encontram no mercado e presentes em apenas alguns poucos países, colocam em circulação um similar com propriedades reduzidas e incompletas. É possível a sua exploração artesanal. Na Rússia 70% dos laticínios são a base de culturas de kefir.
É conhecido também como um elemento da ecologia corpórea por promover um eco sistema orgânico dentro do corpo com total equilíbrio. Seu emprego diário alimentar e terapêutico varia em quantidade de acordo com a finalidade e especificação. Não possui efeitos colaterais nem desenvolve intolerância, pode ser consumido em veículo líquido, água, sucos, leite de vaca, cabra, búfala, ovelha, leite de coco, de soja, queijos e receitas culinárias. Há vinagres balsâmicos e comuns desenvolvidos a partir da cultura do kefir. Crianças com intolerância ao leite comum podem assimilar o kefir lácteo e por ser algo caseiro é inúmeras vezes mais barato do que as alternativas à venda.
É chamado de matriz os grãos que formam o produto a ser consumido, o resultado da inoculação por grãos de kefir pode ser chamado de cultura mãe, também serve para obter a inoculação de leite e sucos, há uma diferença grande entre os grãos de kefir e a fermentação derivada de seu produto. Esta última não é capaz de produzir a chamada isca para um novo kefir ou produto.
Kefir é uma realidade comunitária biologia em defesa da vida e da saúde, uma união agregativa e não desagregativa de forças do bem em nossas vidas, uma atitude yogui por excelência é a sua disseminação, a palavra yoga significa união, com tal conotação.
MODO DE PREPARO DO KEFIR
Kefir pode ser preparado com água ou leite. Para o uso de apoio em terapias emprega-se uma quantidade maior do que como complemento na alimentação básica e para tal a água é mais indicado.
EM ÁGUA
Adicione de 2 a 4 colheres de sopa com grãos de kefir em um litro de água mineral. Coloque 3 colheres de sopa de açúcar mascavo, rapadura moída ou melado de cana de boa qualidade. Mantenha uma boa higiene no preparo. O recipiente pode ser de vidro, inox, ou plástico de boa qualidade. Tampe o recipiente para evitar a presença de impurezas, ciscos, poeira e insetos, mas deixe uma saída de ar, pois na fermentação haverá a expansão de gás carbônico e se for hermeticamente fechado poderá explodir, cubra com pano ou tuia e prenda-o com um elástico. Deixe em temperatura ambiente durante 10 a 40 horas, lembre que os dias mais quentes aceleram a cultura e os dias frios retardam. O kefir se desenvolve bem na temperatura ambiente de 20 a 30 graus centígrados. Dependendo da finalidade ou gosto o tempo de fermentação da cultura varia.
Coe e armazene em recipiente igual ao anterior. Nunca utilize alumínio ou ferro em nenhuma das etapas. Os grãos se multiplicam com rapidez e devem ser reaproveitados para uma nova cultura e utilizados para a importante disseminação comunitária, lembre-se de sua preciosidade. Os grãos possuem valor individual, familiar e coletivo, são bons para nos ajudar individualmente e coletivamente.
NO LEITE
O procedimento é igual ao da água, com a diferença de que o leite deve ser morno ao iniciar a cultura. Leite pasteurizado pode ser empregado. É aconselhável que se tenha sempre em mãos uma cultura na água também, pois o leite é um produto que vem sendo adulterado com substâncias químicas desde a alimentação da vaca até o seu acondicionamento e com o tempo a cultura de kefir pode sofrer alterações. Não há necessidade de se adicionar açúcar mascavo ou equivalente ao leite, ele já tem o seu açúcar próprio que conhecido pelo nome de lactose. A lactose é consumida e transformada pela cultura e torna o leite enriquecido e assimilável por aqueles que possuem intolerância à lactose, adultos e crianças até da mais tenra idade, como bebes, por exemplo. O sabor é muito palatável.
MODO DE USO DO KEFIR
Tem uso interno e externo. O uso externo é indicado para problemas cutâneos como acne com incrível eficácia e para a manutenção e regeneração da pele. No uso contínuo e diário, com 300ml a 500ml (meio litro) já se consegue bons resultados e benefícios. Para a maioria dos empregos terapêuticos aconselha-se a ingestão de kefir feito com água na quantidade aproximada de um litro por dia e dois litros em casos graves de anemia e para uma intensa desintoxicação orgânica. É recomendada a ingestão diurna do kefir, após o por do Sol a interação química com o corpo não é das melhores e deve ser evitada. Não comemos os grãos de kefir, mas sim ingerimos a parte líquida de fermentação da cultura. Pode ser refrigerado, misturado na base de 50% nos sucos de frutas. Kefir com mel e guaraná em pó é um tônico geral maravilhoso. Os produtos lácteos do kefir podem ser adicionados a frutas, utilizados em receitas variadas, mas sempre consumido cru. O uso de chás medicinais para a fermentação desta cultura traz bons resultados. O conhecimento do uso e modo de consumo do kefir é ainda uma página nova na aventura da vida humana e espero que a sua pessoa venha dar suas contribuições em editá-la.
O kefir de 12 horas de fermentação produz efeito laxativo no intestino, o de 24 horas é um pouco laxativo (ideal para quem tem o intestino normal) e o de 40 horas de fermentação prende o intestino.
ARMAZENAMENTO
Após coado, o líquido resultante da fermentação da cultura deve ser conservado em refrigeração, mesmo quando consumido na forma de queijos. A duração de seus produtos vai até no máximo três dias, mesmo sob refrigeração. Os grãos, após lavados e secados devidamente à sombra em temperatura ambiente, podem ser mantidos refrigerados a 4°C ou liofilizados por congelamento. As formas comerciais de kefir contém apenas uma parcela de seus componentes e o mais conhecido é o kefiran. O armazenamento do kefir tem sido a maior barreira para a sua ampla comercialização. Até mesmo as matrizes vendidas por correio no exterior não são o verdadeiro kefir por serem apenas elementos parciais do kefir, assim como em yoga, a fonte de aquisição é um fator fundamental em sua eficiência e garantia. Os grãos verdadeiros são adquiridos de pessoa a pessoa, pessoalmente e com uma corrente de bons fluídos, da qual o kefir é apenas mais um componente.
BENEFÍCIOS DIETÉTICOS E TERAPÊUTICOS
O kefir é tido como um ótimo regulador do peso. A associação simultânea de kefir com jejum é um desastre, o kefir atua como um enzimático poderoso e acentua amplamente o anabolismo, ou seja, a assimilação de nutrientes, isto faz com que seja necessária a utilização de comida normalmente. Para os que gostam de jejuar o uso nos dias de jejum pode ser suspenso. Se alimentar só de kefir é uma atitude errada e contra indicada. Um grande restaurador da vitalidade e da disposição física, mental e emocional é o nosso amigo kefir.
Se diz que o kefir é uma bênção para o nosso século porque é um auxiliar vital e importante contra diversos tipos de disfunções e moléstias que são típicas de nossos dias, por exemplo: Ajuda a combater os males contraídos por irradiações, exposições a monitores de vídeo, na desintoxicação de poluentes tóxicos, etc. Combate distúrbios nervosos, a ansiedade e a insônia, reduz o colesterol e regulariza a digestão, restaura rapidamente a micro flora intestinal, ótimo para quem se submeteu a longos tratamentos com antibióticos. Na Rússia e na Alemanha o uso em hospitais psiquiátricos tem obtido nobre respeito. Promove uma absorção orgânica muito maior de sais minerais e vitaminas, principalmente a vitamina B12, ajudando nos problemas de desnutrição. Auxilia a absorção de proteínas.
Tem sido usado no tratamento de pacientes que sofrem de AIDS. Aumenta a imunidade em grande escala. Tem colaborado no tratamento de herpes, câncer e síndrome de fadiga crônica. O uso regular de kefir pode ajudar a remover todo tipo de desordem do aparelho digestivo. A purificação orgânica que promove auxilia a obtenção de um eco sistema interno perfeito para a saúde e para a longevidade.
Kefir pode ser usado nos seguintes casos: Desequilíbrios emocionais e de origem nervosa. Erupções cutâneas. Problemas renais e da bexiga. Anemias. Problemas respiratórios. Alergias. Disfunções hepáticas. Diarréia. Prisão de ventre. Problemas cardio-vasculares (infarto e arteriosclerose). Reumatismos. L.E.R. Tumores. Doenças do estômago, úlceras pépticas e duodenais, gastrite. Digestivo, não produz intolerância ou efeitos colaterais. Em doenças graves e prolongadas deve ser tomado abundantemente três vezes ao dia meio litro por vez.
Para bebes a sua colaboração no desenvolvimento de um aparelho digestivo saudável é vital. Kefir é rico em vitamina B12, B1 e vitamina K. É uma fonte excelente de biotina, a vitamina B que aumenta a assimilação das outras vitaminas do complexo B.
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04/01/2011 O Princípio 90/10
06/12/2010 ALZHEIMER
04/12/2010 Por que o Alzheimer se manifesta numa idade mais avançada?
03/11/2010 Um Terço da Comida que Você come contém Agrotóxicos
03/11/2010 Agrotóxicos são Perigo no Prato
Both kefir and yogurt are cultured milk products...
...but they contain different types of beneficial bacteria. Yogurt contains transient beneficial bacteria that keep the digestive system clean and provide food for the friendly bacteria that reside there. But kefir can actually colonize the intestinal tract, a feat that yogurt cannot match.
Kefir contains several major strains of friendly bacteria not commonly found in yogurt, Lactobacillus Caucasus, Leuconostoc, Acetobacter species, and Streptococcus species.
It also contains beneficial yeasts, such as Saccharomyces kefir and Torula kefir, which dominate, control and eliminate destructive pathogenic yeasts in the body. They do so by penetrating the mucosal lining where unhealthy yeast and bacteria reside, forming a virtual SWAT team that housecleans and strengthens the intestines. Hence, the body becomes more efficient in resisting such pathogens as E. coli and intestinal parasites.
Kefir's active yeast and bacteria provide more nutritive value than yogurt by helping digest the foods that you eat and by keeping the colon environment clean and healthy.
Because the curd size of kefir is smaller than yogurt, it is also easier to digest, which makes it a particularly excellent, nutritious food for babies, the elderly and people experiencing chronic fatigue and digestive disorders.
Unit Price: $26.95
Quantity
Body Ecology Kefir Starter contains the following beneficial bacteria:
Lactococcus lactis subsp. lactis
Lactococcus lactis subsp. cremoris
Lactococcus lactis subsp. diacetylactis,
Leuconostoc mesenteroides subsp. cremoris
Lactobacillus kefyr (thermophilic)
Klyveromyces marxianus var. marxianus
Saccaromyces unisporus
dextrose as a carrier (consumed during fermentation)
...but they contain different types of beneficial bacteria. Yogurt contains transient beneficial bacteria that keep the digestive system clean and provide food for the friendly bacteria that reside there. But kefir can actually colonize the intestinal tract, a feat that yogurt cannot match.
Kefir contains several major strains of friendly bacteria not commonly found in yogurt, Lactobacillus Caucasus, Leuconostoc, Acetobacter species, and Streptococcus species.
It also contains beneficial yeasts, such as Saccharomyces kefir and Torula kefir, which dominate, control and eliminate destructive pathogenic yeasts in the body. They do so by penetrating the mucosal lining where unhealthy yeast and bacteria reside, forming a virtual SWAT team that housecleans and strengthens the intestines. Hence, the body becomes more efficient in resisting such pathogens as E. coli and intestinal parasites.
Kefir's active yeast and bacteria provide more nutritive value than yogurt by helping digest the foods that you eat and by keeping the colon environment clean and healthy.
Because the curd size of kefir is smaller than yogurt, it is also easier to digest, which makes it a particularly excellent, nutritious food for babies, the elderly and people experiencing chronic fatigue and digestive disorders.
Unit Price: $26.95
Quantity
Body Ecology Kefir Starter contains the following beneficial bacteria:
Lactococcus lactis subsp. lactis
Lactococcus lactis subsp. cremoris
Lactococcus lactis subsp. diacetylactis,
Leuconostoc mesenteroides subsp. cremoris
Lactobacillus kefyr (thermophilic)
Klyveromyces marxianus var. marxianus
Saccaromyces unisporus
dextrose as a carrier (consumed during fermentation)
Kefiran
Atualmente, o mecanismo envolvido na construção da estrutura bio-matriz (grãos), não é completamente entendida. Um gel solúvel polisacarídeo descoberto nos grãos de kefir foi o único elemente que recebeu seu próprio nome - kefiran (KFG-C). Os grãos de kefir secos, consistem numa matriz de aproximadamente 45% de kefiran. O polisacarídeo é composto de dois mono-sacarídeos, Glucose e Galactose em proporções quase iguais. Kefiran é produzido no centro dos grãos, sintetizado pelas espécies de lactobacilos homofermentativos, incluindo Lb.Kefiranofaciens e Lb. Kefiri. Este lactobacilo em particular é encapsulado no centro dos grãos, onde as condições anaeróbicas são favoráveis à síntese do kefiran na presença do ácool etanol. Existem outros lactobacilos que producem um polisacarídeo similar, Lb.sp.KPB-167B e Lb. brevis.
Estes, incluindo outras espécies de Lactobacilos, que poduzem kefiran ou uma forma similar de polisacarídeos (com pequenas variações entre as proporções de glucose e galactose) podem ser os mecanismos responsáveis pela tendência natural dos grãos de se propagarem em estruturas fechadas. Possivelmente, por causa das diferentes pressões dos micróbios encapsulados, organizados em camadas específicas que se extendem através do centro da matriz.
Experimentos com camundongos (contra camundongos, na verdade) revelaram que o kefiran possui propriedades anti-tumor. Nestes experimentos, a administração oral do kefiran reduziu o tamanho de tumores, pela indução específica da resposta imunológica nos camundongos. Muita desta pesquisa foi inicialmente realizada no Japão [25, 4, 5, 6]. Pesquisas mais recentes avaliaram as propriedades anti-infalamatórias dos grãos de kefir administrados a ratos [7].
Fonte: [1]
Atualmente, o mecanismo envolvido na construção da estrutura bio-matriz (grãos), não é completamente entendida. Um gel solúvel polisacarídeo descoberto nos grãos de kefir foi o único elemente que recebeu seu próprio nome - kefiran (KFG-C). Os grãos de kefir secos, consistem numa matriz de aproximadamente 45% de kefiran. O polisacarídeo é composto de dois mono-sacarídeos, Glucose e Galactose em proporções quase iguais. Kefiran é produzido no centro dos grãos, sintetizado pelas espécies de lactobacilos homofermentativos, incluindo Lb.Kefiranofaciens e Lb. Kefiri. Este lactobacilo em particular é encapsulado no centro dos grãos, onde as condições anaeróbicas são favoráveis à síntese do kefiran na presença do ácool etanol. Existem outros lactobacilos que producem um polisacarídeo similar, Lb.sp.KPB-167B e Lb. brevis.
Estes, incluindo outras espécies de Lactobacilos, que poduzem kefiran ou uma forma similar de polisacarídeos (com pequenas variações entre as proporções de glucose e galactose) podem ser os mecanismos responsáveis pela tendência natural dos grãos de se propagarem em estruturas fechadas. Possivelmente, por causa das diferentes pressões dos micróbios encapsulados, organizados em camadas específicas que se extendem através do centro da matriz.
Experimentos com camundongos (contra camundongos, na verdade) revelaram que o kefiran possui propriedades anti-tumor. Nestes experimentos, a administração oral do kefiran reduziu o tamanho de tumores, pela indução específica da resposta imunológica nos camundongos. Muita desta pesquisa foi inicialmente realizada no Japão [25, 4, 5, 6]. Pesquisas mais recentes avaliaram as propriedades anti-infalamatórias dos grãos de kefir administrados a ratos [7].
Fonte: [1]
Kefir - o Tesouro Probiótico
Kefir (Kephir ou Kefyr) pronuncia-se kef ir. Ouça-me pronunciando. Nomes alternativos: kewra, talai, mudu kekiya [24].
Kefir é uma bebida refrescante de leite fermentado, originada nas Montanhas do Cáucaso Setentrional há muitos séculos. A palavra kefir é derivada do Turco keif que pode ser forçosamente traduzida como bom sentimento ou sentir-se bem. É o senso de sentir-se bem que a pessoa aprecia por beber o produto da cultura [22]
Kefir possui uma consistência cremosa espessa uniforme, um leve gosto ácido que refresca e um aroma moderado de levedura fresca (como cerveja). Kefir também tem uma efervescência natural de gosto “carbonatado”. Há cerca de 40 combinações aromáticas o que contribui para seu sabor inigualável e odor agradável e único de Kefir. Arredondando, Kefir pode conter entre 0.08 a 2% álcool. Normalmente, entre 0.08 a 0.5% são valores realistas para o kefir de 24h de fermentação.
O autêntico kefir tradicional somente pode ser preparado pela fermentação do leite fresco com Grãos do Kefir. Os grãos de kefir não devem ser confundidos com outros grãos de cereais, ou seja, o uso da palavra "grãos" é uma metáfora. Os grãos do kefir, ou os grânulos de kefir se você desejar, são, de fato um acionador de partida natural ou uma cultura mãe natural.
A bio-estrutura do grão (que eu entendo como uma bio-matriz), é criada com os esforços de um relacionamento simbiótico, compartilhado entre uma vasta mistura de bactérias amigáveis específicas do ácido lático e de fermentos. Os grãos são uma massa biológica branca macia, gelatinosa (biomassa), compreendida por proteína, lipídios (gorduras) e um complexo polissacarídeo solúvel: o Kefiran. Os micróbios e os fermentos não somente criam a estrutura da bio-matriz, mas são abrigados por ela, extendendo-se pela superfície (interior e exterior), ou encapsulados dentro da bio-matriz (o domicílio do micróbio amigável). Hoje, o autêntico kefir tradicional (kefir real) é facilmente preparado em casa. O leite fresco cru, pausterizado ou não, desnatado, semi-desnatado ou integral, é colocado em um recipiente apropriado, limpo, com os grãos de kefir. O conteúdo é deixado à temperatura ambiente por aproximadamente 24 horas. O leite fermentado é coado para separar e recuperar os grãos de kefir do kefir líquido. Os grãos são adicionadas a mais leite fresco, e o processo é simplesmente repetido. Este processo simples pode ser executado indefinidamente... Grãos de kefir são para sempre. O kefir líquido, coado, pode ser consumido fresco, refrigerado para ser consumido posteriormente, ou amadurecido em temperatura ambiente por alguns dias, antes de consumir. O processo de amadurecimento é útil para os indivíduos que desejam eliminar o lactose em seu kefir. Conheça este procedimento simples.
Como culturas ativas de grãos de kefir cultivadas no leite fresco, os grãos aumentam seu volume. Eventualmente, uma parcela dos grãos é removida para prevenir a superpopulação. Este processo ajuda também a manter uma relação constante entre grãos e leite. Outra vantagem é um kefir produzido com aparência e consistência constantes, preparado em bases contínuas. Tradicionalmente, os grãos de kefir em excesso podem ser comidos (o que é bastante recomendado), desidratados e armazenados como uma fonte alternativa, compartilhadas entre membros da família, amigos e até desconhecidos.
À exceção da refrigeração, a cultura-arte do kefir foi executada como explicado acima, durante muitos séculos pelos povos das montanhas do norte do Cáucaso. Nomes alternativos para os grãos de kefir baseados em leite: Cogumelos Tibetanos, Plantas de Iogurte, Cogumelos do Iogurte, Fungo do Iogurte, Lotus de Neve, Kin-oko ou Tane-oko (Japão) ou Tibetanischer Pilz (Alemanha).
Composição dos Grãos de Kefir de Leite
Grãos de kefir de Leite examinados sob um microscópio, apresentaram um complexo proteico/polissacarídeo/lipídico, consistindo principalmente em proteína insolúvel e em mucopolissacarídeos neutros. A composição percentual de grãos secos congelados, com um índice de umidade de 3,5 % foi:
Gordura: 4,4%
Cinza: 12,1%
Mucopolissacarídeos: 45,7%
Proteína total: 34,3%
- Proteína insolúvel: 27,0%
- proteína solúvel: 1,6%
- aminoácidos livres: 5,6%
Uma pequena percentagem de substâncias desconhecidas
Ferro amorfo e cristalino foi observado na maior parte na superfície do grão. Cristais de 1-5 micrômetros foram observados também no interior do grão. A forma em que o microflora é distribuída sobre a superfície dos grãos, confirma o conceito que os grãos de kefir não devem ser enxaguados com água entre as trocas de leite durante o cultivo.[10].
Kefir (Kephir ou Kefyr) pronuncia-se kef ir. Ouça-me pronunciando. Nomes alternativos: kewra, talai, mudu kekiya [24].
Kefir é uma bebida refrescante de leite fermentado, originada nas Montanhas do Cáucaso Setentrional há muitos séculos. A palavra kefir é derivada do Turco keif que pode ser forçosamente traduzida como bom sentimento ou sentir-se bem. É o senso de sentir-se bem que a pessoa aprecia por beber o produto da cultura [22]
Kefir possui uma consistência cremosa espessa uniforme, um leve gosto ácido que refresca e um aroma moderado de levedura fresca (como cerveja). Kefir também tem uma efervescência natural de gosto “carbonatado”. Há cerca de 40 combinações aromáticas o que contribui para seu sabor inigualável e odor agradável e único de Kefir. Arredondando, Kefir pode conter entre 0.08 a 2% álcool. Normalmente, entre 0.08 a 0.5% são valores realistas para o kefir de 24h de fermentação.
O autêntico kefir tradicional somente pode ser preparado pela fermentação do leite fresco com Grãos do Kefir. Os grãos de kefir não devem ser confundidos com outros grãos de cereais, ou seja, o uso da palavra "grãos" é uma metáfora. Os grãos do kefir, ou os grânulos de kefir se você desejar, são, de fato um acionador de partida natural ou uma cultura mãe natural.
A bio-estrutura do grão (que eu entendo como uma bio-matriz), é criada com os esforços de um relacionamento simbiótico, compartilhado entre uma vasta mistura de bactérias amigáveis específicas do ácido lático e de fermentos. Os grãos são uma massa biológica branca macia, gelatinosa (biomassa), compreendida por proteína, lipídios (gorduras) e um complexo polissacarídeo solúvel: o Kefiran. Os micróbios e os fermentos não somente criam a estrutura da bio-matriz, mas são abrigados por ela, extendendo-se pela superfície (interior e exterior), ou encapsulados dentro da bio-matriz (o domicílio do micróbio amigável). Hoje, o autêntico kefir tradicional (kefir real) é facilmente preparado em casa. O leite fresco cru, pausterizado ou não, desnatado, semi-desnatado ou integral, é colocado em um recipiente apropriado, limpo, com os grãos de kefir. O conteúdo é deixado à temperatura ambiente por aproximadamente 24 horas. O leite fermentado é coado para separar e recuperar os grãos de kefir do kefir líquido. Os grãos são adicionadas a mais leite fresco, e o processo é simplesmente repetido. Este processo simples pode ser executado indefinidamente... Grãos de kefir são para sempre. O kefir líquido, coado, pode ser consumido fresco, refrigerado para ser consumido posteriormente, ou amadurecido em temperatura ambiente por alguns dias, antes de consumir. O processo de amadurecimento é útil para os indivíduos que desejam eliminar o lactose em seu kefir. Conheça este procedimento simples.
Como culturas ativas de grãos de kefir cultivadas no leite fresco, os grãos aumentam seu volume. Eventualmente, uma parcela dos grãos é removida para prevenir a superpopulação. Este processo ajuda também a manter uma relação constante entre grãos e leite. Outra vantagem é um kefir produzido com aparência e consistência constantes, preparado em bases contínuas. Tradicionalmente, os grãos de kefir em excesso podem ser comidos (o que é bastante recomendado), desidratados e armazenados como uma fonte alternativa, compartilhadas entre membros da família, amigos e até desconhecidos.
À exceção da refrigeração, a cultura-arte do kefir foi executada como explicado acima, durante muitos séculos pelos povos das montanhas do norte do Cáucaso. Nomes alternativos para os grãos de kefir baseados em leite: Cogumelos Tibetanos, Plantas de Iogurte, Cogumelos do Iogurte, Fungo do Iogurte, Lotus de Neve, Kin-oko ou Tane-oko (Japão) ou Tibetanischer Pilz (Alemanha).
Composição dos Grãos de Kefir de Leite
Grãos de kefir de Leite examinados sob um microscópio, apresentaram um complexo proteico/polissacarídeo/lipídico, consistindo principalmente em proteína insolúvel e em mucopolissacarídeos neutros. A composição percentual de grãos secos congelados, com um índice de umidade de 3,5 % foi:
Gordura: 4,4%
Cinza: 12,1%
Mucopolissacarídeos: 45,7%
Proteína total: 34,3%
- Proteína insolúvel: 27,0%
- proteína solúvel: 1,6%
- aminoácidos livres: 5,6%
Uma pequena percentagem de substâncias desconhecidas
Ferro amorfo e cristalino foi observado na maior parte na superfície do grão. Cristais de 1-5 micrômetros foram observados também no interior do grão. A forma em que o microflora é distribuída sobre a superfície dos grãos, confirma o conceito que os grãos de kefir não devem ser enxaguados com água entre as trocas de leite durante o cultivo.[10].
PARA OS NOVATOS EM KEFIR
Nós, do grupo Fazendo_kefir, desejamos ensinar aos recém chegados e aos já conhecedores, a Dádiva de conhecer Kefir e o Dom de o partilhar, realçando questões comuns que têm causado confusão geral.
Antes de mais nada, Kefir não deve ser confundido com iogurte. Estes dois produtos de culturas de leite são bastante diferentes um do outro.
O Kefir é produzido por grãos de kefir, a única mãe natural de culturas de leite conhecidas. De fato, uma antiga cultura mãe natural. Os grãos de kefir, incluindo o verdadeiro kefir produzido por eles, fermentando em leite fresco (novo), contem bactérias de acido lácteo [LAB] incluindo streptococci e lactococci, Acetobacter [bactéria de ácido acético] e leveduras [fermentos]; alguns tipos de leveduras utilizam a lactose, “quebrando-a”. A vasta espécie de organismos presentes nestes quatro grupos de gêneros é o que torna este produto Único pela complexidade auto-organizadora da sua microflora, entquanto, o iogurte não contém leveduras ou a bactéria acetobacter, nem tão-pouco o elevado numero de diferentes estirpes ou tipos de organismos, que perfazem o vasto espectro da microflora do Kefir.
Kefir é uma bebida de cultura de leite que se distingue do iogurte até pela sua aparência, um coalho líquido muito diferente da “coalhada” espessa que se obtêm do iogurte.
Pode-se produzir kefir com leite cru ou pasteurizado e à temperatura ambiente e isto de forma simples, económica e flexível. Isto é válido para qualquer tipo de leite à sua escolha de qualquer marca, com mais ou menos gordura, biodinâmico ou orgânico incluindo leite de origem não animal como é o caso do leite de côco.
Por outro lado, culturas de iogurte, incluindo culturas de “arranque” (para quem quer começar) à venda no mercado, são bastante limitadas em termos de produção e desenvolvimento [fermentação] de forma continua. Estas culturas comercializadas, apenas têm a capacidade de preparar Kefir ou [iogurte] com leite recentemente pasteurizado [esterilizado através do calor]. No caso do iogurte, o leite “inoculado” DEVE ser incubado entre 8 a 12h, a temperaturas entre os 37º C a 45º C [97º -113º F]. Não esquecendo que um incubador é essencial para manter estas temperaturas, e que para além da compra implícita de um à que ter ainda em conta os gastos com o seu funcionamento. Assim à escassa qualidade destes produtos comercializados sobrepõe-se a incapacidade de se produzirem à temperatura ambiente.
Contudo, os nossos grãos têm a capacidade de se propagarem e adaptarem a temperaturas que vão desde os 4º C até 40º C [39º F – 104º F]. Isto deve-se ao facto da sua microflora ter desenvolvido um alto nível (bom estado) de auto-organização graças ao desenvolvimento em leite cru, à temperatura ambiente ao longo de muitos séculos.
Autentico Kefir tradicional NÃO PODE ser produzido comercialmente. As Culturas de “arranque” já referidas encontram-se à venda frequentemente sob a forma de pó. Como tal não são grãos de Kefir, mas sim uma cultura de “arranque” inferior, e que defrauda quem o adquire e desprestigia o kefir autentico e tradicional. Da mesma forma que as culturas de iogurte, as culturas de “arranque” de kefir comercializado não tem a capacidade de se produzir em leite cru não pasteurizado. Ou seja, a microflora nativa do leite cru combate os organismos das culturas de “arranque” comercializadas perdendo estas ultimas a “batalha” pelos nutrientes.
Por isso até à data é impossível propagar espontaneamente os grãos de Kefir, extraídos de culturas sem grãos (como é o caso das que se apresentam no mercado sob a forma de pó) ou de produzir qualquer forma de kefir comercial incluindo preparações comerciais de culturas de “arranque”.
Devido a isto, os grãos de Kefir só podem ser propagados tendo origem em GRÃOS DE KEFIR PROPAGÁVEIS JÁ EXISTENTES. Por isso, deve-se obter inicialmente Grãos, de forma a propagar mais grãos [só se consegue grãos tendo grãos] produzindo-os de forma tradicional com autênticos grãos de kefir.
Todos os tipos de culturas de “arranque” de ácidos lácteos não geneticamente modificados disponíveis nos dias de hoje, têm em comum o facto de os organismos acabarem eventualmente por falhar ao produzir-se. Uma das razões principais para isto deve-se a uma determinada infecção de vírus conhecida como Infecção Bacteriofagócita. Cada tipo específico de vírus fagócito só pode infectar, ou atingir uma estirpe específica [susceptível] de bactéria de acido lácteo [LAB]. Viroses fagócitas causam infecções quando o vírus injecta o seu cromossoma ou ADN na célula da bactéria de acido lácteo [LAB]. A bactéria infectada torna-se então numa “fábrica” de vírus. Por fim, a parede da célula da bactéria de acido lácteo [LAB] infectada rompe, libertando inúmeras recém criadas viroses. É escusado dizer que a rotura destrói a bactéria de acido lácteo [LAB] durante o processo e dentro de um curto espaço de tempo, a anteriormente vasta população de bactérias de acido lácteo [LAB] está irremediavelmente
perdida. Desta forma a infecção bacteriofagócita é também responsável pela perda de “potencia” (vigor) das culturas de “arranque” de kefir comercializado, que num breve espaço de tempo deixam de produzir levando inevitavelmente a que o consumidor tenha de comprar um novo lote ao vendedor da cultura.
Na realidade, Viroses fagócitas têm um lado positivo, trabalhando contra os benefícios financeiros dos vendedores de culturas de “arranque”. No Grupo Fazendo Kefir temos outra filosofia de vida: doamos kefir para que todos possam vir a beneficiar das suas propriedades, aprendendo a tratar do kefir, mantendo-o saudável não só para SEU uso pessoal mas como um presente para as gerações futuras.
A limitada diversidade dentre as espécies de organismos estrategicamente seleccionados para preparar as culturas de “arranque” comercializadas nos nossos dias transformam-nas numa “fabrica” condicionada, limitada na sua essência. Contudo, com os grãos de Kefir autênticos qualquer estirpe de organismos presentes na sua microflora tem a capacidade de superar muitos factores limitativos sendo ainda portadores de uma natural protecção contra infecções de agentes fagócitos (imunidade). No caso de qualquer estirpe de organismo falhar, haverá um maior possibilidade de que outra estirpe tenha maiores probabilidades de triunfar, transportando mecanismos de sobrevivência para futuras gerações (prole). Isto demonstra a vastidão de tipos de organismos e a complexidade dentre a auto-organizadora microflora do “Nosso” Kefir. Para além disto, os grãos de Kefir autênticos “trabalham” pró -activamente, tendo a capacidade de adoptar organismos “ selvagens” amistosos (inofensivos) presentes no ambiente
local (onde é produzido). Assim, cada organismo adoptado tornar-se-a parte da “Nossa“ extensa família já que a doação de kefir é comum não só neste grupo mas sobretudo em culturas espalhadas pelo mundo que conhecem os seus benefícios seculares. Estes organismos “adoptados” irão trazer benefícios para esta microflora já que virão equipados com resistência a agentes infecciosos, provocados por diversos vírus.
Esta é uma das razões pela qual o Kefir autêntico tem vindo a propagar-se com êxito ao longo de tantos séculos!
Se a Saúde e o bem-estar do indivíduo é em parte um reflexo do que o mesmo consome... então é razoável preferir, e exigir, um produto natural e tradicional. Especialmente um que resistiu ao tempo tal como os grãos de Kefir tradicional e a sua cultura – produto.
Para produzir culturas – produto, tal como kefir comercializado no mercado e culturas de “arranque” comercializadas à venda, existem códigos deontológicos específicos que os produtores vendedores devem respeitar. Em certos países ou estados esses códigos estipulam restrições específicas em relação ao que é ou não permitido num produto alimentar destinado à venda no mercado.
Para dar um exemplo, citamos a o Código Agrícola e Alimentar da Califórnia, artigo 38871: Leite comercializado ou leite comercializado associado com leite sem gordura (nonfat) proveniente do comércio de lacticínios, com ou sem adição de sólidos de leite comercializado, aromatizados ou temperados, que é certificado como leite cru ou tenha sido pasteurizado e posteriormente fermentado por Lactobacillus bulgaricus, Lactobacillus acidophilus, e Lactobacillus caucasicus podem ser vendidos como kefir, kefir de gordura reduzida, lowfat ou light (lite) kefir, ou nonfat, desnatado (skim), ou sem gordura (fat-free) kefir, ou nomes semelhantes que possam ser característicos do produto e aprovados pelo Ministério. O produto pode conter estabilizadores comestíveis inofensivos não excedendo seis décimos de 1 por cento. Deverá conter não mais de 10 bactérias de coliform por grama e deverá ser livre de bolor (mofo), fermentos e outros fungos, e outras bactérias proibidas (censuráveis) que podem
prejudicar a qualidade do produto.
Isto estipula claramente que o Kefir destinado à venda deve ser livre de fermentos e fungos. E no entanto, os fermentos ou leveduras são um dos componentes essenciais do autêntico Kefir tradicional. Realçando mais uma vez a questão dos grãos de Kefir transcrevemos a seguinte pesquisa para ajudar a clarificar este assunto:
Mini – Resumo: “578 amostras de grãos de Kefir foram examinadas bacteriologicamente nas fábricas de lacticínios em Moscovo, Irkutsk, Tula, Stavropol’ e Kuibyshev”... “ Em observação directa através do microscópio, deverão ser sempre detectáveis as células do ácido lácteo, do streptococci e dos fermentos (leveduras).” (19)
Mini – Resumo:”Quando o Kefir foi feito de grãos com fermento (levedura); bactéria de acido lácteo na proporção de 1:5.6, 1:15 (cultura tradicional) e 1:46, aumentar ou reduzir a proporção de fermentos (leveduras) nos grãos resultou em alterações de sabor.
Em muitas situações, o código deontológico tal como o artigo 38871 do código Agrícola e Alimentar citado acima, despreocupadamente omite de forma estratégica os simples factos fornecidos pela pesquisa. Em vez disso, tais códigos deontológicos “estrangulam” a possibilidade para o uso de grãos de Kefir na produção de autentico Kefir Tradicional, destinado à venda no mercado.
Infelizmente, achamos que a maioria se não todos os produtos de cultura tradicional, natural do passado, são um desafio extremamente aliciante para a produção em massa no mercado. Isto, se esta produção não adulterar o produto final ou o seu significado, o que poderia verificar-se no caso do Kefir autêntico e tradicional: Um presente dado pelos Deuses ao simples mortal! Isto se também deseja receber estas “Pérolas” de Kefir como um presente. É desta forma que “O Grupo Fazendo Kefir” encara esta dádiva e, ao contrário de outros grupos transmitimos altruistamente o que nos foi passado... O DOM de ajudar desinteressadamente!
Se pretende saber mais sobre este grupo ou esclarecer quaisquer dúvidas visite a página do grupo Fazendo Kefir.
Nós, do grupo Fazendo_kefir, desejamos ensinar aos recém chegados e aos já conhecedores, a Dádiva de conhecer Kefir e o Dom de o partilhar, realçando questões comuns que têm causado confusão geral.
Antes de mais nada, Kefir não deve ser confundido com iogurte. Estes dois produtos de culturas de leite são bastante diferentes um do outro.
O Kefir é produzido por grãos de kefir, a única mãe natural de culturas de leite conhecidas. De fato, uma antiga cultura mãe natural. Os grãos de kefir, incluindo o verdadeiro kefir produzido por eles, fermentando em leite fresco (novo), contem bactérias de acido lácteo [LAB] incluindo streptococci e lactococci, Acetobacter [bactéria de ácido acético] e leveduras [fermentos]; alguns tipos de leveduras utilizam a lactose, “quebrando-a”. A vasta espécie de organismos presentes nestes quatro grupos de gêneros é o que torna este produto Único pela complexidade auto-organizadora da sua microflora, entquanto, o iogurte não contém leveduras ou a bactéria acetobacter, nem tão-pouco o elevado numero de diferentes estirpes ou tipos de organismos, que perfazem o vasto espectro da microflora do Kefir.
Kefir é uma bebida de cultura de leite que se distingue do iogurte até pela sua aparência, um coalho líquido muito diferente da “coalhada” espessa que se obtêm do iogurte.
Pode-se produzir kefir com leite cru ou pasteurizado e à temperatura ambiente e isto de forma simples, económica e flexível. Isto é válido para qualquer tipo de leite à sua escolha de qualquer marca, com mais ou menos gordura, biodinâmico ou orgânico incluindo leite de origem não animal como é o caso do leite de côco.
Por outro lado, culturas de iogurte, incluindo culturas de “arranque” (para quem quer começar) à venda no mercado, são bastante limitadas em termos de produção e desenvolvimento [fermentação] de forma continua. Estas culturas comercializadas, apenas têm a capacidade de preparar Kefir ou [iogurte] com leite recentemente pasteurizado [esterilizado através do calor]. No caso do iogurte, o leite “inoculado” DEVE ser incubado entre 8 a 12h, a temperaturas entre os 37º C a 45º C [97º -113º F]. Não esquecendo que um incubador é essencial para manter estas temperaturas, e que para além da compra implícita de um à que ter ainda em conta os gastos com o seu funcionamento. Assim à escassa qualidade destes produtos comercializados sobrepõe-se a incapacidade de se produzirem à temperatura ambiente.
Contudo, os nossos grãos têm a capacidade de se propagarem e adaptarem a temperaturas que vão desde os 4º C até 40º C [39º F – 104º F]. Isto deve-se ao facto da sua microflora ter desenvolvido um alto nível (bom estado) de auto-organização graças ao desenvolvimento em leite cru, à temperatura ambiente ao longo de muitos séculos.
Autentico Kefir tradicional NÃO PODE ser produzido comercialmente. As Culturas de “arranque” já referidas encontram-se à venda frequentemente sob a forma de pó. Como tal não são grãos de Kefir, mas sim uma cultura de “arranque” inferior, e que defrauda quem o adquire e desprestigia o kefir autentico e tradicional. Da mesma forma que as culturas de iogurte, as culturas de “arranque” de kefir comercializado não tem a capacidade de se produzir em leite cru não pasteurizado. Ou seja, a microflora nativa do leite cru combate os organismos das culturas de “arranque” comercializadas perdendo estas ultimas a “batalha” pelos nutrientes.
Por isso até à data é impossível propagar espontaneamente os grãos de Kefir, extraídos de culturas sem grãos (como é o caso das que se apresentam no mercado sob a forma de pó) ou de produzir qualquer forma de kefir comercial incluindo preparações comerciais de culturas de “arranque”.
Devido a isto, os grãos de Kefir só podem ser propagados tendo origem em GRÃOS DE KEFIR PROPAGÁVEIS JÁ EXISTENTES. Por isso, deve-se obter inicialmente Grãos, de forma a propagar mais grãos [só se consegue grãos tendo grãos] produzindo-os de forma tradicional com autênticos grãos de kefir.
Todos os tipos de culturas de “arranque” de ácidos lácteos não geneticamente modificados disponíveis nos dias de hoje, têm em comum o facto de os organismos acabarem eventualmente por falhar ao produzir-se. Uma das razões principais para isto deve-se a uma determinada infecção de vírus conhecida como Infecção Bacteriofagócita. Cada tipo específico de vírus fagócito só pode infectar, ou atingir uma estirpe específica [susceptível] de bactéria de acido lácteo [LAB]. Viroses fagócitas causam infecções quando o vírus injecta o seu cromossoma ou ADN na célula da bactéria de acido lácteo [LAB]. A bactéria infectada torna-se então numa “fábrica” de vírus. Por fim, a parede da célula da bactéria de acido lácteo [LAB] infectada rompe, libertando inúmeras recém criadas viroses. É escusado dizer que a rotura destrói a bactéria de acido lácteo [LAB] durante o processo e dentro de um curto espaço de tempo, a anteriormente vasta população de bactérias de acido lácteo [LAB] está irremediavelmente
perdida. Desta forma a infecção bacteriofagócita é também responsável pela perda de “potencia” (vigor) das culturas de “arranque” de kefir comercializado, que num breve espaço de tempo deixam de produzir levando inevitavelmente a que o consumidor tenha de comprar um novo lote ao vendedor da cultura.
Na realidade, Viroses fagócitas têm um lado positivo, trabalhando contra os benefícios financeiros dos vendedores de culturas de “arranque”. No Grupo Fazendo Kefir temos outra filosofia de vida: doamos kefir para que todos possam vir a beneficiar das suas propriedades, aprendendo a tratar do kefir, mantendo-o saudável não só para SEU uso pessoal mas como um presente para as gerações futuras.
A limitada diversidade dentre as espécies de organismos estrategicamente seleccionados para preparar as culturas de “arranque” comercializadas nos nossos dias transformam-nas numa “fabrica” condicionada, limitada na sua essência. Contudo, com os grãos de Kefir autênticos qualquer estirpe de organismos presentes na sua microflora tem a capacidade de superar muitos factores limitativos sendo ainda portadores de uma natural protecção contra infecções de agentes fagócitos (imunidade). No caso de qualquer estirpe de organismo falhar, haverá um maior possibilidade de que outra estirpe tenha maiores probabilidades de triunfar, transportando mecanismos de sobrevivência para futuras gerações (prole). Isto demonstra a vastidão de tipos de organismos e a complexidade dentre a auto-organizadora microflora do “Nosso” Kefir. Para além disto, os grãos de Kefir autênticos “trabalham” pró -activamente, tendo a capacidade de adoptar organismos “ selvagens” amistosos (inofensivos) presentes no ambiente
local (onde é produzido). Assim, cada organismo adoptado tornar-se-a parte da “Nossa“ extensa família já que a doação de kefir é comum não só neste grupo mas sobretudo em culturas espalhadas pelo mundo que conhecem os seus benefícios seculares. Estes organismos “adoptados” irão trazer benefícios para esta microflora já que virão equipados com resistência a agentes infecciosos, provocados por diversos vírus.
Esta é uma das razões pela qual o Kefir autêntico tem vindo a propagar-se com êxito ao longo de tantos séculos!
Se a Saúde e o bem-estar do indivíduo é em parte um reflexo do que o mesmo consome... então é razoável preferir, e exigir, um produto natural e tradicional. Especialmente um que resistiu ao tempo tal como os grãos de Kefir tradicional e a sua cultura – produto.
Para produzir culturas – produto, tal como kefir comercializado no mercado e culturas de “arranque” comercializadas à venda, existem códigos deontológicos específicos que os produtores vendedores devem respeitar. Em certos países ou estados esses códigos estipulam restrições específicas em relação ao que é ou não permitido num produto alimentar destinado à venda no mercado.
Para dar um exemplo, citamos a o Código Agrícola e Alimentar da Califórnia, artigo 38871: Leite comercializado ou leite comercializado associado com leite sem gordura (nonfat) proveniente do comércio de lacticínios, com ou sem adição de sólidos de leite comercializado, aromatizados ou temperados, que é certificado como leite cru ou tenha sido pasteurizado e posteriormente fermentado por Lactobacillus bulgaricus, Lactobacillus acidophilus, e Lactobacillus caucasicus podem ser vendidos como kefir, kefir de gordura reduzida, lowfat ou light (lite) kefir, ou nonfat, desnatado (skim), ou sem gordura (fat-free) kefir, ou nomes semelhantes que possam ser característicos do produto e aprovados pelo Ministério. O produto pode conter estabilizadores comestíveis inofensivos não excedendo seis décimos de 1 por cento. Deverá conter não mais de 10 bactérias de coliform por grama e deverá ser livre de bolor (mofo), fermentos e outros fungos, e outras bactérias proibidas (censuráveis) que podem
prejudicar a qualidade do produto.
Isto estipula claramente que o Kefir destinado à venda deve ser livre de fermentos e fungos. E no entanto, os fermentos ou leveduras são um dos componentes essenciais do autêntico Kefir tradicional. Realçando mais uma vez a questão dos grãos de Kefir transcrevemos a seguinte pesquisa para ajudar a clarificar este assunto:
Mini – Resumo: “578 amostras de grãos de Kefir foram examinadas bacteriologicamente nas fábricas de lacticínios em Moscovo, Irkutsk, Tula, Stavropol’ e Kuibyshev”... “ Em observação directa através do microscópio, deverão ser sempre detectáveis as células do ácido lácteo, do streptococci e dos fermentos (leveduras).” (19)
Mini – Resumo:”Quando o Kefir foi feito de grãos com fermento (levedura); bactéria de acido lácteo na proporção de 1:5.6, 1:15 (cultura tradicional) e 1:46, aumentar ou reduzir a proporção de fermentos (leveduras) nos grãos resultou em alterações de sabor.
Em muitas situações, o código deontológico tal como o artigo 38871 do código Agrícola e Alimentar citado acima, despreocupadamente omite de forma estratégica os simples factos fornecidos pela pesquisa. Em vez disso, tais códigos deontológicos “estrangulam” a possibilidade para o uso de grãos de Kefir na produção de autentico Kefir Tradicional, destinado à venda no mercado.
Infelizmente, achamos que a maioria se não todos os produtos de cultura tradicional, natural do passado, são um desafio extremamente aliciante para a produção em massa no mercado. Isto, se esta produção não adulterar o produto final ou o seu significado, o que poderia verificar-se no caso do Kefir autêntico e tradicional: Um presente dado pelos Deuses ao simples mortal! Isto se também deseja receber estas “Pérolas” de Kefir como um presente. É desta forma que “O Grupo Fazendo Kefir” encara esta dádiva e, ao contrário de outros grupos transmitimos altruistamente o que nos foi passado... O DOM de ajudar desinteressadamente!
Se pretende saber mais sobre este grupo ou esclarecer quaisquer dúvidas visite a página do grupo Fazendo Kefir.
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PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE
A PREPARAÇÃO, SABOR E RECEITAS DE KEFIR
Nesta página você achará as respostas para a maior parte das suas dúvidas sobre a preparação, o sabor e as receitas sobre o Kefir.
Se existem regras que podem ser aplicadas em fazendo kefir, elas estão aqui:
Mantenha todos os utensílios limpos, e use leite fresco de boa qualidade ou sucos (para kefir baseado em água).
Por favor, tenha paciência quando fizer quaisquer mudanças significativas ao preparar seu kefir. Os grãos de Kefir são muito robustos, mas precisam de tempo para se adaptar a quaisquer mudanças feitas na forma de cultivá-los.
Qual é o tempo de fermentação correto?
Recebi os grãos de kefir e agora o que fazer? Quanto tomar inicialmente?
Até quanto posso encher o vasilhame da fermentação?
Como eu sei quando meu kefir de leite está pronto?
Eu preciso coar ou remover todo o kefir antes de adicionar leite fresco?
Quanto leite eu adiciono aos grãos?
Por que é tão difícil coar meu kefir?
Qual a temperatura ideal para fermentar meu kefir?
Devo apertar ou espremer os grãos quando for coá-los?
Eu fiz uma bolsa para fermentação do kefir mas ela não afunda e os grãos estão fora do leite. Por quê? Como resolver?
Que tipos de leite eu posso usar para fazer kefir?
Devo lavar meus grãos de kefir após coá-los?
É correto agitar o kefir durante a fermentação?
Por que se formou uma camada amarelada sobre o kefir de leite?
Por que se formou uma película marrom sobre o kefir de água?
Por que meu kefir de leite fica tão azedo ou ácido?
Eu preciso esterilizar meus utensílios e ingredientes?
Por que meu kefir fica viscoso?
Quando eu côo meu kefir, os coalhos aderem aos grãos fazendo parecerem maiores, isto é normal?
Meus grãos flutuam, o que está ocorrendo?
Por que o kefir se divide em camadas?
O que é necessário para fazer um kefir bem carbonatado?
Que outras fontes de alimentação, além do açúcar mascavo posso usar para fazer o kefir de água?
Por que não usar açúcar branco no preparo do kefir?
Que tipos de suco de frutas podem ou não ser adicionados no kefir de água?
Que tipos de leite de soja eu posso usar para fazer kefir de soja?
Posso fazer kefir com água de coco verde e com a sua polpa?
Eu não consigo achar um coador não metálico para coar meu kefir, o que eu posso fazer?
Não quero usar plásticos ou outros materiais sintéticos para fermentar o kefir. Que outras opções eu tenho?
Como cuidar dos grãos de água?
Como cuidar dos grãos de leite?
Como fazer o cream cheese?
Fiz cream-cheese (keijo"> e ficou muito ácido? O que posso fazer? Quanto tempo dura?
Quem tem lupus pode tomar kefir?
Como reduzir o índice alcoólico do kefir de água?
Devo tampar hermeticamente o vasilhame de fermentação? Ou não posso vedá-lo para que os grãos possam respirar?
Como fazer sabonetes naturais e loção usando kefir (grãos de água e kefiraride")?
1) Qual é o tempo de fermentação correto?
Em geral, o tempo necessário para completar a fermentação do kefir é determinado pela temperatura ambiente e pela proporção entre grãos e leite ou água com açúcar mascavo.
Na média, o Kefir deve estar pronto depois de uma fermentação de 24 horas. Quanto mais tempo você deixa o Kefir fermentar mais ácido ele se torna. Para eliminar a lactose você deve fermentar seu kefir por mais ou menos 36 horas. Quando você receber os seus grãos de Kefir pode ser que leve uns dias, para eles se recomporem do "stress" da viagem. Mas com lotes contínuos o grão se tornará cada vez mais ativo. O Kefir de leite estará pronto quando todo o leite estiver completamente coagulado e o de água, quando não for mais possível sentir o sabor adocicado do açúcar mascavo.
2) Recebi os grãos de kefir e agora o que fazer? Quanto tomar inicialmente?
Se recebeu seus grãos em mãos, geralmente é uma colher de sopa de grãos, coloque-os em 1 copo (200 a 250 ml) de leite, tampe-o e deixe fermentar em temperatura ambiente por 24 h. Após esse período pode coar e tomar o kefir que deverá estar completamente coagulado.
Se recebeu seus grãos pelos correios precisa dar um tempo para que todas as bactérias e fermentos voltem a trabalhar, de uns 3 a 4 dias. Neste período o leite pode talhar e ter cheiro de azedo ,então, coe a cada 24 h e descarte o líquido, fazendo nova troca. Quando os grãos coagularem o leite e este tiver cheiro similar a iogurte, pode tomar, está pronto o kefir. Se recebeu grãos de água, eles reativam em menor tempo, possivelmente no dia seguinte já possa coar e tomar o kefir, mas como prevenção é prudente descartar o líquido de dois dias. É aconselhável, inicialmente, começar a tomar pequena quantidade (100 ml) para acostumar o organismo e ir aumentando aos poucos, com isso evitará reações "bruscas".
3) Até quanto posso encher o vasilhame da fermentação?
Nunca encha mais de 3/4 do volume total do vasilhame usado para fermentar seu kefir. Especialmente se estiver usando uma tampa bem apertada, por que a levedura do kefir pode produzir uma quantidade grande de CO2. Isto produzirá uma pressão, que em um ambiente fechado, pode quebrar o jarro ou a tampa, ou mesmo provocar uma pequena explosão. Nada grave, mas vai sujar todo o seu ambiente de leite ou água com açúcar mascavo.
4) Como eu sei quando meu kefir de leite está pronto?
Você pode ver pela quantia de coágulos. Esta coagulação pode variar por causa dos tipos diferentes de leites que estão disponíveis no mercado, pela temperatura e relação de grãos/leite.
Falando de modo geral, você deve ver coalhos e Kefiraride distintamente separados e não deve haver nenhum leite não coagulado.
Em último lugar é que se completa a coagulação no fundo do jarro. Se você ainda vê leite fresco no fundo de seu recipiente, então você precisará deixar mais tempo. Você pode acelerar o processo, agitando o jarro lenta e cuidadosamente. Quando pronto, o Kefir será firme.
Até que você se torne mais experiente, pode ser enganador distinguir entre leite fresco ou coalho. Novamente, o sinal é dado inclinando o jarro para ver se a seção mais baixa do leite se reposiciona como um gel coalhado ou tem aparência de leite fresco. É uma boa idéia usar um jarro de vidro para fazer seu Kefir.
Também ajuda se você agitar o jarro de kefir fermentando por alguns segundos duas ou três vezes ao dia.
OBS. :se você tem problema de intestino preso e precisa tomar o kefir fermentado por 12 h, seu Kefir ficará similar a uma bebida láctea , pouco encorpado, por isso é muito importante agitar o jarro para que todo o leite tenha contato com os grãos de Kefir.
5) Eu preciso coar ou remover todo o kefir antes de adicionar leite fresco?
Não é necessário, nem ideal, coar todo o kefir antes de adicionar leite fresco para seu próximo lote. Deixar algum kefir (mais ou menos 1/3) , ao adicionar leite fresco faz bem aos grãos, que se reproduzem mais rápido e acelera o processo de fermentação, pois reduz o pH do leite fresco (tornando-o mais ácido) , o que pode ajudar a reduzir microrganismos indesejáveis.
6) Quanto leite eu adiciono aos grãos?
A quantia de leite para usar é normalmente determinada pela temperatura (estação do ano) , quantidade e nível de atividade dos grãos.
Em temperaturas quentes (20º - 30º C.) relações de grãos para o leite de 1 : 30 (uma parte de grãos, para 30 de leite) ou 1 : 50 são as ideais. Em temperaturas mais frias (abaixo de 20º C) as relações de 1 : 10 ou pouco menos são aceitáveis. Mas estas são regras gerais determinadas principalmente pela atividade dos grãos e temperatura.
O Kefir pode ser feito com uma relação tão pequena quanto 1 : 3 ou tão grande quanto 1 : 60. Geralmente quem decide é você, se decidir por uma quantidade maior de leite, você deve ter um tempo para fermentar maior e vice-versa. Como você pode ver, não existe nenhuma regra rígida aqui, porque os grãos de kefir são muito versáteis.
Falando de modo geral, os grãos de Kefir farão pouco ou tanto Kefir conforme seu gosto e com o tempo eles se ajustarão a sua rotina.
Um outro detalhe importante é que os grãos crescerão em quantidade com o tempo e eventualmente você precisará remover um pouco deles ou aumentar a quantidade do leite.
7) Por que é tão difícil coar meu kefir?
Provavelmente:
a malha do coador é muito fina: experimente usar um coador com uma malha mais larga (tamanho de buracos de mais ou menos 2 milímetros);
você está usando pouco leite para seus grãos: aumente a quantidade de leite ou diminua a de grãos;
você deixa fermentar por muito tempo para a quantia de leite usado: diminua o tempo ou aumente a quantidade de leite, ou ainda, diminua a quantidade de grãos;
a temperatura ambiente está muito alta, acelerando demais o tempo da fermentação: experimente deixar parte do tempo na geladeira (na parte inferior, onde é menos frio) ou aumente a quantidade de leite, diminua a de grãos ou deixe menos tempo;
alguns coalhos do leite aderem aos grãos: diminua o tempo ou aumente a quantidade de leite, ou ainda, diminua a quantidade de grãos;
Além disso, também ajuda:
antes de coar, aperte a tampa, então suavemente inverta o jarro algumas vezes. Ou suavemente balance o jarro até que os coalhos sejam misturados com uma parte do Kefiraride (até uma consistência cremosa)
despeje o kefir para ser coado em seu coador, e suavemente bata o coador (veja a figura à direita). É melhor usar um recipiente largo ou tigela para coar seu kefir, para nenhum kefir ser perdido
8) Qual a temperatura ideal para fermentar meu kefir?
Na maioria das situações o kefir é feito em temperatura ambiente (5º C. a 40º C).
Em regiões muito frias, você precisará que seu kefir seja mantido em temperatura maior que 10º C. Isto não é 100% essencial, mas abaixo desta temperatura, seu kefir exigiria muito mais tempo para fermentar (aproximadamente 3 x mais) e temperaturas muito baixas por um longo tempo podem inibir certos tipos de micróbios da microflora dos grãos. Os caucasianos faziam kefir em bolsas de pele de cabras e durante os meses mais frios, deixavam-nas ao sol durante o dia e próximas a uma lareira durante a noite.
9) Devo apertar ou espremer os grãos quando for coá-los?
NÃO! Você não deve apertar ou espremer os grãos com qualquer coisa para tentar coar mais kefir. Isto irá quebrá-los. A maioria dos Grãos de Kefir é uma bolsa e é importante tentar mantê-las intactas. Eu acredito que aquele grão de kefir que não foi danificado apertando, produza polissacarídeo mais solúvel e um Kefir mais espesso e mais cremoso.
Quebrar ou danificar os grãos apertando não os matará e quando você parar de apertá-los, eles voltarão a crescer novamente em bolsas (como grãos de sagu).
10) Eu fiz uma bolsa para fermentação do kefir mas ela não afunda e os grãos estão fora do leite. Por quê? Como resolver?
Isto acontece quando o material usado para a bolsa é muito fechado, ou se você fez com mais de uma camada, ou devido aos coalhos que tamparam os buracos de forma que o CO2 forma um "balão" e a bolsa flutua. Tente usar um pano tipo fralda de neném ou gaze de linho para sua bolsa. Também lave a bolsa com delicadeza usando água fria sempre que mudar de lote para manter os buracos abertos. Você também pode fazer pequenos cortes na bolsa no sentido do comprimento, pequenos o suficiente para segurar os grãos, mas deixar escapar qualquer gás.
11) Que tipos de leite eu posso usar para fazer kefir?
Você pode usar qualquer tipo de leite para fazer kefir. Você pode usar leite integral, desnatado e semidesnatado, homogeneizado, em pó, UHT e até reconstituído. Também é possível usar leite de soja para fazer seu kefir.
12) Devo lavar meus grãos de kefir após coá-los?
Lavar seus grãos com água fria antes da troca do leite não é essencial e nem recomendável. Usando leite fresco limpo, existe pequena chance de qualquer micróbio indesejável ser cultivado no meio do kefir. Os coalhos que aderem aos grãos formam uma barreira ácida protetora ao redor deles, ajudando a inibir organismos indesejáveis muito mais que quando os grãos são lavados.
Pelo contrário, lavá-los remove este coalho, expondo-os ao ambiente durante as horas necessárias para que eles consigam reconstruí-lo. A repetição deste processo aumenta as chances de contaminação dos Grãos de Kefir. Lavar os Grãos de Kefir remove muitos micróbios importantes da superfície, e combinações possivelmente protetoras ou mecanismos possivelmente ainda não descobertos, que podiam ser essenciais para o saldo da microflora!
Os caucasianos nunca lavaram seus Grãos de Kefir. Eles ordenhavam seus próprios animais e colocavam o leite diretamente para fermentar com grãos de kefir. Então o leite era tão fresco quanto você possa imaginar! Veja aqui, maiores detalhes.
13) É correto agitar o kefir durante a fermentação?
Sim! E é altamente recomendado!
Os caucasianos faziam isso com as bolsas de couro onde fermentavam o kefir. Estas bolsas eram freqüentemente movimentadas, especialmente em dias mais frios, quando eles tentavam colocá-las em lugares mais quentes (ensolarados durante o dia e próximos a lareiras ou fogões à noite). A agitação suave do kefir pode ajudar:
• na fermentação, misturando a microflora com porções de leite não inoculadas e frescas,
• quando se vai coar o Kefir, porque os coalhos maiores que aderem aos grãos, serão parcialmente removidos e misturados de volta com o Kefiraride,
• acelerando a taxa de crescimento dos Grãos de Kefir e seu tamanho real
• produzindo um Kefir mais cremoso!
Você pode balançar seu recipiente de fermentação do Kefir colocando e fixando uma tampa apertada, e, em seguida, suavemente, balançando ou agitando o recipiente por mais ou menos 5 - 10 segundos. Isto pode ser feito duas vezes por dia. Agitar o recipiente só antes de coar, não produz os mesmos efeitos, mas também é uma boa idéia, pois ajuda a coar.
14) Por que se formou uma camada amarelada sobre o kefir de leite?
O kefir deve ser agitado uma ou duas vezes ao dia para permitir que todo o leite tome contato com os grãos e haja uma fermentação homogênea. Quando isso não ocorre há a formação de uma camada amarelada sobre o kefir que são as gorduras contidas no leite (e sua espessura vai depender do tipo de leite utilizado, tanto mais grossa quanto maior a gordura contida) , que os grãos de kefir por serem compostos de bactérias e fermentos, não processam. Embora o desenvolvimento inicial dessa camada não seja prejudicial, fungos não desejados podem propagar-se nelas,a agitação impede que isso ocorra, possivelmente devido ao aumento de oxigênio disponível. Veja mais em: Armazenar kefir
15) Por que se formou uma película marrom sobre o kefir de água?
O kefir deve ser agitado uma a duas vezes ao dia para impedir que os fermentos e acetobactérias formem colônias em sua superfície, se não for agitado, estas colônias podem ser vistas como uma película ondulada marrom luminosa, chamada de "flores do kefir". Embora o desenvolvimento inicial de tais colônias não seja prejudicial, fungos não desejados podem propagar-se nelas,a agitação impede que isso ocorra, possivelmente devido ao aumento de oxigênio disponível. Veja mais em: Armazenar kefir.
16) Por que meu kefir de leite fica tão azedo ou ácido?
O sabor de kefir de leite em muito se assemelha ao do iogurte natural. Se você não aprecia o sabor do iogurte natural, certamente não irá apreciar o sabor do kefir puro. Nesses casos, dê uma olhada em nossas receitas. Há várias que podem tornar o sabor do kefir bem mais palatável.
Porém, se seu kefir está mais ácido do que o iogurte natural, é provável que você esteja cometendo alguns erros na hora de prepará-lo. Quanto mais tempo fermentando, quanto maior a temperatura ambiente e quanto mais grãos para uma determinada quantidade de leite, mais ácido ele fica. Procure trabalhar essas variáveis até encontrar a fórmula ideal ao seu paladar. Algumas pessoas deixam o kefir fermentar uma parte do tempo na geladeira.
Se seu kefir fica azedo, ao invés de ácido, é possível que os grãos estejam com o metabolismo baixo. Pode ser por causa da viagem, se tiverem vindo pelos Correios, pode ser que eles estivessem armazenados na geladeira. Prepare-o com menos leite até perceber que o leite está coalhando sem azedar. Na dúvida, prepare o kefir de acordo com as instruções.
17) Eu preciso esterilizar meus utensílios e ingredientes?
Não existe nenhuma necessidade de fazer isso. Só mantenha os utensílios limpos. Basta a limpeza básica doméstica.
18) Por que meu kefir fica viscoso?
Ah!… o gel polissacarídeo solúvel, Kefiran está confundindo você com algo que parece ruim ou estragado! Esta substância é normal e muito saudável. Kefiran tem comprovada capacidade de reduzir algumas poucas formas de câncer e de tumores em ratos. Também é esta substância que dá ao Real Kefir essa textura cremosa rica sem igual, só os Grãos de Kefir podem produzir isto. Se você usar menor proporção de leite quando estiver fazendo o Kefir, esta substância pode ser em maior quantidade. Isto também ocorre quando você deixar seu kefir fermentar mais que 24 horas.
19) Quando eu côo meu kefir, os coalhos aderem aos grãos fazendo parecerem maiores, isto é normal?
Sim isto é normal e o ideal é que se mantenha assim, sem lavá-los, pois isto não só acelera seu próximo lote de kefir, mas a taxa de crescimento e o tamanho do grão parecem aumentar também.
20) Meus grãos flutuam, o que está ocorrendo?
Os Grãos de Kefir normalmente flutuam algumas horas depois de serem colocados no meio de fermentação, devido à densidade especifica do grão ou devido ao gás CO2 produzido pela levedura. Há também a formação de bolhas em torno dos grãos, que os leva a flutuarem.
21) Por que o kefir se divide em camadas?
Isto é um fenômeno normal devido ao gás carbônico (CO2) produzido pela levedura do kefir. Este CO2 forma uma camada de bolhas em torno dos coalhos fazendo com que eles flutuem.
Você pode perceber que seu kefir separa-se em duas ou mais camadas: um coalho espesso flutuando com os grãos acima de uma camada de líquido claro. A camada clara (quase transparente) é o Kefiraride, e a separação é mais proeminente quando:
• A temperatura é mais alta durante a fermentação (aprox. 30º C) , por exemplo, durante o verão pode haver uma separação maior devido à produção excessiva do gás CO2,
• Você usa leite pasteurizado. Devido à caseína do leite (proteínas) que passa por mudanças durante o processo de pasteurização, os coalhos se separam e ficam extremamente firmes, flutuando mais facilmente, devido a bolhas de CO2, e podem ser vistos como duas ou mais camadas com os grãos normalmente no topo,
• Você não usa leite suficiente ou deixa fermentar por pouco tempo. Algumas pessoas deixam seu kefir até 3 dias fermentando para obter um Kefir mais acido e com menos lactose. Veja a Pergunta 1.
22) O que é necessário para fazer um kefir bem carbonatado?
Então você gosta de seu kefir... efervescente? Para fazer um Kefir extra carbonatado, primeiro tenha certeza não encher o jarro mais que 2/3 com leite (ou água com açúcar mascavo) e grãos, Fixe uma tampa bem apertada no jarro e fermente conforme o habitual por 24 horas. Você pode fazer um Kefir bem carbonatado dessa maneira continuamente, e nenhum dano será causado para os grãos.
23) Que outras fontes de alimentação, além do açúcar mascavo posso usar para fazer o kefir de água?
Você pode usar para alimentá-los: suco de frutas (frutose) , mel (sem própolis), rapadura, melado, caldo de cana, água de coco, se houver necessidade em usar um adoçante, dê preferência aos naturais como a stevia 100% pura.
24) Por que não usar açúcar branco no preparo do kefir?
O açúcar refinado praticamente só existe no Brasil, portanto não há referências, para seu uso no Kefir. Estudos comprovam que o açúcar faz mal a saúde e possui quantias ínfimas de vitaminas e sais minerais.
Todos os demais países, utilizam-se do açúcar branco aqui chamado de cristal o qual em muitos deles não é retirado da cana de açúcar e sim de fontes alternativas (beterraba por exemplo). Portanto, por analogia se não devemos utilizar o açúcar refinado (há três pós brancos que matam: açúcar, sal e cocaína), por que dá-los aos grãos de Kefir?
25) Que tipos de suco de frutas podem ou não ser adicionados no kefir de água?
Veja em Kefir de Frutas a resposta a esta pergunta.
26) Que tipos de leite de soja eu posso usar para fazer kefir de soja?
Não é recomendado o uso da maioria dos leites de soja comerciais para fazer kefir. Se você desejar, faça o leite de soja caseiro, que leva menos tempo para fermentar. Veja a receita para o leite de soja e o kefir de soja em nossa página Leite de Soja.
O leite de soja em pó não é muito bom para fazer seu kefir. Estes são principalmente feitos de "soja isolada (híbrida) " e freqüentemente contem lactose. Isto é importante, porque a maioria das pessoas que usam leite de soja, o fazem por problemas de lactose ou por desejarem eliminar a lactose de suas dietas. Neste caso, é bom lembrar que, se o kefir fermentar tempo suficiente pode eliminar quase toda a lactose. Veja Armazenar Kefir.
27) Posso fazer kefir com água de coco verde e com a sua polpa?
Sim, veja como em Making Coconut Water kefir (Fazendo o kefir com água de coco verde) e Making Coconut Kefir cheese (Fazendo o queijo do kefir de coco verde). Este site, em inglês, explica como usar a polpa de coco batida para fazer o queijo de kefir de coco com starter de kefir (falso kefir acionador de partida em pó). Substitua o starter por grãos Reais de Kefir). você irá adicionar seus grãos e após 24 h irá coar e retirá-los. A gordura de coco é muito boa no tratamento da Candidíase.
28) Eu não consigo achar um coador não metálico para coar meu kefir, o que eu posso fazer?
Os coadores de plástico estão disponíveis em grandes lojas. Se você não puder achar um vá a uma loja asiática ou em lojas naturais. Você deve achar um coador com a malha de tal maneira que não perca os grãos e nem fique muito difícil de coar o Kefir (2. 5mm - 3 mm). Tente encontrar um coador de bambu ou da casca da cana de açúcar. Você também pode coar seu kefir colocando um tecido, como um pano de fralda (claro que sem uso e esterilizado com ferro de passar roupa) ou gaze de linho em uma tigela, então verta seu kefir com os grãos neste. Juntando as pontas, erga este material e suavemente coe o kefir. Não aperte os grãos, mas, com suavidade corra uma colher ou espátula para ajudar a coar (agite seu kefir suavemente antes de coar com este método).
Se o kefir for difícil de coar usando qualquer método acima, então eu sugiro que antes de coar, se aperte a tampa do kefir e inverta o jarro algumas vezes (virar de cabeça para baixo e para cima). Isto ajudará a quebrar o coalho mais firme e deixar livres quaisquer coalhos que aderiram aos grãos, que é o que normalmente dificulta o coar. Veja mais em Coar Kefir.
29) Não quero usar plásticos ou outros materiais sintéticos para fermentar o kefir. Que outras opções eu tenho?
Existem milhares de pessoas que parecem não ter nenhum problema com o uso de coadores de plástico para coar seu kefir. Mas existem aqueles que não querem usar plásticos para fazer ou armazenar kefir. Os grãos de Kefir são ácidos e a maioria dos plásticos, em certo grau reagem com ácidos.
Não se pode garantir 100% que qualquer plástico ou material de fibra sintética não reagirá com Grãos de Kefir. Não é recomendado o uso de plástico para fermentar kefir, use só coadores de plástico, o tempo de contato é mínimo. Se desejarmos coar o kefir sem o uso de plástico, pode-se também achar coadores não metálicos e não plásticos na maioria dos supermercados asiáticos ou lojas de produtos naturais. Estes coadores são normalmente feitos com tiras de bambu ou de cana, veja coador. Existem tamanhos variando de mais ou menos 12 cm a 15 cm de diâmetro e são normalmente em forma de um coador.
30) Como cuidar dos grãos de água?
Veja em Kefir de Água.
31) Como cuidar dos grãos de leite?
Veja em Kefir de Leite.
32) Como fazer o cream cheese?
Coloque o kefir fermentado e já separado dos grãos dentro de um coador de café novo. Coloque um jarro ou pote de plástico embaixo, para recolher o kefiraride. Deixe por 24 horas na geladeira, tampado para não ressecar. O creme branco do coador é o cream_cheese. Veja em Receitas, algumas sugestões de uso.
33) Fiz cream-cheese (keijo) e ficou muito ácido? O que posso fazer? Quanto tempo dura?
Para fazer o cream-cheese (keijo) deixe o leite fermentar por no máximo 24 h, coe e drene por 24 h na geladeira, assim terá um keijo levemente ácido. Ele dura uma semana, podendo deixar até 15 dias, mas vai aumentando a acidez quanto maior for o tempo, acrescentando uma colher de sopa de azeite de oliva vai suavizar um pouco a acidez. Se passar do tempo pode usá-lo para fazer requeijão, veja como em: Receitas salgadas
34) Quem tem lupus pode tomar kefir?
Sim e traz muitos benefícios, melhorando o intestino, que fica mais preguiçoso por causa da medicação. Saiba mais sobre o lupus.
35) Como reduzir o índice alcoólico do kefir de água?
Observe a proporção entre grãos, açúcar mascavo e água. Veja em Kefir de Água.
O índice alcoólico está entre 0, 08 a 2% de ácool, numa fermentação de 24 h temos índices médios de 0, 5% usando pote com tampa frouxa (ou pano fino com elástico para fixá-lo) e 1, 0% para pote com tampa hermética). Agitar o pote durante a fermentação também aumenta o índice alcoólico.
36) Devo tampar hermeticamente o vasilhame de fermentação? Ou não posso vedá-lo para que os grãos possam respirar?
Tanto pode-se tampá-lo hermeticamente quanto com uma tampa frouxa ou pano fino fixado por elástico. Veja Utensílios.
37) Como fazer sabonetes naturais e loção usando kefir (grãos de água e kefiraride)?
Importante:
Para fazer sabonetes com base glicerinada ou perolada e o kefir (em grãos) não perder as propriedades: após derreter a base em banho-maria, deixe esfriar até 30/35°C, use um termômetro para se certificar (se não tiver use o dedômetro). Depois acrescente os grãos e, em seguida, coloque em moldes e deixe esfriar. O uso de corante e essência é opcional.
Para sabonete líquido: em 1 litro (onde é usado 250 ml de base para sabonete), substitua 200 ml da água por kefiraride. Será necessário acrescentar lauril éter sulfato de sódio (qsp_quantidade suficiente para) , pois a acidez do kefiraride diminui a quantidade de espuma. Coloque a base num recipiente de vidro e adicione a água lentamente para hidratar, depois coloque o kefiraride aos poucos e por último o lauril. O uso de corante e essência é opcional.
Para fazer loção para o corpo: use 1 colher de sopa de creme não-iônico (comprado em farmácias de manipulação) e 2 colheres de sopa de kefiraride. Misture muito bem para deixar homogêneo e aplique. Não precisa enxaguar. O que sobrar guarde em pote fechado na parte baixa da geladeira (pode deixar por uma semana). Terá um excelente hidratante natural.
Fonte: [3]
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE
A PREPARAÇÃO, SABOR E RECEITAS DE KEFIR
Nesta página você achará as respostas para a maior parte das suas dúvidas sobre a preparação, o sabor e as receitas sobre o Kefir.
Se existem regras que podem ser aplicadas em fazendo kefir, elas estão aqui:
Mantenha todos os utensílios limpos, e use leite fresco de boa qualidade ou sucos (para kefir baseado em água).
Por favor, tenha paciência quando fizer quaisquer mudanças significativas ao preparar seu kefir. Os grãos de Kefir são muito robustos, mas precisam de tempo para se adaptar a quaisquer mudanças feitas na forma de cultivá-los.
Qual é o tempo de fermentação correto?
Recebi os grãos de kefir e agora o que fazer? Quanto tomar inicialmente?
Até quanto posso encher o vasilhame da fermentação?
Como eu sei quando meu kefir de leite está pronto?
Eu preciso coar ou remover todo o kefir antes de adicionar leite fresco?
Quanto leite eu adiciono aos grãos?
Por que é tão difícil coar meu kefir?
Qual a temperatura ideal para fermentar meu kefir?
Devo apertar ou espremer os grãos quando for coá-los?
Eu fiz uma bolsa para fermentação do kefir mas ela não afunda e os grãos estão fora do leite. Por quê? Como resolver?
Que tipos de leite eu posso usar para fazer kefir?
Devo lavar meus grãos de kefir após coá-los?
É correto agitar o kefir durante a fermentação?
Por que se formou uma camada amarelada sobre o kefir de leite?
Por que se formou uma película marrom sobre o kefir de água?
Por que meu kefir de leite fica tão azedo ou ácido?
Eu preciso esterilizar meus utensílios e ingredientes?
Por que meu kefir fica viscoso?
Quando eu côo meu kefir, os coalhos aderem aos grãos fazendo parecerem maiores, isto é normal?
Meus grãos flutuam, o que está ocorrendo?
Por que o kefir se divide em camadas?
O que é necessário para fazer um kefir bem carbonatado?
Que outras fontes de alimentação, além do açúcar mascavo posso usar para fazer o kefir de água?
Por que não usar açúcar branco no preparo do kefir?
Que tipos de suco de frutas podem ou não ser adicionados no kefir de água?
Que tipos de leite de soja eu posso usar para fazer kefir de soja?
Posso fazer kefir com água de coco verde e com a sua polpa?
Eu não consigo achar um coador não metálico para coar meu kefir, o que eu posso fazer?
Não quero usar plásticos ou outros materiais sintéticos para fermentar o kefir. Que outras opções eu tenho?
Como cuidar dos grãos de água?
Como cuidar dos grãos de leite?
Como fazer o cream cheese?
Fiz cream-cheese (keijo"> e ficou muito ácido? O que posso fazer? Quanto tempo dura?
Quem tem lupus pode tomar kefir?
Como reduzir o índice alcoólico do kefir de água?
Devo tampar hermeticamente o vasilhame de fermentação? Ou não posso vedá-lo para que os grãos possam respirar?
Como fazer sabonetes naturais e loção usando kefir (grãos de água e kefiraride")?
1) Qual é o tempo de fermentação correto?
Em geral, o tempo necessário para completar a fermentação do kefir é determinado pela temperatura ambiente e pela proporção entre grãos e leite ou água com açúcar mascavo.
Na média, o Kefir deve estar pronto depois de uma fermentação de 24 horas. Quanto mais tempo você deixa o Kefir fermentar mais ácido ele se torna. Para eliminar a lactose você deve fermentar seu kefir por mais ou menos 36 horas. Quando você receber os seus grãos de Kefir pode ser que leve uns dias, para eles se recomporem do "stress" da viagem. Mas com lotes contínuos o grão se tornará cada vez mais ativo. O Kefir de leite estará pronto quando todo o leite estiver completamente coagulado e o de água, quando não for mais possível sentir o sabor adocicado do açúcar mascavo.
2) Recebi os grãos de kefir e agora o que fazer? Quanto tomar inicialmente?
Se recebeu seus grãos em mãos, geralmente é uma colher de sopa de grãos, coloque-os em 1 copo (200 a 250 ml) de leite, tampe-o e deixe fermentar em temperatura ambiente por 24 h. Após esse período pode coar e tomar o kefir que deverá estar completamente coagulado.
Se recebeu seus grãos pelos correios precisa dar um tempo para que todas as bactérias e fermentos voltem a trabalhar, de uns 3 a 4 dias. Neste período o leite pode talhar e ter cheiro de azedo ,então, coe a cada 24 h e descarte o líquido, fazendo nova troca. Quando os grãos coagularem o leite e este tiver cheiro similar a iogurte, pode tomar, está pronto o kefir. Se recebeu grãos de água, eles reativam em menor tempo, possivelmente no dia seguinte já possa coar e tomar o kefir, mas como prevenção é prudente descartar o líquido de dois dias. É aconselhável, inicialmente, começar a tomar pequena quantidade (100 ml) para acostumar o organismo e ir aumentando aos poucos, com isso evitará reações "bruscas".
3) Até quanto posso encher o vasilhame da fermentação?
Nunca encha mais de 3/4 do volume total do vasilhame usado para fermentar seu kefir. Especialmente se estiver usando uma tampa bem apertada, por que a levedura do kefir pode produzir uma quantidade grande de CO2. Isto produzirá uma pressão, que em um ambiente fechado, pode quebrar o jarro ou a tampa, ou mesmo provocar uma pequena explosão. Nada grave, mas vai sujar todo o seu ambiente de leite ou água com açúcar mascavo.
4) Como eu sei quando meu kefir de leite está pronto?
Você pode ver pela quantia de coágulos. Esta coagulação pode variar por causa dos tipos diferentes de leites que estão disponíveis no mercado, pela temperatura e relação de grãos/leite.
Falando de modo geral, você deve ver coalhos e Kefiraride distintamente separados e não deve haver nenhum leite não coagulado.
Em último lugar é que se completa a coagulação no fundo do jarro. Se você ainda vê leite fresco no fundo de seu recipiente, então você precisará deixar mais tempo. Você pode acelerar o processo, agitando o jarro lenta e cuidadosamente. Quando pronto, o Kefir será firme.
Até que você se torne mais experiente, pode ser enganador distinguir entre leite fresco ou coalho. Novamente, o sinal é dado inclinando o jarro para ver se a seção mais baixa do leite se reposiciona como um gel coalhado ou tem aparência de leite fresco. É uma boa idéia usar um jarro de vidro para fazer seu Kefir.
Também ajuda se você agitar o jarro de kefir fermentando por alguns segundos duas ou três vezes ao dia.
OBS. :se você tem problema de intestino preso e precisa tomar o kefir fermentado por 12 h, seu Kefir ficará similar a uma bebida láctea , pouco encorpado, por isso é muito importante agitar o jarro para que todo o leite tenha contato com os grãos de Kefir.
5) Eu preciso coar ou remover todo o kefir antes de adicionar leite fresco?
Não é necessário, nem ideal, coar todo o kefir antes de adicionar leite fresco para seu próximo lote. Deixar algum kefir (mais ou menos 1/3) , ao adicionar leite fresco faz bem aos grãos, que se reproduzem mais rápido e acelera o processo de fermentação, pois reduz o pH do leite fresco (tornando-o mais ácido) , o que pode ajudar a reduzir microrganismos indesejáveis.
6) Quanto leite eu adiciono aos grãos?
A quantia de leite para usar é normalmente determinada pela temperatura (estação do ano) , quantidade e nível de atividade dos grãos.
Em temperaturas quentes (20º - 30º C.) relações de grãos para o leite de 1 : 30 (uma parte de grãos, para 30 de leite) ou 1 : 50 são as ideais. Em temperaturas mais frias (abaixo de 20º C) as relações de 1 : 10 ou pouco menos são aceitáveis. Mas estas são regras gerais determinadas principalmente pela atividade dos grãos e temperatura.
O Kefir pode ser feito com uma relação tão pequena quanto 1 : 3 ou tão grande quanto 1 : 60. Geralmente quem decide é você, se decidir por uma quantidade maior de leite, você deve ter um tempo para fermentar maior e vice-versa. Como você pode ver, não existe nenhuma regra rígida aqui, porque os grãos de kefir são muito versáteis.
Falando de modo geral, os grãos de Kefir farão pouco ou tanto Kefir conforme seu gosto e com o tempo eles se ajustarão a sua rotina.
Um outro detalhe importante é que os grãos crescerão em quantidade com o tempo e eventualmente você precisará remover um pouco deles ou aumentar a quantidade do leite.
7) Por que é tão difícil coar meu kefir?
Provavelmente:
a malha do coador é muito fina: experimente usar um coador com uma malha mais larga (tamanho de buracos de mais ou menos 2 milímetros);
você está usando pouco leite para seus grãos: aumente a quantidade de leite ou diminua a de grãos;
você deixa fermentar por muito tempo para a quantia de leite usado: diminua o tempo ou aumente a quantidade de leite, ou ainda, diminua a quantidade de grãos;
a temperatura ambiente está muito alta, acelerando demais o tempo da fermentação: experimente deixar parte do tempo na geladeira (na parte inferior, onde é menos frio) ou aumente a quantidade de leite, diminua a de grãos ou deixe menos tempo;
alguns coalhos do leite aderem aos grãos: diminua o tempo ou aumente a quantidade de leite, ou ainda, diminua a quantidade de grãos;
Além disso, também ajuda:
antes de coar, aperte a tampa, então suavemente inverta o jarro algumas vezes. Ou suavemente balance o jarro até que os coalhos sejam misturados com uma parte do Kefiraride (até uma consistência cremosa)
despeje o kefir para ser coado em seu coador, e suavemente bata o coador (veja a figura à direita). É melhor usar um recipiente largo ou tigela para coar seu kefir, para nenhum kefir ser perdido
8) Qual a temperatura ideal para fermentar meu kefir?
Na maioria das situações o kefir é feito em temperatura ambiente (5º C. a 40º C).
Em regiões muito frias, você precisará que seu kefir seja mantido em temperatura maior que 10º C. Isto não é 100% essencial, mas abaixo desta temperatura, seu kefir exigiria muito mais tempo para fermentar (aproximadamente 3 x mais) e temperaturas muito baixas por um longo tempo podem inibir certos tipos de micróbios da microflora dos grãos. Os caucasianos faziam kefir em bolsas de pele de cabras e durante os meses mais frios, deixavam-nas ao sol durante o dia e próximas a uma lareira durante a noite.
9) Devo apertar ou espremer os grãos quando for coá-los?
NÃO! Você não deve apertar ou espremer os grãos com qualquer coisa para tentar coar mais kefir. Isto irá quebrá-los. A maioria dos Grãos de Kefir é uma bolsa e é importante tentar mantê-las intactas. Eu acredito que aquele grão de kefir que não foi danificado apertando, produza polissacarídeo mais solúvel e um Kefir mais espesso e mais cremoso.
Quebrar ou danificar os grãos apertando não os matará e quando você parar de apertá-los, eles voltarão a crescer novamente em bolsas (como grãos de sagu).
10) Eu fiz uma bolsa para fermentação do kefir mas ela não afunda e os grãos estão fora do leite. Por quê? Como resolver?
Isto acontece quando o material usado para a bolsa é muito fechado, ou se você fez com mais de uma camada, ou devido aos coalhos que tamparam os buracos de forma que o CO2 forma um "balão" e a bolsa flutua. Tente usar um pano tipo fralda de neném ou gaze de linho para sua bolsa. Também lave a bolsa com delicadeza usando água fria sempre que mudar de lote para manter os buracos abertos. Você também pode fazer pequenos cortes na bolsa no sentido do comprimento, pequenos o suficiente para segurar os grãos, mas deixar escapar qualquer gás.
11) Que tipos de leite eu posso usar para fazer kefir?
Você pode usar qualquer tipo de leite para fazer kefir. Você pode usar leite integral, desnatado e semidesnatado, homogeneizado, em pó, UHT e até reconstituído. Também é possível usar leite de soja para fazer seu kefir.
12) Devo lavar meus grãos de kefir após coá-los?
Lavar seus grãos com água fria antes da troca do leite não é essencial e nem recomendável. Usando leite fresco limpo, existe pequena chance de qualquer micróbio indesejável ser cultivado no meio do kefir. Os coalhos que aderem aos grãos formam uma barreira ácida protetora ao redor deles, ajudando a inibir organismos indesejáveis muito mais que quando os grãos são lavados.
Pelo contrário, lavá-los remove este coalho, expondo-os ao ambiente durante as horas necessárias para que eles consigam reconstruí-lo. A repetição deste processo aumenta as chances de contaminação dos Grãos de Kefir. Lavar os Grãos de Kefir remove muitos micróbios importantes da superfície, e combinações possivelmente protetoras ou mecanismos possivelmente ainda não descobertos, que podiam ser essenciais para o saldo da microflora!
Os caucasianos nunca lavaram seus Grãos de Kefir. Eles ordenhavam seus próprios animais e colocavam o leite diretamente para fermentar com grãos de kefir. Então o leite era tão fresco quanto você possa imaginar! Veja aqui, maiores detalhes.
13) É correto agitar o kefir durante a fermentação?
Sim! E é altamente recomendado!
Os caucasianos faziam isso com as bolsas de couro onde fermentavam o kefir. Estas bolsas eram freqüentemente movimentadas, especialmente em dias mais frios, quando eles tentavam colocá-las em lugares mais quentes (ensolarados durante o dia e próximos a lareiras ou fogões à noite). A agitação suave do kefir pode ajudar:
• na fermentação, misturando a microflora com porções de leite não inoculadas e frescas,
• quando se vai coar o Kefir, porque os coalhos maiores que aderem aos grãos, serão parcialmente removidos e misturados de volta com o Kefiraride,
• acelerando a taxa de crescimento dos Grãos de Kefir e seu tamanho real
• produzindo um Kefir mais cremoso!
Você pode balançar seu recipiente de fermentação do Kefir colocando e fixando uma tampa apertada, e, em seguida, suavemente, balançando ou agitando o recipiente por mais ou menos 5 - 10 segundos. Isto pode ser feito duas vezes por dia. Agitar o recipiente só antes de coar, não produz os mesmos efeitos, mas também é uma boa idéia, pois ajuda a coar.
14) Por que se formou uma camada amarelada sobre o kefir de leite?
O kefir deve ser agitado uma ou duas vezes ao dia para permitir que todo o leite tome contato com os grãos e haja uma fermentação homogênea. Quando isso não ocorre há a formação de uma camada amarelada sobre o kefir que são as gorduras contidas no leite (e sua espessura vai depender do tipo de leite utilizado, tanto mais grossa quanto maior a gordura contida) , que os grãos de kefir por serem compostos de bactérias e fermentos, não processam. Embora o desenvolvimento inicial dessa camada não seja prejudicial, fungos não desejados podem propagar-se nelas,a agitação impede que isso ocorra, possivelmente devido ao aumento de oxigênio disponível. Veja mais em: Armazenar kefir
15) Por que se formou uma película marrom sobre o kefir de água?
O kefir deve ser agitado uma a duas vezes ao dia para impedir que os fermentos e acetobactérias formem colônias em sua superfície, se não for agitado, estas colônias podem ser vistas como uma película ondulada marrom luminosa, chamada de "flores do kefir". Embora o desenvolvimento inicial de tais colônias não seja prejudicial, fungos não desejados podem propagar-se nelas,a agitação impede que isso ocorra, possivelmente devido ao aumento de oxigênio disponível. Veja mais em: Armazenar kefir.
16) Por que meu kefir de leite fica tão azedo ou ácido?
O sabor de kefir de leite em muito se assemelha ao do iogurte natural. Se você não aprecia o sabor do iogurte natural, certamente não irá apreciar o sabor do kefir puro. Nesses casos, dê uma olhada em nossas receitas. Há várias que podem tornar o sabor do kefir bem mais palatável.
Porém, se seu kefir está mais ácido do que o iogurte natural, é provável que você esteja cometendo alguns erros na hora de prepará-lo. Quanto mais tempo fermentando, quanto maior a temperatura ambiente e quanto mais grãos para uma determinada quantidade de leite, mais ácido ele fica. Procure trabalhar essas variáveis até encontrar a fórmula ideal ao seu paladar. Algumas pessoas deixam o kefir fermentar uma parte do tempo na geladeira.
Se seu kefir fica azedo, ao invés de ácido, é possível que os grãos estejam com o metabolismo baixo. Pode ser por causa da viagem, se tiverem vindo pelos Correios, pode ser que eles estivessem armazenados na geladeira. Prepare-o com menos leite até perceber que o leite está coalhando sem azedar. Na dúvida, prepare o kefir de acordo com as instruções.
17) Eu preciso esterilizar meus utensílios e ingredientes?
Não existe nenhuma necessidade de fazer isso. Só mantenha os utensílios limpos. Basta a limpeza básica doméstica.
18) Por que meu kefir fica viscoso?
Ah!… o gel polissacarídeo solúvel, Kefiran está confundindo você com algo que parece ruim ou estragado! Esta substância é normal e muito saudável. Kefiran tem comprovada capacidade de reduzir algumas poucas formas de câncer e de tumores em ratos. Também é esta substância que dá ao Real Kefir essa textura cremosa rica sem igual, só os Grãos de Kefir podem produzir isto. Se você usar menor proporção de leite quando estiver fazendo o Kefir, esta substância pode ser em maior quantidade. Isto também ocorre quando você deixar seu kefir fermentar mais que 24 horas.
19) Quando eu côo meu kefir, os coalhos aderem aos grãos fazendo parecerem maiores, isto é normal?
Sim isto é normal e o ideal é que se mantenha assim, sem lavá-los, pois isto não só acelera seu próximo lote de kefir, mas a taxa de crescimento e o tamanho do grão parecem aumentar também.
20) Meus grãos flutuam, o que está ocorrendo?
Os Grãos de Kefir normalmente flutuam algumas horas depois de serem colocados no meio de fermentação, devido à densidade especifica do grão ou devido ao gás CO2 produzido pela levedura. Há também a formação de bolhas em torno dos grãos, que os leva a flutuarem.
21) Por que o kefir se divide em camadas?
Isto é um fenômeno normal devido ao gás carbônico (CO2) produzido pela levedura do kefir. Este CO2 forma uma camada de bolhas em torno dos coalhos fazendo com que eles flutuem.
Você pode perceber que seu kefir separa-se em duas ou mais camadas: um coalho espesso flutuando com os grãos acima de uma camada de líquido claro. A camada clara (quase transparente) é o Kefiraride, e a separação é mais proeminente quando:
• A temperatura é mais alta durante a fermentação (aprox. 30º C) , por exemplo, durante o verão pode haver uma separação maior devido à produção excessiva do gás CO2,
• Você usa leite pasteurizado. Devido à caseína do leite (proteínas) que passa por mudanças durante o processo de pasteurização, os coalhos se separam e ficam extremamente firmes, flutuando mais facilmente, devido a bolhas de CO2, e podem ser vistos como duas ou mais camadas com os grãos normalmente no topo,
• Você não usa leite suficiente ou deixa fermentar por pouco tempo. Algumas pessoas deixam seu kefir até 3 dias fermentando para obter um Kefir mais acido e com menos lactose. Veja a Pergunta 1.
22) O que é necessário para fazer um kefir bem carbonatado?
Então você gosta de seu kefir... efervescente? Para fazer um Kefir extra carbonatado, primeiro tenha certeza não encher o jarro mais que 2/3 com leite (ou água com açúcar mascavo) e grãos, Fixe uma tampa bem apertada no jarro e fermente conforme o habitual por 24 horas. Você pode fazer um Kefir bem carbonatado dessa maneira continuamente, e nenhum dano será causado para os grãos.
23) Que outras fontes de alimentação, além do açúcar mascavo posso usar para fazer o kefir de água?
Você pode usar para alimentá-los: suco de frutas (frutose) , mel (sem própolis), rapadura, melado, caldo de cana, água de coco, se houver necessidade em usar um adoçante, dê preferência aos naturais como a stevia 100% pura.
24) Por que não usar açúcar branco no preparo do kefir?
O açúcar refinado praticamente só existe no Brasil, portanto não há referências, para seu uso no Kefir. Estudos comprovam que o açúcar faz mal a saúde e possui quantias ínfimas de vitaminas e sais minerais.
Todos os demais países, utilizam-se do açúcar branco aqui chamado de cristal o qual em muitos deles não é retirado da cana de açúcar e sim de fontes alternativas (beterraba por exemplo). Portanto, por analogia se não devemos utilizar o açúcar refinado (há três pós brancos que matam: açúcar, sal e cocaína), por que dá-los aos grãos de Kefir?
25) Que tipos de suco de frutas podem ou não ser adicionados no kefir de água?
Veja em Kefir de Frutas a resposta a esta pergunta.
26) Que tipos de leite de soja eu posso usar para fazer kefir de soja?
Não é recomendado o uso da maioria dos leites de soja comerciais para fazer kefir. Se você desejar, faça o leite de soja caseiro, que leva menos tempo para fermentar. Veja a receita para o leite de soja e o kefir de soja em nossa página Leite de Soja.
O leite de soja em pó não é muito bom para fazer seu kefir. Estes são principalmente feitos de "soja isolada (híbrida) " e freqüentemente contem lactose. Isto é importante, porque a maioria das pessoas que usam leite de soja, o fazem por problemas de lactose ou por desejarem eliminar a lactose de suas dietas. Neste caso, é bom lembrar que, se o kefir fermentar tempo suficiente pode eliminar quase toda a lactose. Veja Armazenar Kefir.
27) Posso fazer kefir com água de coco verde e com a sua polpa?
Sim, veja como em Making Coconut Water kefir (Fazendo o kefir com água de coco verde) e Making Coconut Kefir cheese (Fazendo o queijo do kefir de coco verde). Este site, em inglês, explica como usar a polpa de coco batida para fazer o queijo de kefir de coco com starter de kefir (falso kefir acionador de partida em pó). Substitua o starter por grãos Reais de Kefir). você irá adicionar seus grãos e após 24 h irá coar e retirá-los. A gordura de coco é muito boa no tratamento da Candidíase.
28) Eu não consigo achar um coador não metálico para coar meu kefir, o que eu posso fazer?
Os coadores de plástico estão disponíveis em grandes lojas. Se você não puder achar um vá a uma loja asiática ou em lojas naturais. Você deve achar um coador com a malha de tal maneira que não perca os grãos e nem fique muito difícil de coar o Kefir (2. 5mm - 3 mm). Tente encontrar um coador de bambu ou da casca da cana de açúcar. Você também pode coar seu kefir colocando um tecido, como um pano de fralda (claro que sem uso e esterilizado com ferro de passar roupa) ou gaze de linho em uma tigela, então verta seu kefir com os grãos neste. Juntando as pontas, erga este material e suavemente coe o kefir. Não aperte os grãos, mas, com suavidade corra uma colher ou espátula para ajudar a coar (agite seu kefir suavemente antes de coar com este método).
Se o kefir for difícil de coar usando qualquer método acima, então eu sugiro que antes de coar, se aperte a tampa do kefir e inverta o jarro algumas vezes (virar de cabeça para baixo e para cima). Isto ajudará a quebrar o coalho mais firme e deixar livres quaisquer coalhos que aderiram aos grãos, que é o que normalmente dificulta o coar. Veja mais em Coar Kefir.
29) Não quero usar plásticos ou outros materiais sintéticos para fermentar o kefir. Que outras opções eu tenho?
Existem milhares de pessoas que parecem não ter nenhum problema com o uso de coadores de plástico para coar seu kefir. Mas existem aqueles que não querem usar plásticos para fazer ou armazenar kefir. Os grãos de Kefir são ácidos e a maioria dos plásticos, em certo grau reagem com ácidos.
Não se pode garantir 100% que qualquer plástico ou material de fibra sintética não reagirá com Grãos de Kefir. Não é recomendado o uso de plástico para fermentar kefir, use só coadores de plástico, o tempo de contato é mínimo. Se desejarmos coar o kefir sem o uso de plástico, pode-se também achar coadores não metálicos e não plásticos na maioria dos supermercados asiáticos ou lojas de produtos naturais. Estes coadores são normalmente feitos com tiras de bambu ou de cana, veja coador. Existem tamanhos variando de mais ou menos 12 cm a 15 cm de diâmetro e são normalmente em forma de um coador.
30) Como cuidar dos grãos de água?
Veja em Kefir de Água.
31) Como cuidar dos grãos de leite?
Veja em Kefir de Leite.
32) Como fazer o cream cheese?
Coloque o kefir fermentado e já separado dos grãos dentro de um coador de café novo. Coloque um jarro ou pote de plástico embaixo, para recolher o kefiraride. Deixe por 24 horas na geladeira, tampado para não ressecar. O creme branco do coador é o cream_cheese. Veja em Receitas, algumas sugestões de uso.
33) Fiz cream-cheese (keijo) e ficou muito ácido? O que posso fazer? Quanto tempo dura?
Para fazer o cream-cheese (keijo) deixe o leite fermentar por no máximo 24 h, coe e drene por 24 h na geladeira, assim terá um keijo levemente ácido. Ele dura uma semana, podendo deixar até 15 dias, mas vai aumentando a acidez quanto maior for o tempo, acrescentando uma colher de sopa de azeite de oliva vai suavizar um pouco a acidez. Se passar do tempo pode usá-lo para fazer requeijão, veja como em: Receitas salgadas
34) Quem tem lupus pode tomar kefir?
Sim e traz muitos benefícios, melhorando o intestino, que fica mais preguiçoso por causa da medicação. Saiba mais sobre o lupus.
35) Como reduzir o índice alcoólico do kefir de água?
Observe a proporção entre grãos, açúcar mascavo e água. Veja em Kefir de Água.
O índice alcoólico está entre 0, 08 a 2% de ácool, numa fermentação de 24 h temos índices médios de 0, 5% usando pote com tampa frouxa (ou pano fino com elástico para fixá-lo) e 1, 0% para pote com tampa hermética). Agitar o pote durante a fermentação também aumenta o índice alcoólico.
36) Devo tampar hermeticamente o vasilhame de fermentação? Ou não posso vedá-lo para que os grãos possam respirar?
Tanto pode-se tampá-lo hermeticamente quanto com uma tampa frouxa ou pano fino fixado por elástico. Veja Utensílios.
37) Como fazer sabonetes naturais e loção usando kefir (grãos de água e kefiraride)?
Importante:
Para fazer sabonetes com base glicerinada ou perolada e o kefir (em grãos) não perder as propriedades: após derreter a base em banho-maria, deixe esfriar até 30/35°C, use um termômetro para se certificar (se não tiver use o dedômetro). Depois acrescente os grãos e, em seguida, coloque em moldes e deixe esfriar. O uso de corante e essência é opcional.
Para sabonete líquido: em 1 litro (onde é usado 250 ml de base para sabonete), substitua 200 ml da água por kefiraride. Será necessário acrescentar lauril éter sulfato de sódio (qsp_quantidade suficiente para) , pois a acidez do kefiraride diminui a quantidade de espuma. Coloque a base num recipiente de vidro e adicione a água lentamente para hidratar, depois coloque o kefiraride aos poucos e por último o lauril. O uso de corante e essência é opcional.
Para fazer loção para o corpo: use 1 colher de sopa de creme não-iônico (comprado em farmácias de manipulação) e 2 colheres de sopa de kefiraride. Misture muito bem para deixar homogêneo e aplique. Não precisa enxaguar. O que sobrar guarde em pote fechado na parte baixa da geladeira (pode deixar por uma semana). Terá um excelente hidratante natural.
Fonte: [3]
MOdo de Preparo do Kefir de Leite
Ingredientes e Utensílios
1 a 2 colheres de grãos do kefir. Veja como adquiri-los;
vasilhame não metálico com tampa e capacidade para conter o leite e ainda sobrar espaço (cerca de 1/4);
Um recipiente não metálico com a boca larga para coar e armazenar o kefir
1 a 2 copos de leite fresco (pode ser integral, desnatado, semi-desnatado, pausterizado, homogeneizado ou recém tirado da vaca ou cabra)
Modo de Preparar Coloque os grãos de kefir e o leite no vasilhame não metálico (certifique-se de não encher mais de 3/4 do vaselhame);
Tampe o vasilhame (pode ser tampa frouxa ou hermética) e deixe-o à temperatura ambiente por aproximadamente 24 horas ou até que o leite coalhe ou forme-se soro (kefiraride) ao seu gosto (determine um local para deixar seu kefir, por exemplo, um armário onde não bata luz solar direta e se for possível, de vez em quando, pode ser uma vez a cada duas horas ou mais, dê uma chacoalhada no vasilhame, para certificar-se de que os grãos estarão sempre em contato com leite fresco);
Despeje o conteúdo numa peneira não metálica e coe o kefir em um recipiente também não metálico. O que você coou é kefir pronto para o consumo, embora você possa preferir fazer uma fermentação secundária;
Lave o vasilhame onde os grãos estavam fermentando e repita o processo, adicionando mais leite fresco aos grãos (cuidado - se você utiliza água quente na lavagem do vasilhame, espere-o esfriar antes de depositar os grãos nele).
Ingredientes e Utensílios
1 a 2 colheres de grãos do kefir. Veja como adquiri-los;
vasilhame não metálico com tampa e capacidade para conter o leite e ainda sobrar espaço (cerca de 1/4);
Um recipiente não metálico com a boca larga para coar e armazenar o kefir
1 a 2 copos de leite fresco (pode ser integral, desnatado, semi-desnatado, pausterizado, homogeneizado ou recém tirado da vaca ou cabra)
Modo de Preparar Coloque os grãos de kefir e o leite no vasilhame não metálico (certifique-se de não encher mais de 3/4 do vaselhame);
Tampe o vasilhame (pode ser tampa frouxa ou hermética) e deixe-o à temperatura ambiente por aproximadamente 24 horas ou até que o leite coalhe ou forme-se soro (kefiraride) ao seu gosto (determine um local para deixar seu kefir, por exemplo, um armário onde não bata luz solar direta e se for possível, de vez em quando, pode ser uma vez a cada duas horas ou mais, dê uma chacoalhada no vasilhame, para certificar-se de que os grãos estarão sempre em contato com leite fresco);
Despeje o conteúdo numa peneira não metálica e coe o kefir em um recipiente também não metálico. O que você coou é kefir pronto para o consumo, embora você possa preferir fazer uma fermentação secundária;
Lave o vasilhame onde os grãos estavam fermentando e repita o processo, adicionando mais leite fresco aos grãos (cuidado - se você utiliza água quente na lavagem do vasilhame, espere-o esfriar antes de depositar os grãos nele).
Tabelas Nutricionais
Aguarde - COMPOSIÇÃO NUTRICIONAL E QUÍMICA DO KEFIR
Valor Nutricional dos Diferentes Tipos de Leite
Tipo de Leite
Vaca
Cabra
Búfala
Ovelha
Humano
Soja
Nutrientes
Unidade
Valores por 100 gr de leite
Valores Aproximados
Água
gr
87.99
87.03
83.39
80
87.5
93.27
Energia
kcal
61
69
97
108
70
33
Proteína
gr
3.29
3.56
3.75
5.98
1.03
2.75
Lipídios (gordura)
gr
3.34
4.14
6.89
7.01
4.38
1.92
Cinzas
gr
0.72
0.82
0.79
0.96
0.2
.27
Carboidratos
gr
4.66
4.45
5.18
5.36
6.89
1.81
Minerais
Cálcio Ca
mg
119
134
169
193
32
4
Ferro Fe
mg
0.05
0.05
0.12
0.1
0.03
0.58
Magnésio Mg
mg
13
14
31
18
3
19
Fósforo P
mg
93
111
117
158
14
49
Potássio K
mg
152
204
178
137
51
141
Sódio Na
mg
49
50
52
44
17
12
Zinco Zn
mg
0.38
0.3
0.22
0.54
0.17
0.23
Cobre Cu
mg
0.011
0.046
0.046
0.046
0.052
0.12
Manganês Mn
mg
0.004
0.018
0.018
0.018
0.026
0.17
Selênio Se
mg
2
1.4
-
1.7
1.8
1.13
Vitaminas
Vitamina C
mg
0.9
1.3
2.3
4.2
5
0.0
Tiamina
mg
0.038
0.048
0.052
0.065
0.014
0.161
Riboflavina
mg
0.162
0.138
0.135
0.355
0.036
0.070
Niacina
mg
0.084
0.277
0.091
0.417
0.177
0.147
Ácido Pantotênico
mg
0.314
0.31
0.192
0.407
0.223
0.048
Vitamina B-6
mg
0.042
0.046
0.023
0.06
0.011
0.041
Folato
mcg
5
1
6
7
5
1.5
Vitamina B-12
mcg
0.36
0.07
0.36
0.71
0.05
0.0
Vitamina A
IU
126
185
178
147
241
32
Retinol
mcg
28
56
53
44
60
-
Vitamina D
IU
40,000
12,000
-
-
4,000
-
Vitamina E
mg_
0.1
0.09
-
-
0.9
0.01
Aminoácidos
Triptofano
gr
0.046
0.044
0.053
0.084
0.017
0.043
Taurina
gr
0.149
0.163
0.182
0.268
0.046
0.113
Isoleucina
gr
0.199
0.207
0.203
0.338
0.056
0.144
Leucina
gr
0.322
0.314
0.366
0.587
0.095
0.241
Lisina
gr
0.261
0.29
0.28
0.513
0.068
0.179
Metionina
gr
0.083
0.08
0.097
0.155
0.021
0.040
Cistina
gr
0.03
0.046
0.048
0.035
0.019
0.047
Fenilalanina
gr
0.159
0.155
0.162
0.284
0.046
0.151
Tirosina
gr
0.159
0.179
0.183
0.281
0.053
0.112
Valina
gr
0.22
0.24
0.219
0.448
0.063
0.141
Arginina
gr
0.119
0.119
0.114
0.198
0.043
0.214
Histidina
gr
0.089
0.089
0.078
0.167
0.023
0.071
Alanina
gr
0.113
0.118
0.132
0.269
0.036
0.122
Ácido Aspártico
gr
0.25
0.21
0.309
0.328
0.082
0.341
Ácido Glutâmico
gr
0.689
0.626
0.477
1.019
0.168
0.550
Glicina
gr
0.07
0.05
0.08
0.041
0.026
0.120
Prolina
gr
0.319
0.368
0.364
0.58
0.082
0.162
Serina
gr
0.179
0.181
0.227
0.492
0.043
0.144
Lipídios (Gordura)
Monoinsaturado
gr
0.965
1.109
1.787
1.724
1.658
-
Polinsaturado
gr
0.124
0.149
0.146
0.308
0.497
-
Colesterol
mg
14
11
19
27
14
-
Total saturado
gr
2.079
2.667
4.597
4.603
2.009
-
A maior parte dos dados acima foi obtida no U. S. Department of Agriculture
Aguarde - COMPOSIÇÃO NUTRICIONAL E QUÍMICA DO KEFIR
Valor Nutricional dos Diferentes Tipos de Leite
Tipo de Leite
Vaca
Cabra
Búfala
Ovelha
Humano
Soja
Nutrientes
Unidade
Valores por 100 gr de leite
Valores Aproximados
Água
gr
87.99
87.03
83.39
80
87.5
93.27
Energia
kcal
61
69
97
108
70
33
Proteína
gr
3.29
3.56
3.75
5.98
1.03
2.75
Lipídios (gordura)
gr
3.34
4.14
6.89
7.01
4.38
1.92
Cinzas
gr
0.72
0.82
0.79
0.96
0.2
.27
Carboidratos
gr
4.66
4.45
5.18
5.36
6.89
1.81
Minerais
Cálcio Ca
mg
119
134
169
193
32
4
Ferro Fe
mg
0.05
0.05
0.12
0.1
0.03
0.58
Magnésio Mg
mg
13
14
31
18
3
19
Fósforo P
mg
93
111
117
158
14
49
Potássio K
mg
152
204
178
137
51
141
Sódio Na
mg
49
50
52
44
17
12
Zinco Zn
mg
0.38
0.3
0.22
0.54
0.17
0.23
Cobre Cu
mg
0.011
0.046
0.046
0.046
0.052
0.12
Manganês Mn
mg
0.004
0.018
0.018
0.018
0.026
0.17
Selênio Se
mg
2
1.4
-
1.7
1.8
1.13
Vitaminas
Vitamina C
mg
0.9
1.3
2.3
4.2
5
0.0
Tiamina
mg
0.038
0.048
0.052
0.065
0.014
0.161
Riboflavina
mg
0.162
0.138
0.135
0.355
0.036
0.070
Niacina
mg
0.084
0.277
0.091
0.417
0.177
0.147
Ácido Pantotênico
mg
0.314
0.31
0.192
0.407
0.223
0.048
Vitamina B-6
mg
0.042
0.046
0.023
0.06
0.011
0.041
Folato
mcg
5
1
6
7
5
1.5
Vitamina B-12
mcg
0.36
0.07
0.36
0.71
0.05
0.0
Vitamina A
IU
126
185
178
147
241
32
Retinol
mcg
28
56
53
44
60
-
Vitamina D
IU
40,000
12,000
-
-
4,000
-
Vitamina E
mg_
0.1
0.09
-
-
0.9
0.01
Aminoácidos
Triptofano
gr
0.046
0.044
0.053
0.084
0.017
0.043
Taurina
gr
0.149
0.163
0.182
0.268
0.046
0.113
Isoleucina
gr
0.199
0.207
0.203
0.338
0.056
0.144
Leucina
gr
0.322
0.314
0.366
0.587
0.095
0.241
Lisina
gr
0.261
0.29
0.28
0.513
0.068
0.179
Metionina
gr
0.083
0.08
0.097
0.155
0.021
0.040
Cistina
gr
0.03
0.046
0.048
0.035
0.019
0.047
Fenilalanina
gr
0.159
0.155
0.162
0.284
0.046
0.151
Tirosina
gr
0.159
0.179
0.183
0.281
0.053
0.112
Valina
gr
0.22
0.24
0.219
0.448
0.063
0.141
Arginina
gr
0.119
0.119
0.114
0.198
0.043
0.214
Histidina
gr
0.089
0.089
0.078
0.167
0.023
0.071
Alanina
gr
0.113
0.118
0.132
0.269
0.036
0.122
Ácido Aspártico
gr
0.25
0.21
0.309
0.328
0.082
0.341
Ácido Glutâmico
gr
0.689
0.626
0.477
1.019
0.168
0.550
Glicina
gr
0.07
0.05
0.08
0.041
0.026
0.120
Prolina
gr
0.319
0.368
0.364
0.58
0.082
0.162
Serina
gr
0.179
0.181
0.227
0.492
0.043
0.144
Lipídios (Gordura)
Monoinsaturado
gr
0.965
1.109
1.787
1.724
1.658
-
Polinsaturado
gr
0.124
0.149
0.146
0.308
0.497
-
Colesterol
mg
14
11
19
27
14
-
Total saturado
gr
2.079
2.667
4.597
4.603
2.009
-
A maior parte dos dados acima foi obtida no U. S. Department of Agriculture
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